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dc.creatorMESQUITA, Francisco Carlos Lopes de-
dc.date.accessioned2013-03-20T12:00:28Z-
dc.date.available2013-03-20T12:00:28Z-
dc.date.issued1998-
dc.identifier.citationMESQUITA, Francisco Carlos Lopes de. Descrição de outras doenças sexualmente transmissíveis em pessoas infectadas pelo vírus da imunodeficiência humana do tipo 1. 1998. 107 f. Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal do Pará, Núcleo de Medicina Tropical, Belém, 1998. Curso de Pós-Graduação em Medicina Tropical.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/3579-
dc.description.abstractNinety patients seroreactive to HIV-1 were studied in order to describe the clinical manifestations of other sexually transmitted diseases as well as the demographic and behaviour factors associated to the HIV-1 infected and AIDS patients. The majority (83.3%) were males with a mean age of 31.4 years of age (range between 18 and 60 years) and a monthly family income for 79.5% of less than five mininum wages. At least one type of ilicit drug was used by 51.1% and 20.7% were intravenous drug users. Among them, 94.4% referred to a previous episode of a sexually transmitted disease. The subjects revealed that 41.6% were bisexuals, 38.2% heterosexuals and 20.2% were homosexuals. Approximately 51.1% of the bisexual subjects were intravenous drugs users and all referred to have had ano-rectal intercourse and were all positive for the presence of antibodies to Chlamydia. The mean age of the first sexual relation with penetration and the first episode of sexually transmitted disease were at 14.7% and 20.6% years of age, respectively. The vast majority (95.5%) of the subjects experienced multiple sexual partners before the knowledge of their HIV-l positive serology status. Among the 73.3% that referred a previous episode of sexually transmitted diseases, 82.2% also referred urethral discharge, syphilis and herpes simplex. At physical examination, 36.6% (33/90) presented urethral, anal and vaginal discharge and genital lesions such as discharges (51.1%), vesicles (18.1%), warts (18.1%), lymphadenopathy (18.1%), ulcers (12.1%) and papules (6%). Reaction to the VDRL and antibodies to Chlamydia were present in 13.7% and 96.4%, respectively. The vast majority referred ano-retal intercourse and previous episodes of sexually transmitted diseases.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Pará-
dc.rightsAcesso Aberto-
dc.subjectHIV-1pt_BR
dc.subjectDoenças sexualmente transmissíveispt_BR
dc.subjectSíndrome de Imunodeficiência Adquiridapt_BR
dc.subjectBelém - PApt_BR
dc.subjectPará - Estadopt_BR
dc.subjectAmazônia brasileirapt_BR
dc.titleDescrição de outras doenças sexualmente transmissíveis em pessoas infectadas pelo vírus da imunodeficiência humana do tipo 1pt_BR
dc.typeDissertação-
dc.publisher.countryBrasil-
dc.publisher.departmentNúcleo de Medicina Tropical-
dc.publisher.initialsUFPA-
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::MEDICINA::CLINICA MEDICA::DOENCAS INFECCIOSAS E PARASITARIAS-
dc.contributor.advisor1ISHAK, Ricardo-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5621101706909450-
dc.description.resumoNoventa pacientes soropositivos para o HIV-1 foram estudados, visando-se a descrição de manifestações clínicas e de marcadores de outras doenças sexualmente transmissíveis, assim como de fatores demográficos e comportamentais que possam estar relacionados com a infecção pelo HIV-1 e em pacientes com SIDA/AIDS. A maioria dos entrevistados (83,3%) foi do sexo masculino, apresentou a média de idade 31,4 anos (variando entre 18 e 60 anos) e a distribuição da renda familiar mensal mostrou que 79,5% tinham um ganho inferior a cinco salários mínimos. Pelos menos um tipo de droga, foi consumido por 51,1%, sendo que 20.7% usaram droga não medicamentosa de uso injetável. Destes, 94,4% referiram antecedentes de doenças sexualmente transmissíveis. A observação dos hábitos sexuais revelou que 41,6% eram bissexuais, 38,2% heterossexuais e 20,2% eram homossexuais. Cerca de 51,1% dos bissexuais usaram drogas injetáveis e todos referiram a prática de sexo anal e foram positivos para a presença de anticorpos para Chlamydia. A média de idade da primeira relação sexual com penetração foi de 14.7 anos, enquanto que a média de idade em que ocorreu a primeira doença sexualmente transmissível foi de 20.6 anos. A quase totalidade (95,5%) dos entrevistados tiveram múltiplos parceiros sexuais, antes do conhecimento da soropositividade para o HIV-1. Dentre os 90 soropositivos, 73,3% referiram antecedentes de doenças sexualmente transmissíveis. Destes, 82,2% referiram a presença de secreção uretraI, de sífilis e de herpes simples. No momento da avaliação, 36,6% (33/90) apresentaram secreção uretral, anal e/ou vaginal, lesão genital, anal, perianal e/ou adenopatia inguinal, assim discriminado: Secreção (51,1%), vesículas (18,1%), lesão verrucosa (18,1%), Adenopatias iguinais ( 18,1% ), úlceras ( 12,1 %) e pápulas (6% ). A reação do VDRL foi positiva em 13,7% (11/80), sendo que neste grupo, 90,9% referiram a prática do sexo anal e 81,8% revelaram antecedentes de DST. Cerca de 96,4% (81/84) apresentaram anticorpos para Chlamydia, sendo que 81,8% revelaram a prática do sexo anal e 72,8% relataram antecedentes de DST.pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Doenças Tropicais-
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