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metadata.dc.type: Dissertação
Issue Date: 1-Apr-2014
metadata.dc.creator: MENDES, Fabíola de Carvalho Chaves de Siqueira
metadata.dc.contributor.advisor1: SÓSTHENES, Márcia Consentino Kronka
metadata.dc.contributor.advisor-co1: DINIZ, Cristovam Wanderley Picanço
Title: Influência da atividade mastigatória e do ambiente sobre o aprendizado espacial e o padrão da atividade exploratória em modelo murinho senil
metadata.dc.description.sponsorship: CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
FAPESPA - Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas
CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
Citation: MENDES, Fabíola de Carvalho Chaves de Siqueira. Influência da atividade mastigatória e do ambiente sobre o aprendizado espacial e o padrão da atividade exploratória em modelo murinho senil. 2014. 104 f. Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal do Pará, Instituto de Ciências Biológicas, Belém, 2014. Programa de Pós-Graduação em Neurociências e Biologia Celular.
metadata.dc.description.resumo: Para medir possíveis influências da mastigação e do estilo de vida sedentário em modelo murino senil, impusemos um de três regimes de dieta aos diferentes grupos experimentais do 21º dia pós-natal até 6 ou 18 meses de vida: dieta sólida tipo pellet; dieta em pellet seguida por uma em pó, farelada; ou dieta peletizada seguida de pó e novamente pellet, com intervalos de tempo iguais em cada dieta. Para mimetizar o estilo de vida sedentário ou ativo, os animais foram criados, respectivamente, em gaiolas-padrão (ambiente empobrecido-AP) ou em gaiolas enriquecidas (ambiente enriquecido-AE). Para medir os efeitos da dieta, do ambiente e da idade sobre a atividade exploratória, realizamos o teste do campo aberto, onde camundongos jovens de AP que sofreram alteração da atividade mastigatória demonstraram maior preferência pela zona periférica, mas no envelhecimento e no AE essas diferenças foram minimizadas. Nos velhos de AE, essas diferenças reapareceram. Já sobre as influências na aprendizagem e memória espacial, aplicamos o labirinto aquático de Morris e vimos que a redução da atividade mastigatória, independente do ambiente, diminuiu a taxa média de aprendizado espacial e sua reabilitação recuperou as perdas associadas em animais jovens e, quando combinada ao AE, melhorou a taxa de aprendizado em velhos. Não se encontrou correlação entre taxa de aprendizado e velocidade de nado dos camundongos sugerindo que os déficits são de natureza cognitiva. Concluímos assim, que a alteração da atividade mastigatória influencia o padrão de exploração por zonas no campo aberto e a estimulação ambiental acentua os seus efeitos no envelhecimento, privilegiando a preferência pela zona periférica e a redução da atividade mastigatória prejudica a memória espacial durante o teste do labirinto aquático de Morris e a sua reabilitação é capaz de recuperar as habilidades espaciais, mas em idosos é necessária a combinação com um AE.
Abstract: To measure possible influences of the mastication and sedentary lifestyle, we imposed masticatory patterns with three different experimental diet regimes starting at 21st postnatal day during 6 (6M) or 18 (18M) months: continuous pellet hard diet, equal periods of hard followed by soft diet or equal periods of hard followed by soft followed by hard diet. To mimic the sedentary and active lifestyles, the animals were raised, respectively in standard (AP) or enriched cages (AE). To measure the effects of diet, environment and age on the exploratory activity, we performed the open field test. Young mice (AP) with altered masticatory activity demonstrated more preference for peripheric zone, but in aging and AE animals these differences were minimized. In the aging specimens maintained in AE, these differences were reappeared. About influences on learning and spatial memory, we apply the Morris water maze and the reduced masticatory activity, regardless of the environment, decreased the average rate of spatial learning and rehabilitation recovered the losses associated in young animals and the association with AE improved the learning rate in old mice. No significant correlations were observed between swimming speed and learning rate. We conclude that the change in masticatory activity influences the pattern of exploration by zones in the open field and environmental stimulation enhances the effects of aging, emphasizing the preference for peripheric zone and reduced masticatory activity impairs spatial memory during the test of the Morris water maze and rehabilitation is able to recover spatial ability. Here, the combination with AE is required in aging.
Keywords: Mastigação
Reabilitação mastigatória
Memória espacial
metadata.dc.subject.cnpq: CNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::FISIOLOGIA::FISIOLOGIA GERAL::NEUROFISIOLOGIA
metadata.dc.publisher.country: Brasil
Publisher: Universidade Federal do Pará
metadata.dc.publisher.initials: UFPA
metadata.dc.publisher.department: Instituto de Ciências Biológicas
metadata.dc.publisher.program: Programa de Pós-Graduação em Neurociências e Biologia Celular
metadata.dc.rights: Acesso Aberto
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