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Tipo: Dissertação
Data do documento: 7-Abr-2017
Autor(es): MOREIRA, Elzanira Rosa Mello
Primeiro(a) Orientador(a): BARROS, Roberto de Almeida Pereira de
Título: A banalidade do mal e a faculdade de pensar: política e ética nas reflexões de Hanna Arendt
Agência de fomento: CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
Citar como: MOREIRA, Elzanira Rosa Mello. A banalidade do mal e a faculdade de pensar: política e ética nas reflexões de Hanna Arendt. 2017. 106 f. Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal do Pará, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Belém, 2017. Programa de Pós-Graduação em Filosofia.
Resumo: Esse trabalho apresenta a compreensão de Hannah Arendt acerca do mal, e sua conexão com as faculdades de pensar e julgar, que ganharam um novo impulso por ocasião do julgamento do nazista Adolf Eichmann. A partir das reflexões sobre o problema do mal, Arendt volta-se para as atividades do espírito, suscitando questões acerca do pensamento, relacionados ao fenômeno do mal. Na análise de Arendt o pensamento tem como atividade a busca por significados e sua finalidade é a comunicação consigo mesmo. Afastando-se da ortodoxia dos textos Kantianos, em suas investigações sobre o juízo, Arendt depreende no juízo estético de Kant a condição política do juízo. Em interlocução constante com a obra de Kant, Arendt se ocupa de vários conceitos constantes na Crítica da Faculdade do Juízo, obra que considera abrigar a filosofia política de Kant. Hannah Arendt reinterpreta a faculdade do juízo no sentido de demonstrar sua função política, que serve aos cidadãos para distinguir o certo do errado. A obra kantiana nos permite a compreensão da percepção e do movimento interpretativo de Arendt. Por meio da análise das reflexões de Hannah Arendt buscamos compreender a percepção da autora acerca do funcionamento da faculdade de pensar e julgar os fatos políticos.
Abstract: This work presents Hannah Arendt's about of evil, and its connection to the thinking and judging college, which gained new impetus at the Nazi trial of Adolf Eichmann. From the reflections on the problem of evil, Arendt turns to the activities of the spirit, raising questions about the thought, related to the phenomenon of evil. In Arendt's analysis, thought has as its activity the search for meanings and its purpose is communication with itself. Moving away from the orthodoxy of the Kantian texts, in his investigations of the judgment, Arendt understands in the aesthetic judgment of Kant the political condition of the judgment. In constant dialogue with Kant's work, Arendt is occupied with several concepts contained in the Critique of the College of Judgment, a work that considers Kant's political philosophy. Hannah Arendt reinterprets the college of judgment to demonstrate its political function, which serves citizens to distinguish right from wrong. The Kantian work allows us to understand the perception and the interpretive movement of Arendt. Through the analysis of the reflections of Hannah Arendt we seek to understand the author's perception about the functioning of the college of thinking and judging the political facts.
Palavras-chave: Filosofia contemporânea
Ética
Política
Arendt, Hannah, 1906-1975
Banalidade do Mal
CNPq: CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIA::ETICA
País: Brasil
Instituição: Universidade Federal do Pará
Sigla da Instituição: UFPA
Instituto: Instituto de Filosofia e Ciências Humanas
Programa: Programa de Pós-Graduação em Filosofia
Tipo de Acesso: Acesso Aberto
Aparece nas coleções:Dissertações em Filosofia (Mestrado) - PPGFIL/IFCH

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