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dc.creatorSCHWANKE, Katiane-
dc.creatorSILVA, Aryane Maximina Melo da-
dc.creatorOLIVEIRA, Adlilton Pacheco de-
dc.creatorSILVA, Michele Bahia do Vale-
dc.creatorSILVEIRA, Fernando Tobias-
dc.creatorSCOFIELD, Alessandra-
dc.creatorCAVALCANTE, Gustavo Góes-
dc.date.accessioned2015-12-02T14:11:54Z-
dc.date.available2015-12-02T14:11:54Z-
dc.date.issued2014-03-
dc.identifier.citationSCHWANKE, Katiane et al. Diagnóstico molecular e frequência de anticorpos anti-Leishmania infantum chagasi em cães do município de Belém, Pará. Pesquisa Veterinária Brasileira, Rio de Janeiro, v. 34, n. 3, p. 255-260, mar. 2014. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/pvb/v34n3/10.pdf>. Acesso em: 30 nov. 2015. <http://dx.doi.org/10.1590/S0100-736X2014000300010>.pt_BR
dc.identifier.issn0100-736X-
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/7039-
dc.description.abstractVisceral leishmaniasis is a disease whose etiological agent in Brazil is Leishmania infantum chagasi. Dogs are considered urban reservoirs of the disease, being an indicator of the human cases occurrence. The present study aimed to diagnose L. infantum chagasi infection in stray and owned dogs in Belém, Pará State, by polymerase chain reaction (PCR) and indirect immunofluorescence assay (IFA) using two different antigens. Venous blood samples from adult dogs, regardless of gender or breed, of different neighborhoods in Belém-PA, were collected in tubes with and without anticoagulant to obtain DNA and serum, respectively. These animals were divided into two groups: stray dogs captured by the Center for Zoonosis Control (Group A) and owned dogs (Group B). Sera were analyzed by IFA testing for IgG using two different antigens: 1) Bio-Manguinhos/Fiocruz antigen kit (Ag-PRO) containing promastigotes of Leishmania sp. (Complex Major-Like), 2) Instituto Evandro Chagas Antigen (Ag-AMA) consisting of amastigotes of L. infantum chagasi. The evaluation of the two antigens was performed considering positive the reactions above the 1:80 dilution. Already PCR was performed with DNA isolated from whole blood of animals and amplified with the primers RV1 and RV2. Of the 335 samples analyzed, 10.4% (35/335) were positive by IFA (Ag-PRO) and 0.9% (3/335) with the Ag-AMA. The distribution of positive samples is given as follows: Group A 14.8% (25/169) with Ag-PRO and 1.2% (2/169) with Ag-AMA; Group B 6% (10/166) with Ag-PRO and 0.6% (1/166) with Ag-AMA, being that all samples positive by IFA with Ag-AMA also reacted with Ag-PRO, and none of the samples detected DNA of L. infantum chagasi. The findings of this study indicate that Belém can still be considered non-endemic area for canine visceral leishmaniasis and the nature of the antigen influences the result of the IFA for the detection of anti-L. infantum chagasi antibodies in dogs, and the IFA using promastigotes of Leishmania major-like antigen should be used with caution as a confirmatory diagnostic on epidemiological studies in non-endemic areas.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectDoenças infecciosaspt_BR
dc.subjectLeishmaniose visceralpt_BR
dc.subjectLeishmania infantum chagasipt_BR
dc.subjectPatologia molecularpt_BR
dc.subjectTeste sorológicopt_BR
dc.subjectBelém - PApt_BR
dc.subjectPará - Estadopt_BR
dc.subjectAmazônia brasileirapt_BR
dc.titleDiagnóstico molecular e frequência de anticorpos anti-Leishmania infantum chagasi em cães do município de Belém, Parápt_BR
dc.title.alternativeMolecular diagnosis and frequency of anti-Leishmania infantum chagasi antibodies in dogs in Belém/Pará, Brazilpt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.resumoA leishmaniose visceral é uma enfermidade cujo agente etiológico no Brasil é o protozoário Leishmania infantum chagasi. Os cães são considerados reservatórios urbanos da doença, sendo indicadores da ocorrência de casos humanos. O presente trabalho teve como objetivo diagnosticar a infecção por L. infantum chagasi em cães domiciliados e errantes do município de Belém, estado do Pará, através da reação em cadeia da polimerase (PCR) e da reação de imunofluorescência indireta (RIFI), empregando dois antígenos distintos. Amostras de sangue venoso de cães adultos, sem distinção de sexo ou raça, de diferentes bairros e épocas do ano da cidade de Belém-PA, foram colhidas em tubos sem e com anticoagulante para obtenção do soro e do DNA, respectivamente. Esses animais foram divididos em dois grupos: cães errantes capturados pelo Centro de Controle de Zoonoses (Grupo A) e cães domiciliados (Grupo B). Os soros foram analisados através do teste de RIFI para pesquisa de IgG utilizando-se dois antígenos distintos: 1) antígeno do kit Bio-Manguinhos/FIOCRUZ (Ag-PRO) contendo formas promastigotas de Leishmania sp. (complexo major-like); 2) Antígeno do Instituto Evandro Chagas (Ag-AMA) constituído por formas amastigotas de L. infantum chagasi. A avaliação dos dois antígenos foi realizada com as amostras reagentes a partir da titulação 1:80. Já a PCR foi realizada a partir do DNA extraído do sangue total dos animais e amplificado utilizando-se os iniciadores RV1e RV2. Das 335 amostras analisadas, 10,4% (35/335) foram reagentes na RIFI (Ag-PRO) e 0,9% (3/335) reagiram com o Ag-AMA. A distribuição das amostras positivas se deu da seguinte forma: Grupo A 14,8% (25/169) com Ag-PRO e 1,2% (2/169) com Ag-AMA; Grupo B 6% (10/166) com Ag-PRO e 0,6% (1/166) com Ag-AMA; sendo que todas as amostras positivas pelo teste de RIFI com o Ag-AMA também reagiram com o Ag-PRO e em nenhuma das amostras foi detectado o DNA de L. infantum chagasi. Os achados do presente estudo indicam que Belém ainda pode ser considerada área não endêmica para leishmaniose visceral canina e que a natureza do antígeno influencia no resultado da RIFI para a pesquisa de anticorpos anti-L. infantum chagasi em cães, sendo que a RIFI que utiliza formas promastigotas de Leishmania major-like como antígeno deve ser utilizada com cautela como método diagnóstico confirmatório em estudos epidemiológicos em áreas não endêmicas para LVC.pt_BR
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