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dc.creatorCHISTÉ, Renan Campos-
dc.creatorCARDOSO, Jonnahta Monteiro-
dc.creatorSILVA, Diego Aires da-
dc.creatorPENA, Rosinelson da Silva-
dc.date.accessioned2017-06-12T15:52:28Z-
dc.date.available2017-06-12T15:52:28Z-
dc.date.issued2015-08-
dc.identifier.citationCHISTE, Renan Campos et al. Hygroscopic behaviour of cassava flour from dry and water groups. Ciência Rural, Santa Maria, v. 45, n. 8, p. 1515-1521, ago. 2015. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-84782015000801515&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 12 jun. 2017. <http://dx.doi.org/10.1590/0103-8478cr20140338>.pt_BR
dc.identifier.issn1678-4596pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/8682-
dc.description.abstractCassava flour from dry and water groups are important starch products widely consumed in the Amazonian region of Brazil. In this study, the moisture sorption isotherms of cassava flour from dry and water groups were obtained in the water activity (aw) range from 0.09 to 0.94 (dry group) and 0.07 to 0.93 (water group) at 25°C and the applicability of eight mathematical models in data prediction was evaluated. Both cassava flour from dry and water groups exhibited type II isotherms (sigmoid) and the hysteresis effect between adsorption and desorption isotherms was shown almost over the entire range of aw. The moisture of cassava flour from dry and water groups should not exceed 11.3g H2O 100g-1(aw=0.6) to ensure the theoretical microbiological stability and the monolayer moisture value (9.0 and 7.9 g H2O 100g-1, respectively) indicated the level of moisture content to be reached during the drying process to avoid unnecessary power consumption. Finally, the data fit showed that the mathematical model of GAB were able to predict efficiently the sorption isotherms of both cassava flour from dry and water group at the entire aw range.pt_BR
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dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.relation.ispartofCiência Ruralpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectFarinha de mandiocapt_BR
dc.subjectProdutos Amiláceospt_BR
dc.subjectManihot esculentapt_BR
dc.subjectComportamento higroscópicopt_BR
dc.titleHygroscopic behaviour of cassava flour from dry and water groupspt_BR
dc.title.alternativeComportamento higroscópico das farinhas de mandioca tipos seca e d'águapt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.citation.volume45pt_BR
dc.citation.issue8pt_BR
dc.citation.spage1515pt_BR
dc.citation.epage1521pt_BR
dc.description.resumoAs farinhas de mandioca do grupo seca e do grupo d'água são produtos amiláceos amplamente consumidos na região amazônica do Brasil. Neste estudo, as isotermas de adsorção e dessorção de umidade foram obtidas para ambos os produtos a 25°C, na faixa de atividade de água (aw) de 0,09 a 0,94 (tipo seca) e 0,07 a 0,93 (tipo d'água). Foi avaliada a aplicabilidade de oito modelos matemáticos na predição das isotermas de sorção. Tanto a farinha tipo seca quanto a farinha tipo d'água apresentaram isotermas tipo II (sigmoide) e um efeito de histerese entre as isotermas de adsorção e dessorção, que se estendeu em toda a faixa de aw. Para que a estabilidade microbiológica teórica seja assegurada, a umidade em ambas as farinhas de mandioca não pode alcançar valores superiores a 11,3 g H2O 100g-1 (aw=0,6). O valor da monocamada das farinhas seca e d'água (9,0 e 7,9 g H2O 100g-1, respectivamente) indicou que esses níveis de umidade não devem ser atingidos durante a secagem dos produtos, para evitar gasto desnecessário de energia. Finalmente, o modelo de GAB mostrou-se altamente eficiente na predição das isotermas de sorção de ambos os produtos, em toda a faixa de aw estudada.pt_BR
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