Please use this identifier to cite or link to this item: http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/6519
metadata.dc.type: Artigo de Periódico
Issue Date: Mar-2015
metadata.dc.creator: SOUZA, Elisa Sebba Tosta de
ARAÚJO, Luíza Ferreira de
ALENCAR, Dayse O. de
SANTOS, Sidney Emanuel Batista dos
SILVA JUNIOR, Wilson Araújo da
FERREIRA, Cristiane Ayres
MARTINEZ, José Antônio Baddini
Title: Does ethnic ancestry play a role in smoking?
Citation: SOUZA, Elisa S. T. de et al. Does ethnic ancestry play a role in smoking?. Anais da Academia Brasileira de Ciências, Rio de Janeiro, v. 87, n. 1, p. 447-453, mar. 2015. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/aabc/v87n1/0001-3765-aabc-201520140187.pdf>. Acesso em: 31 mar. 2015. <http://dx.doi.org/10.1590/0001-3765201520140187>.
metadata.dc.description.resumo: A maior proporção de fumantes entre negros no Brasil tem sido atribuída a desigualdades socioeconômicas, mas fatores genéticos também poderiam contribuir para esse achado. Este estudo visou investigar associações entre status tabágico com ancestralidade definida geneticamente e características socioeconômicas em brasileiros. Amostras de sangue foram colhidas de 448 voluntários (66,7% homens; idade: 37,1±11,4 anos) classificados como fumantes atuais (FA: 60,9%), ex-fumantes (EF:8,9%) e não fumantes (NF:30,1%).Misturas éticas individuais foram determinadas empregando-se um painel informativo de ancestralidade composto por 48 polimorfismos de deleções e inserções. FA mostraram menor proporção de ancestralidade europeia do que NF (0,837±0,243 X 0,883±0,194; p≤0,05) e EF (0,837±0,243 X 0,864±0,230; p≤0,05), e maior proporção de ancestralidade africana sub-saárica do que EF (0,128±0,222 X 0,07±0,174, p≤0,05) e NF (0,128±0,222 X 0,085±0,178, p≤0,05). NF informaram maior número de anos de escola do que FA (11,2±3,7 X 8,9±3,8; p≤0,001). FA foram menos comuns na Classe econômica A (30%) e mais comuns na Classe B (56,8%). Em análise multivariada, apenas menor número de anos escolares e menor classe econômica estiveram associados com chances maiores para FA. O uso de marcadores de genética molecular para caracterizar o background étnico confirmou que diferenças socioeconômicas são os principais determinantes de maiores taxas de tabagismo entre negros no Brasil.
Abstract: The higher proportion of smokers among Black people in Brazil has been attributed to socioeconomic disparities, but genetic factors could also contribute for this finding. This study aimed at investigating associations between smoking status with genetically defined ethnic ancestry and socioeconomic features in Brazilians. Blood samples were collected from 448 volunteers (66.7% male; age: 37.1±11.4 years) classified as current smokers (CS: 60.9%), former smokers (FS: 8.9%) and never smokers (NS: 30.1%). Individual interethnic admixtures were determined using a 48 insertion-deletion polymorphisms ancestry-informative-marker panel. CS showed a lower amount of European ancestry than NS (0.837±0.243 X 0.883±0.194, p≤0.05) and FS (0.837±0.243 X 0.864±0.230, p≤0.05), and a higher proportion of African Sub-Saharan ancestry than FS (0.128±0.222 X 0.07±0.174, p≤0.05) and NS (0.128±0.222 X 0.085±0.178, p≤0.05). NS reported a higher number of years in school than CS (11.2±3.7 X 8.9±3.8, p≤0.001). CS were less common in economic Class A (30%) and more common in Class B (56.8%). In multivariate analysis, only lower number of school years and lower economic class were associated with higher chances for CS. The use of genetic molecular markers for characterizing ethnic background confirmed that socioeconomic disparities are the main determinants of higher smoking rates among Blacks in Brazil.
Keywords: Genética
Grupos étnicos
Tabagismo
Saúde
CYP2A6
Negro (Raça)
Brasil - País
ISSN: 0001-3765
metadata.dc.rights: Acesso Aberto
Appears in Collections:Artigos Científicos - ICB

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
Artigo_EthnicAncestryPlay.pdf274,62 kBAdobe PDFView/Open


This item is licensed under a Creative Commons License Creative Commons