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dc.creatorGONTIJO, Fabiano-
dc.date.accessioned2019-09-17T14:04:22Z-
dc.date.available2019-09-17T14:04:22Z-
dc.date.issued2018-12-
dc.identifier.citationGONTIJO, Fabiano. Nation-Building, gênero e política no Cazaquistão: o caso do Homem Dourado. Mana, Rio de Janeiro, v. 24, n. 3, p. 151-185, set./dez. 2018. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/1678-49442018v24n3p151. Disponível em: http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/11803. Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.issn1678-4944pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/11803-
dc.description.abstractIn 1969, 60 km from Alma-Ata, the capital of the Soviet Socialist Republic of Kazakhstan, archaeologists excavated a funerary structure of the kurgan type, an outfit enveloping a skeleton dating from the 5th or 4thcentury BC. Richly decorated with more than 4,000 pieces of gold, the remains were dubbed “Golden Man”. Believed to be a young Scythian-Saka prince, it soon became one of the most important symbols of a nascent Kazakh nationality. However, subsequent research carried out since the late 1990s, suggest that the “Golden Man” was in fact a “Golden Woman”. The ensuing debate has had an evident impact on the reformulation of the representations of Kazakh national identity. In this article, I will reflect on the relationship between nation-building, gender and the political role of archaeology/anthropology, from the standpoint of a Brazilian anthropologist-cum-tourist who visited Kazakhstan in December 2017.en
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológicopt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherPrograma de Pós-Graduação em Antropologia Social do Museu Nacional, da Universidade Federal do Rio de Janeiropt_BR
dc.relation.ispartofMana: Estudos de Antropologia Socialpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.source.urihttp://ref.scielo.org/8vz9b3pt_BR
dc.subjectArqueologia/Antropologiapt_BR
dc.subjectGêneropt_BR
dc.subjectCazaquistãopt_BR
dc.subjectGolden Manen
dc.subjectNation-buildingen
dc.subjectArchaeology/Anthropologyen
dc.subjectGenderen
dc.subjectKazakhstanen
dc.titleNation-Building, gênero e política no Cazaquistão: o caso do Homem Douradopt_BR
dc.title.alternativeNation-Building, gender and politics in Kazakhstan: the case of the Golden Manen
dc.title.alternativeNation-Building, género y política en Kazajstán: el caso del Hombre Doradospa
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsPPGAS/UFRJpt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7539767705260462pt_BR
dc.citation.volume24pt_BR
dc.citation.issue3pt_BR
dc.citation.spage151pt_BR
dc.citation.epage185pt_BR
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.1590/1678-49442018v24n3p151 pt_BR
dc.description.resumoEm 1969, a 60km da então capital da República Soviética do Cazaquistão, Alma-Ata, arqueólogos encontraram, durante uma escavação numa estrutura funerária do tipo kurgan, um traje envolvendo um esqueleto datados dos séculos V ou IV a.C. Ricamente decorados com mais de 4.000 peças de ouro, os restos foram logo apelidados de Golden Man. Por acreditarem se tratar de um jovem príncipe de origem cita-saca, o achado logo se tornou um dos mais importantes símbolos da nacionalidade cazaque em construção a partir daquele momento. Pesquisas realizadas desde o final da década de 1990 sugerem, porém, que o “Homem Dourado” tenha sido, de fato, uma “Mulher Dourada”, o que tem gerado um debate com certo impacto sobre a reformulação das representações sobre a identidade nacional cazaque. Esboçaremos reflexões sobre a relação entre nation-building, gênero e o papel político da arqueologia/antropologia do ponto de vista de um antropólogo-turista que visitou o Cazaquistão em dezembro de 2017.pt_BR
dc.description.resumenEn 1969, a unos 60 km de la entonces capital de la República Soviética de Kazajstán, Alma-Ata, durante una excavación en una estructura funeraria del tipo kurgan, arqueólogos encontraron a un traje envolviendo un esqueleto datado de los siglos V o IV a.E.C. Ricamente decorados con más de 4.000 piezas de oro, los restos fueron rápidamente apodados “Golden Man”. Por creer que se trataba de un joven príncipe de origen escita-saka, el hallazgo pronto se convirtió en uno de los símbolos más importantes de la nacionalidad kazaja en construcción a partir de aquel momento. Sin embargo, las investigaciones realizadas desde finales de la década de 1990 sugieren que el “Hombre Dorado” ha sido más bien una “Mujer Dorada”, lo que ha generado un debate con cierto impacto sobre la reformulación de las representaciones sobre la identidad nacional kazaja. Esbozamos reflexiones sobre la relación entre nation-building, género y el papel político de la arqueología / antropología desde el punto de vista de un antropólogo-turista que visitó Kazajstán en diciembre de 2017.spa
dc.description.affiliationUFPA - Universidade Federal do Parápt_BR
dc.creator.ORCIDhttps://orcid.org/0000-0003-4153-3914pt_BR
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