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dc.creatorPARENTE, Andressa Tavares-
dc.date.accessioned2012-07-23T13:50:16Z-
dc.date.available2012-07-23T13:50:16Z-
dc.date.issued2007-11-23-
dc.identifier.citationPARENTE, Andressa Tavares. Incidência de malária no Estado do Pará e suas relações com a variabilidade climática regional. 2007. 99 f. Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal do Pará, Museu Paraense Emílio Goeldi, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, Belém, 2007. Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais. Disponível em: <http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/2857>. Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/2857-
dc.description.abstractThe objective of the present work is to approach a diagnostic study on the malaria incidence in four different regions over the Pará state in the eastern Amazon, seeking its relationships with the regional climate variability, with the population growth and rates of deforestation. Time series containing 35 years of annual data (1970-2005) and 14 years of monthly data are used. The percentiles technique was employed in order to establish five categories or classes of the malaria incidence rates and precipitation for each municipal district.Results based on the analyses using annual data showed that the cities present different factors that contribute to the endemic profile. The growth of the population has direct relationship with the increased malaria incidence in Anajás, Itaituba and Santana do Araguaia. In Anajás, the precipitation was not a decisive factor in the occurrence of the parasitosis. In Santana do Araguaia and Viseu the highest rates of the malaria incidence occurred in years with rainfall deficit. For Viseu, the normal precipitation pattern also categorized high malaria incidence. Concerning the deforestation rates from 1988 until 1995, the curves of malaria incidence follow the deforestation rates. From 1995 onwards, it was evidenced consecutive years of high rates of malaria incidence just after the years characterized with higher deforestation rates, as observed during 1995, 2000 and 2004. Composites analyses based on objective selection of the indices of malaria occurrence categorized by the percentiles, allowed to define annual features of the regional climate variability in each city. In general, years with higher malaria indices area associated with the Pacific El Niño and warmer than normal oceanic conditions over the north Atlantic basin, while the years with lower malaria indices are related to the Pacific La Niña and no significant signal in the tropical Atlantic Ocean. Results obtained from monthly data base, using composites based on objective selection of climate events observed over Pacific and Atlantic Oceans, it was investigated the response of such mechanisms on the monthly evolution of the malaria incidence over the Pará state. The El Niño composites revealed "negative" impacts, i.e., systematic and significant increase in cases of malaria occurring in a sequence of months in Itaituba and Santana do Araguaia. For Anajás and Viseu, the El Niño scenario is associated with "positive" impacts i.e., malaria incidence in the medium and low categories. Concerning La Niña composites, a widespread response over most of Pará state is verified, with predominance of higher malaria incidence in the four cities and processing persistently during the consecutive months from December to May. The composites for the positive dipole events in the intertropical Atlantic showed intra-regionally differentiated 11 malaria indices over the state, with Anajás and Itaituba presenting predominance of increased cases, while in Santana do Araguaia and Viseu presented several months with normal rates and below than average. Except for Itaituba, composites for the negative dipole events in the intertropical Atlantic evidenced malaria incidence in the medium and low categories, evolving from November to May.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Pará-
dc.publisherMuseu Paraense Emílio Goeldi-
dc.publisherEmpresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária-
dc.rightsAcesso Aberto-
dc.source1 CD-ROMpt_BR
dc.subjectAmazônia oriental-
dc.subjectDoenças transmissíveispt_BR
dc.subjectMaláriapt_BR
dc.subjectVariação climáticapt_BR
dc.subjectEcossistemapt_BR
dc.subjectPercentispt_BR
dc.subjectCrescimento populacionalpt_BR
dc.subjectPará - Estadopt_BR
dc.titleIncidência de malária no Estado do Pará e suas relações com a variabilidade climática regionalpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.countryBrasil-
dc.publisher.departmentInstituto de Geociências-
dc.publisher.initialsUFPA-
dc.publisher.initialsMPEG-
dc.publisher.initialsEMBRAPA-
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::GEOCIENCIAS::METEOROLOGIA::CLIMATOLOGIA-
dc.contributor.advisor1SOUZA, Everaldo Barreiros de-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6257794694839685-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2584253687792237-
dc.description.resumoO objetivo deste trabalho consiste em realizar um estudo diagnóstico sobre a incidência de malária em quatro diferentes regiões do Pará (Anajás, Itaituba, Santana do Araguaia e Viseu) na Amazônia oriental, buscando suas relações com a variabilidade climática regional, com o crescimento populacional e taxas de desmatamento. Utilizou-se uma série de 35 anos de dados anuais (1970-2005) e 14 anos de dados mensais (1992-2005). Aplicou-se a técnica dos percentis para se estabelecer cinco categorias ou classes da taxa de incidência da malária e precipitação para cada município. Os resultados das análises com os dados anuais mostraram que os municípios apresentam fatores diferenciados que contribuem para o perfil da endemia. O crescimento da população tem relação direta com o aumento da incidência de malária em Anajás, Itaituba e Santana do Araguaia. Em Anajás, o fator precipitação não é determinante na ocorrência da parasitose. Em Santana do Araguaia e Viseu os maiores índices de incidência de malária ocorreram em anos de déficit hídrico. Para Viseu o padrão normal de precipitação também categorizou altas incidências de malária. Em relação ao desmatamento, de 1988 até 1995, as curvas de incidência de malária acompanham as taxas de desmatamento. A partir de 1995, evidenciaram-se anos consecutivos com altos índices de incidência logo após os anos de altas taxas de desmatamento, como registrado em 1995, 2000 e 2004. Análises de composições observacionais montadas com base na seleção objetiva dos índices de ocorrência da malária categorizados pelos percentis, permitiram definir a caracterização anual da variabilidade climática regional em cada um dos quatro municípios. Em geral, anos com altos índices de malaria relacionam-se com a presença de El Niño no Pacífico e Atlântico norte mais quente do que o normal, enquanto que anos com baixos índices de malária associa-se com a ocorrência de La Niña sobre o Pacífico e nenhum sinal significativo no Oceano Atlântico. Os resultados das análises com os dados mensais, usando a técnica de composições de canários montados com base nos eventos climáticos observados nos Oceanos Pacífico e Atlântico, possibilitaram a investigação da resposta destes mecanismos na evolução mensal da incidência de malária no Pará. A composição dos eventos El Niño demonstrou a ocorrência de impactos "negativos" (aumento significativo e sistemático dos casos de malária) ocorrendo numa seqüência de meses nas regiões de Itaituba e Santana do Araguaia. Para as regiões de Anajás e Viseu, o cenário de El Niño associa-se com impactos "positivos" (incidência de malária nas categorias média e baixa). Para o cenário La Niña , a resposta ocorreu de forma mais generalizada ao longo do Pará, com o predomínio de alta incidência de malária nos quatro municípios e se processando persistentemente durante os meses consecutivos de dezembro a maio. Nas composições para os eventos de dipolo positivo no Atlântico intertropical, o comportamento dos índices de malária no Pará ocorreu de forma diferenciada intra-regionalmente, com Anajás e Itaituba apresentando o predomínio de aumento nos casos da doença, enquanto que em Santana do Araguaia e Viseu verificaram-se vários meses com índices médios e abaixo do normal. Com exceção de Itaituba, as composições para os eventos de dipolo negativo sobre o Atlântico intertropical, mostraram um sinal dominante na incidência de malária nas categorias média e baixa, evoluindo em praticamente todos os meses de novembro a maio.pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências Ambientaispt_BR
dc.subject.linhadepesquisaECOSSISTEMAS AMAZÔNICOS E DINÂMICAS SOCIOAMBIENTAISpt_BR
dc.subject.areadeconcentracaoCLIMA E DINÂMICA SOCIOAMBIENTAL NA AMAZÔNIApt_BR
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