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dc.creatorFREIRE, Viviam Rafaela Barbosa Pinheiro-
dc.creatorVALENTE, Mário Diego Rocha-
dc.creatorPONTES, Fernando Augusto Ramos-
dc.creatorSILVA, Simone Souza da Costa-
dc.creatorKAPPLER, Christoph de Oliveira-
dc.date.accessioned2019-11-04T16:52:09Z-
dc.date.available2019-11-04T16:52:09Z-
dc.date.issued2017-12-
dc.identifier.citationFREIRE, Viviam Rafaela Barbosa Pinheiro et al. Models of self in families of people with spina bifida. Paidéia (Ribeirão Preto), v. 27, n. 68, p. 1-9, Sep./Dec. 2017. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/1982-43272768201703. Disponível em: http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/12027. Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.issn1982-4327pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/12027-
dc.description.abstractModels of self reveal cultural views regarding the competences that children should acquire, and these views tend to be shared by people within the same environment. Thus, this study aims to evaluate the models of self in families of people with spina bifida. Seventeen caregivers answered an online questionnaire containing socio-demographic questions and three scales of self: autonomous, related and autonomous-related. The data were analyzed using descriptive statistics and techniques of multivariate analysis. The main results indicate that the most valued model of self was the autonomous-related model, reflecting the desire that children develop autonomy as well as interpersonal relationships. Such a model, however, is distinct from that of family groups of people with typical development living in the same cultural environment, indicating the need for families of people with spina bifida to receive support to reach their developmental goals.pt_BR
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superiorpt_BR
dc.languageengpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.relation.ispartofPaidéia (Ribeirão Preto)pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.source.urihttp://ref.scielo.org/n2jjgwpt_BR
dc.subjectMedula espinhalpt_BR
dc.subjectRelações familiarespt_BR
dc.subjectRepresentações de sipt_BR
dc.subjectRepresentaciones del si mismoen
dc.subjectSpinal corden
dc.subjectFamily relationshipsen
dc.subjectSelf-representationsen
dc.titleModels of self in families of people with spina bifidaen
dc.title.alternativeModelos de self em famílias de pessoas com espinha bífidapt_BR
dc.title.alternativeModelos de self en familias de prsonas con espina bífidaspn
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0170946168983176pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6908440118983669pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1225408485576678pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9044423720257634pt_BR
dc.citation.volume27pt_BR
dc.citation.issue68pt_BR
dc.citation.spage1pt_BR
dc.citation.epage9pt_BR
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.1590/1982-43272768201703pt_BR
dc.description.resumoOs modelos de self revelam a visão cultural acerca das competências que as crianças devem adquirir e tendem a ser compartilhados pelas pessoas que integram o mesmo ambiente. Neste sentido, este estudo objetiva avaliar os modelos de self em famílias de pessoas com espinha bífida. Dezessete cuidadores responderam um questionário virtual contendo questões sociodemográficas e três Escalas de Self: Autônomo, Relacionado e Autônomo Relacionado. Os dados foram tratados por meio de estatística descritiva, com técnicas de análises multivariadas. Os principais resultados indicam que o modelo de self mais valorizado foi o autônomo relacional que se reflete no desejo que os filhos e filhas desenvolvam a autonomia e, também, relacionamentos interpessoais. Tal modelo, porém, distingue-se dos grupos familiares de pessoas com desenvolvimento típico que residem no mesmo ambiente cultural, o que evidencia a necessidade das famílias de pessoas com espinha bífida receberem apoio para alcançarem seus alvos desenvolvimentais.pt_BR
dc.description.resumenLos modelos de self revelan la visión cultural de las habilidades que los niños deben adquirir y suelen ser compartidos por personas que pertenecen a un mismo entorno. Así, este estudio tiene como objetivo evaluar los modelos de self en familias de personas con espina bífida. Diecisiete cuidadores contestaron un cuestionario virtual que contiene preguntas demográficas y tres Escalas de Self: Autónomo, Relacional y Autónomo-relacional. Los datos fueron analizados mediante estadística descriptiva, con las técnicas del análisis multivariado. Los principales resultados indican que el modelo de self más valorado es el autónomo relacional, que se refleja en el deseo de que los hijos e hijas puedan desarrollar la autonomía y también las relaciones interpersonales. Este hallazgo es distinto de los grupos familiares de personas con desarrollo típico del mismo entorno cultural. Por eso, las familias de personas con espina bífida deben recibir apoyo para lograr sus objetivos de desarrollo.pt_BR
dc.description.affiliationFREIRE, V. R. B. P; VALENTE, M. D. R; PONTES, F. A. R; SILVA, S. S. C. Universidade Federal d Parápt_BR
dc.creator.ORCIDhttps://orcid.org/0000-0001-7262-3336pt_BR
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