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dc.creatorBELÚCIO, Elcinice Ferreira-
dc.date.accessioned2019-09-09T11:46:01Z-
dc.date.available2019-09-09T11:46:01Z-
dc.date.issued2001-10-10-
dc.identifier.citationBELÚCIO, Elcinice Ferreira. Estudo da razão isotópica 87 Sr /86 em macrofosséis da Formação Pirabas, nordeste do estado do Pará. Orientador: Candido Augusto Veloso Moura. 2001. 58 f. Dissertação (Mestrado em Geologia e Geoquímica) – Centro de Geociências, Universidade Federal do Pará, Belém, 2001. Disponível em: http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/11657. Acesso em: .pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/11657-
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológicopt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.source1 CD-ROMpt_BR
dc.subjectGeocronologiapt_BR
dc.subjectFormação Pirabaspt_BR
dc.subjectPará, Nordestept_BR
dc.titleEstudo da razão isotópica 87 Sr /86 em macrofosséis da Formação Pirabas, nordeste do estado do Parápt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Geociênciaspt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::GEOCIENCIASpt_BR
dc.contributor.advisor1MOURA, Candido Augusto Veloso-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1035254156384979pt_BR
dc.description.resumoA razão isotópica 87 Sr/86Sr de rochas carbonáticas e fósseis tem sido utilizada em estudos de correlação e datação de seqüências carbonáticas. Devido à potencialidade dessa técnica no estudo geocronológico de bacias sedimentares e à crescente demanda por esse tipo de pesquisa, sobretudo pela indústria de petróleo, no Laboratório de Geologia Isotópica da UFP A (Pará-Iso) estão sendo desenvolvidos estudos visando à investigação da aplicabilidade dessa técnica em seqüências carbonáticas. Neste trabalho são reportados os estudos realizados sobre macrofósseis da Formação Pirabas, que ocorre na Região Nordeste do Estado do Pará, datada do Eomioceno com base nos fósseis guias Orthau/ax pugnax (Gabb) e espécies de G/obigerinoides. o material fossilífero coletado para análise passou por seleção, identificação, pulverização, pesagem e dissolução com HCt** 2,5N. Na separação cromatrográfica do estrôncio foi utilizada a resina específica (Eichrom Sr SPS) e HN03 ** 3,5N e H20 milli-Q como soluções eluentes. Após a separação, o estrôncio foi depositado em filamento simples de tungstênio utilizando ativador de tântalo para ter sua composição isotópica eterminada por espectrometria de massa no aparelho VG ISOMASS 54. A metodologia de separação cromatográfica de estrôncio foi implantada com êxito no tratamento de rochas carbonáticas para análise isotópica de estrôncio e proporcionou uma perfeita separação do estrôncio, tanto do rubídio quanto do cálcio. Além disso, ela permitiu a redução na quantidade de reagentes utilizados na eluição das amostras, contribuindo para a diminuição da contaminação laboratorial. Finalmente foi possível também, diminuir o tempo empregado na separação cromatrográfica do estrôncio. Os valores obtidos para a razão isotópica 87 Sr/86Sr para a Ecofácies Capanema se concentraram no intervalo de 0,7086-0,7088. Utilizando como referência as curvas de variação da razão isotópica 87Srl6Sr de DePaolo & Ingram (1985) e Harris et ai. (2000) para o Terciário, verifica-se que este intervalo de valores indica uma idade entre 15 Ma e 19 Ma, coincidindo com a idade atribuída pelos estudos bioestratigráficos. Dessa forma, a utilização da razão isotópica 87 Sr/86Sr para a determinação da idade de deposição da seqüência carbonática da Ecofácies Capanema teve um resultado satisfatório, pois a idade obtida pela razão isotópica 87 Sr/86Sr, coincidiu com a idade anteriormente determinada através de estudos bioestratigráficos. Portanto, com base nos resultados apresentados, acreditasse que a razão isotópica 87 Srl6Sr pode ser utilizada para determinação de idades das seqüências carbonáticas da Formação Pirabas. Na Ecofácies Castelo, esta metodologia não proporcionou um resultado esperado, já que os valores resultantes das análises, em sua grande maioria, não coincidiram com as idades de deposição da Formação Pirabas determinadas a partir de dados bioestratigráficos. Acredita-se que este problema decorreu de uma possível interação da água do mar atual com as amostras.pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Geologia e Geoquímicapt_BR
dc.subject.linhadepesquisaGEOCRONOLOGIA E GEOQUÍMICA ISOTÓPICApt_BR
dc.subject.areadeconcentracaoGEOQUÍMICA E PETROLOGIApt_BR
Appears in Collections:Dissertações em Geologia e Geoquímica (Mestrado) - PPGG/IG

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