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metadata.dc.type: Artigo de Periódico
Issue Date: Sep-2017
metadata.dc.creator: QUEIROZ, José Francisco da Silva
metadata.dc.description.affiliation: UFPA - Universidade Federal do Pará
Title: Amazônia: inferno verde ou paraíso perdido? cenário e território na literatura escrita por Alberto Rangel e Euclides da Cunha
Citation: QUEIROZ, José Francisco da Silva. Amazônia: inferno verde ou paraíso perdido? cenário e território na literatura escrita por Alberto Rangel e Euclides da Cunha. Nova Revista Amazônica, Bragança, v. 5, n. 3, p. 13-35, set. 2017. DOI: http://dx.doi.org/10.18542/nra.v5i3.6256. Disponível em: http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/12404. Acesso em:.
metadata.dc.description.resumo: A representação da Amazônia seja feita pela ótica estrangeira, seja pelo olhar autóctone, manifesta-se de forma equivocada, quando não perniciosa. Um imaginário, ora fantasioso, ora infernal instituiu-se ao longo de uma histórica repetição de (pré) conceitos e estereótipos. A literatura, em alguns casos, serviu a essa estandardização na tentativa de entender e explicar a região amazônica. Os primeiros textos literários que colocaram a Amazônia em foco no cenário literário nacional estão ligados aos princípios positivistas em voga no século XIX e inserem-se concomitantemente na tradição literária realista-naturalista. Na discussão de Inferno Verde (1908) e À margem da história (1909), respectivamente escritos por Alberto Rangel e Euclides da Cunha; nós podemos encontrar duas perspectivas interpretativas: um lugar terrível ou um paradisíaco. Nesse artigo, nós iremos discutir as bases ideológicas presentes no discurso paratextual (GENETTE, 2009) responsável por dar suporte a essa caracterização infernal ou paradisíaca da Amazônia; questionando até que ponto o discurso narrativo (Fictionality/Factuality) (STIERLE, 2002; SCHMID, 2010) pretende ser considerado como representativo do espaço e das sociedades que habitaram a Amazônia em certo contexto histórico.
Abstract: The Amazon representation either made by the foreign perspective, or by an autochthonous sight, is manifested wrongly, if not pernicious. An imaginary, sometimes fanciful, sometimes hellish has been established along a historical repetition of (pre) concepts and stereotypes. In many cases, literature has served to this standardization on the attempt to understand and explain the Amazonian region. The first literary texts that put the Amazon in focus in the national Brazilian literary scene are linked to positivism principles in vogue in the nineteenth century and are concomitantly inserted in the realismnaturalism literary tradition. In discussion of the Green Hell (1908) and The Amazon: land without history (1909), respectively written by Alberto Rangel and Euclides da Cunha; we can find these two perspectives: a terrible place or a paradise. In this paper, we will discuss the ideological bases present in the paratextual discourse (GENETTE, 2009) that support the infernal or paradisiacal characterization of the Amazon; questioning at last how the narrative discourse (Fictionality/Factuality) (STIERLE, 2002; SCHMID, 2010) intends to be taken as representative of a space and of societies that dwell there in a certain historical context.
Keywords: Literatura Amazônica
Alberto Rangel e Euclides da Cunha
Discurso narrativo
Ficcionalidade/Facticidade
Amazon literature
Narrative discourse
Series/Report no.: Nova Revista Amazônica
ISSN: 2318-1346
metadata.dc.publisher.country: Brasil
Publisher: Universidade Federal do Pará
metadata.dc.publisher.initials: UFPA
metadata.dc.rights: Acesso Aberto
metadata.dc.source.uri: https://periodicos.ufpa.br/index.php/nra/article/view/6256
metadata.dc.identifier.doi: http://dx.doi.org/10.18542/nra.v5i3.6256
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