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dc.creatorMORAES, Nayana Maria Leal-
dc.date.accessioned2017-10-02T13:09:43Z-
dc.date.available2017-10-02T13:09:43Z-
dc.date.issued2015-
dc.identifier.citationMORAES, Nayana Maria Leal. As hepatites B e C na população carcerária feminina do Pará: prevalência, genotipagem e fatores de risco. 2015. 97 f. Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal do Pará, Núcleo de Medicina Tropical, Belém, 2015. Programa de Pós-Graduação em Doenças Tropicais.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/9125-
dc.description.abstractThe characteristic of high-risk behavior from the prison public contributes for a high prevalence of diseases transmitted by sexual or parenteral route. Considering the high rates of hepatitis B and C in prisons, this study aims to identify the main risk factors, the prevalence of these diseases and the founded genotypes. This study is an analytical cross-sectional. The sample was composed of 313 inmates from the Female Recovery Center in the State of Pará, wich agreed to participate of this study and were in good physical and mental health. Blood samples were collected and applied a socio-epidemiological questionnaire. The socio-epidemiological analysis showed a predominance of the age group 25-34 years (44.8%), marital status single (55%), incomplete elementary school education (68%) and 1 minimum family wage (65% ). The variables of age and education showed a statistically significant correlation with markers of HBV infection. Risk factors such as cutting and piercing material sharing, tattoo, hospitalization, dental surgery and not condom use showed high frequency. The variable of hospitalization showed statistics association with markers of HBV infection. Serology by ELISA assay showed that 3% were positive for HBsAg, 15% reagents for Anti-HBc, 23% reagents for anti-HBs and 5% for anti-HCV. In the genotyping of samples was found wich from of 10 HBsAg positive samples, 4 samples had undetectable genotype, in 5 samples the genotype E was identified (still not mentioned in Brazil), and in 1 was identified the genotype F (third most prevalent the country) ; from the 17 positive samples for Anti-HCV, 41.2% had undetectable genotype, this same percentage was obtained for genotype 1, and in 17.6% of samples was found the genotype 3, in agreement with the Brazilian standard described in literature.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectDoença infectocontagiosapt_BR
dc.subjectEpidemiologiapt_BR
dc.subjectHepatite viral Bpt_BR
dc.subjectHepatite viral Cpt_BR
dc.subjectGenotipagempt_BR
dc.subjectPopulação carcerária femininapt_BR
dc.subjectCentro de Recuperação Feminino do Estado do Pará (CRF-PA)pt_BR
dc.subjectPará - Estadopt_BR
dc.titleAs hepatites B e C na população carcerária feminina do Pará: prevalência, genotipagem e fatores de riscopt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentNúcleo de Medicina Tropicalpt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::SAUDE COLETIVA::EPIDEMIOLOGIApt_BR
dc.contributor.advisor1MARTINS, Luisa Caricio-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1799493244439769pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3731040627448391pt_BR
dc.description.resumoO comportamento de alto risco característico do público carcerário contribui para que neste haja elevada prevalência de doenças transmissíveis por via sexual ou parenteral. Atentando para as elevadas taxas de Hepatite B e C nos presídios, este estudo tem por objetivo identificar os principais fatores de risco, a prevalência destas doenças e os genótipos encontrados. Este estudo é do tipo transversal analítico. A amostra constitui-se de 313 presidiárias do Centro de Recuperação Feminino do estado do Pará (CRF-PA) que aceitaram participar deste estudo e que estavam em bom estado de saúde físico e mental. Foram colhidas amostras de sangue e aplicado um questionário sócio epidemiológico. A análise sócio epidemiológica demonstrou predominância da faixa etária de 25 a 34 anos (44,8%), estado civil de solteira (55%), escolaridade de ensino fundamental incompleto (68%) e renda familiar de 1 salário mínimo (65%). As variáveis de idade e escolaridade demonstraram correlação estatística significante com os marcadores de infecção pelo HBV. Fatores de risco como compartilhamento de material pérfuro-cortante, tatuagem, internação hospitalar, cirurgia dentária e não uso de preservativo apresentaram frequência elevada, sendo a variável de internação hospitalar estatisticamente associada aos marcadores de infecção pelo HBV. A sorologia, por meio do teste de ELISA, demonstrou que 3% foram reagentes para o HBsAg, 15% reagentes para o Anti-HBc, 23% reagentes para o Anti-HBs e 5% reagentes para o Anti-HCV. Na genotipagem das amostras verificou-se que, das 10 amostras positivas para o HBsAg, 4 amostras tiveram o genótipo indetectável, em 5 identificou-se o genótipo E (ainda não citado no Brasil), e em 1 o genótipo F (terceiro mais prevalente do país); das 17 amostras positivas para o Anti-HCV, 41,2% obtiveram genótipo indetectável, esta mesma porcentagem foi obtida para o genótipo 1, e em 17,6% das amostras verificou-se o genótipo 3, concordando com o padrão brasileiro descrito na literatura.pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Doenças Tropicaispt_BR
Appears in Collections:Dissertações em Doenças Tropicais (Mestrado) - PPGDT/NMT

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