Programa de Pós-Graduação em Doenças Tropicais - PPGDT/NMT
URI Permanente desta comunidadehttps://repositorio.ufpa.br/handle/2011/3558
O Programa de Pós-Graduação em Doenças Tropicais (PPGDT) integra o Núcleo de Medicina Tropical (NMT) da Universidade Federal do Pará (UFPA), realizando atividades de ensino, pesquisa e extensão e atuando na formação de docentes-pesquisadores para o estudo e o ensino das doenças tropicais e das patologias regionais no estado do Pará e na Amazônia.
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Navegando Programa de Pós-Graduação em Doenças Tropicais - PPGDT/NMT por Orientadores "FUZII, Hellen Thais"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Aspectos clínicos e epidemiológicos da infecção genital pelo Papilomavírus humano (HPV) em adolescentes da região metropolitana de Belém(Universidade Federal do Pará, 2012-05-10) CAMPOS, Ana Carla Araújo; FUZII, Hellen Thais; http://lattes.cnpq.br/0026958665547973A adolescência é um período de vida da mulher marcado por transformações biológicas e psicológicas que influenciam intensamente sua saúde futura. Essas mulheres são mais suscetíveis às DST. A infecção pelo HPV é uma das DST mais frequentes, sendo importante avaliar a sua prevalência, devido sua ligação com o câncer uterino. Este estudo avaliou a prevalência da infecção genital por HPV na população adolescente do sexo feminino em Belém. Estes dados foram correlacionados com fatores sócio demográficos, comportamentais e reprodutivos. Foi realizado um estudo transversal entre agosto de 2009 e agosto de 2011, com 134 mulheres entre 13 e 19 anos que procuraram a Unidade Materno-Infantil e Adolescente de Belém para exame de rastreamento do câncer do colo do útero. As pacientes selecionadas responderam a um questionário sobre os dados sócio demográficos, comportamentais e reprodutivos. Foi realizada coleta de material cervicovaginal para citologia convencional e escovado cervical para detecção de DNA-HPV por técnica da reação em cadeia de polimerase (PCR). A associação da infecção por HPV e fatores de risco selecionados foi avaliada por meio do teste do Qui-quadrado (χ2) e/ou exato de Fisher, todos com um nível alfa de significância de 0,05. A infecção genital pelo Papillomavirus humano apresentou a prevalência de 22%, sendo o HPV 58 o mais prevalente com 31% e o HPV 11 o menos comum com 3,4%. Entre as adolescentes 51,7% apresentaram infecção por outros tipos de HPV não incluídos na vacina quadrivalente (6, 11, 16 e 18), e 76,2% apresentavam infecção por pelo menos um tipo de HPV do grupo de alto risco. Foram encontradas alterações citológicas em 6,2% dos esfregaços cervicais. Os fatores de risco associados à infecção genital por HPV encontrados neste estudo foram escolaridade superior a oito anos, coitarca com idade maior que 14 anos, uso de anticoncepcional oral por mais de um ano, uso atual de anticoncepcional oral, gravidez com 14 anos ou menos e achado citológico anormal. Este estudo evidenciou o predomínio de HPV de alto risco não imunoprevenível nas amostras cervicais, demonstrando a necessidade de novas políticas de prevenção primária e secundária, que envolvam as adolescentes através de discussão e orientação motivando-as a participar ativamente na promoção da própria saúde.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Aspectos clínicos e epidemiológicos da infecção pelo Papilomavírus Humano (HPV) em mulheres da população urbana e ribeirinha no município de Santarém-PA(Universidade Federal do Pará, 2013) LIMA, Maria Mônica Machado de Aguiar; FUZII, Hellen Thais; http://lattes.cnpq.br/0026958665547973O papiloma vírus humano (HPV) é um vírus que infecta a pele e a mucosa. Está associado ao câncer do colo do útero, por aumentar a probabilidade deste acontecer, mas paralelo a este, outros fatores comportamentais de risco devem ser averiguados. Tendo como foco a investigação da prevalência e os aspectos clínicos epidemiológicos da infecção genital pelo HPV em mulheres de população Urbana e Ribeirinha do município de Santarém-Pará, foi realizado um estudo comparativo, observacional, descritivo e analítico, do tipo transversal, onde houve a seleção de 511 mulheres, sendo 391 mulheres da população Urbana (38,54 ± 11,4 anos de idade) e 120 da população Ribeirinha (37,2 ± 11,7 anos de idade). Para a coleta de dados, realizou-se uma entrevista contendo informações acerca dos fatores que podem estar associados à prevalência de HPV e câncer cervical, além de uma coleta de material biológico que foi analisado através da citologia oncótica, isolamento do DNA e PCR. A tabulação dos dados foi realizada no programa Excel e a análise estatística no aplicativo Bioestat 5.0®. Verificou-se uma baixa prevalência do HPV, comparando-se com resultados de pesquisas de outras regiões. Notou-se homogeneidade dos resultados das mulheres de ambas as populações, divergindo apenas nos tópicos escolaridade, tabagismo atual, número de parceiros sexuais durante a vida e uso de anticoncepcional oral durante a vida. Conclui-se que, apesar da localização geográfica, não há para o município de Santarém uma grande mudança no perfil das mulheres entre dados encontrados na população urbana e na população ribeirinha quanto à epidemiologia do HPV.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Aspectos clínicos, epidemiológicos da infecção genital pelo Papilomavírus humano em gestantes do município de Imperatriz, Maranhão(Universidade Federal do Pará, 2012) SOUSA, Graciene Pereira de; FUZII, Hellen Thais; http://lattes.cnpq.br/0026958665547973Sabe-se que a infecção pelo Papilomavírus humano (HPV) apresenta ampla distribuição na população, sendo considerada a doença sexualmente transmissível (DST) mais frequente mundialmente. Sua transmissão ocorre por exposição sexual em cerca de 98% dos casos e seu pico de positividade é observado entre mulheres na idade reprodutiva, principalmente nos primeiros anos de atividade sexual. Em geral, a infecção é limitada pela ação do sistema imunológico, o qual elimina o vírus no prazo de até 2 anos. Alterações que interfiram na ação do sistema imunológico podem interferir no curso da infecção pelo HPV, como em indivíduos com AIDS. Durante a gravidez ocorrem alterações fisiológicas que modificam a resposta imunológica para a não rejeição do feto semi-alogênico. Isso poderia interferir na evolução da infecção pelo HPV, porém, isto ainda é controverso. Este estudo teve como objetivo analisar a prevalência da infecção pelo HPV em mulheres grávidas no município de Imperatriz, MA e investigar as possíveis associações existentes entre a infecção genital pelo HPV e fatores sociodemográficos, comportamentais, sexuais, contraceptivos, reprodutivos e clínico - ginecológicos selecionados.Foi realizado um estudo transversal, com 168 mulheres grávidas no município de Imperatriz- MA. As pacientes selecionadas responderam a um questionário sobre os dados sócio demográficos, comportamentais e reprodutivos. Foi realizada coleta de material cervicovaginal para citologia convencional e escovado cervical para detecção de DNA-HPV por técnica da reação em cadeia de polimerase (PCR). A associação da infecção por HPV e fatores de risco selecionados foi avaliada por meio do teste do Qui-quadrado (2) e/ou exato de Fisher, todos com um nível alfa de significância de 0,05. Foram estudadas 200 amostras de material do colo do útero foi coletado para realização do exame Citopatológico e para identificação do DNA-HPV através por PCR. A prevalência da infecção genital pelo HPV em gestante na cidade de Imperatriz foi de 17,6%, sendo que a maior prevalência ocorreu na faixa etária entre 18 a 25 anos, a qual foi de 21,5%. Em relação à situação marital, nota-se que as gestantes solteiras apresentaram maior risco de adquirir a infecção pelo HPV que as casadas (OR= 4,03; p= 0,0046). Quanto às características reprodutivas, verifica-se as gestantes que afirmaram serem primigestas apresentaram maior prevalência da infecção pelo HPV, com 29%, sendo estatisticamente significantes (p=0,001), tendo 4 vezes mais chances de adquirir a infecção pelo HPV em relação às mulheres que engravidaram 2 ou mais vezes. Interessantemente, as mulheres que estavam realizando o primeiro PCCU na ocasião, apresentaram maior prevalência da infecção pelo HPV (25%) em relação àquelas que já haviam realizado este exame anteriormente.Os resultados mostraram uma elevada prevalência de HPV em Gestantes jovens com idade menor que 25 anos, em primigestas e entre as que realizaram PCCU pela primeira vez, portanto observa-se a necessidade de medidas para promoção e prevenção de saúde com esse alvo de gestante específico dentro da rotina de serviço Hospitalar . Desta forma, acredita-se que esses dados possam ser muito úteis no planejamento de programas, incluindo o controle de Doenças sexualmente transmissíveis, principalmente o HPV.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Aspectos clínicos, epidemiológicos e moleculares do papilomavírus genital em adolescentes gestantes(Universidade Federal do Pará, 2013-08-14) CAVALCANTE, José Carlos Wilkens; FUZII, Hellen Thais; http://lattes.cnpq.br/0026958665547973O câncer cervical representa o terceiro câncer mais comum no mundo. Tem como agente etiológico o HPV. O HPV é a doença sexualmente transmissível mais prevalente no mundo, sendo que a faixa etária mais acometida é de mulheres jovens. A adolescência é uma época de transformações corporais, sociais e comportamentais, que se reflete no despertar consciente da adolescente pelo sexo, o que pode levar ao contato com as doenças sexualmente transmissíveis e à gravidez prematura. Sendo assim, é uma época na qual a mulher está mais susceptível a infecção, como a do HPV. Dedicou-se a estimar a prevalência de HPV e avaliar os fatores associados a essa infecção em gestantes adolescentes no Sistema Único de Saúde de Belém, Estado do Pará. Foi um estudo transversal prospectivo incluindo 257 grávidas de 12 a 19 anos assistidas nas unidades de saúde municipal (Curió e Tapanã) e estadual (Unidade de Referência Materno-infantil e ambulatório da Mulher do Hospital Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará). As pacientes selecionadas foram submetidas a um questionário clínico epidemiológico e a colheita de material cervico-vaginal para detecção de DNA-HPV por técnica da reação em cadeia de polimerase (PCR). A associação da infecção por HPV e fatores de risco selecionados foram avaliadas por meio do teste do Qui-quadrado (χ2) e/ou exato de Fisher, todos com um nível alfa de significância de 0,05. A prevalência do HPV foi de 38,1% (98/257) acometendo preferencialmente adolescentes no terceiro trimestre gestacional (44,4%, p=0,0312), entre 11 e 14 anos, com menos de 6 anos de estudo e as que não possuíam companheiro. Os fatores de risco associados com a infecção pelo HPV na população, podendo variar também de acordo com o trimestre, foram “2 ou mais parceiros na vida”, “primeira gestação” e “problemas genitais”. Estes achados mostram a susceptibilidade das adolescentes à infecção pelo HPV e, consequentemente, ao desenvolvimento de lesões pré-neoplásicas e malignas. Com isso, há necessidade de políticas públicas educativas na promoção da saúde.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Avaliação clínica e epidemiológica do papilomavírus humano em mulheres idosas em unidades de saúde em Belém –Pará -Brasil(Universidade Federal do Pará, 2014-08-27) FREITAS, Wiviane Maria Torres de Matos; FUZII, Hellen Thais; http://lattes.cnpq.br/0026958665547973O envelhecimento é um fenômeno real que traz modificações individuais e sociais. Dentre estas modificações atuais encontra-se a permanência da população idosa no campo de atividade sexual. Outrora esse evento era particular aos jovens, hoje os idosos além de serem sexualmente ativos ainda se expõem cada vez mais às doenças sexualmente transmissíveis (DST), incluindo a infecção pelo Papilomavírus Humano –HPV, por não adotarem hábitos seguros como o uso do preservativo. As taxas de DST em idosos tornam-se preocupantes quando associadas ao número crescente de câncer do colo do útero nesta população. O estudo teve por objetivo avaliar clinica e epidemiologicamente o HPV em mulheres idosas de unidades de saúde em Belém/PA. Trata-se de um estudo transversal, analítico e quantitativo. As informações foram coletadas por meio de questionário clinico e epidemiológico contendo variáveis sobre coitarca, parceiros sexuais, hábitos de etilismo e tabagismo, etc. Foram coletadas células da cérvix uterina para realização de colpocitologia oncótica, extração de DNA e detecção de DNA do HPV. A detecção do HPV foi realizada por técnica de PCR e para subtipagem a de PCR em tempo real. As coletas se deram após aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa do Núcleo de Medicina Tropical/UFPA sob o parecer nº 401.991 e analisadas por meio da construção do banco de dados e aplicados os testes Qui-quadrado e Exato de Fisher com nível de significância admitido de α ≤ 0,05. Para análise dos resultados, contou-se com 159 amostras de idosas, em média de 67,98 anos de idade, em maioria viúvas e com ensino fundamental incompleto. Registrou-se uma prevalência de 6,28% de infecção por HPV nessas idosas pesquisadas, observou-se uma importante relação da infecção com a multiplicidade de parceiros (p≤0,006) e o hábito de tabagismo na vida (p≤0,03). Outro fato importante são as idosas em atividade sexual, pois apresentaram maior prevalência de HPV (14,28%) do que as sem atividade (2,72%). Acrescenta-se o evento de uma idosa com infecção pelo vírus ter um subtipo de alto risco oncológico (HPV16), além do que todas as idosas receberam o resultado citológico dentro dos padrões de normalidade. Conclui-se que apesar da prevalência se apresentar decrescente nesta faixa etária, as idosas estão expostas a fatores de risco que podem contribuir com aumento nas taxas de câncer do colo do útero, destacando a importância desta pesquisa e do constante rastreio nestas mulheres.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Correlação entre a avaliação clínica e o padrão de resposta imunológica periférica de pacientes acometidos por Paraparesia espástica tropical/mielopatia associada ao Vírus linfotrópico de celulas T humanas do tipo 1 (HTLV-1)(Universidade Federal do Pará, 2012) DIAS, George Alberto da Silva; FUZII, Hellen Thais; http://lattes.cnpq.br/0026958665547973O vírus linfotrópico de células T humanas do tipo 1 (HTLV-1) e um retrovírus endêmico em várias regiões do mundo infectando cerca de 10 a 20 milhões de pessoas. Está associado a duas principais manifestações clínicas: a leucemia/linfoma de células T do adulto (LLcTA) e a paraparesia espástica tropical/mielopatia associado ao HTLV-1 (PET/MAH). Apenas 2 a 5% dos indivíduos infectados desenvolvem doenças associadas ao vírus, enquanto a maioria permanece assintomática. A PET/MAH é a manifestação clínica associada ao vírus mais comum. É uma doença inflamatória do sistema nervoso central e o mecanismo pelo qual o HTLV-1 induz o surgimento da PET/MAH ainda não está totalmente esclarecido. Esse vírus infecta preferencialmente as células CD4+, que possuem uma participação importante na resposta imunológica. Essa interação vírus-hospedeiro pode levar a um desequilíbrio da resposta imunológica, com produção aumentada de citocinas inflamatórias. Essa alteração na produção dessas citocinas está relacionada ao desenvolvimento da PET/MAH. Tendo em vista compreender melhor a fisiopatologia da PET/MAH, este trabalho visa analisar a resposta imunológica periférica e correlacioná-la com os sintomas clínicos desenvolvidos por esses pacientes, como espasticidade e fraqueza muscular, e, consequentemente, necessidade de auxílio na marcha. No presente estudo, avaliou-se 28 pacientes infectados por HTLV-1, sendo 8 indivíduos com PET/MAH e 20 indivíduos sem PET/MAH. A expressão gênica relativa das citocinas IFN-γ, IL-4, IL-5 e IL-10 para esses pacientes foram realizadas através de PCR em tempo real. De cada paciente foi coletada amostra de sangue periférico para a separação de células linfomononucleares, para posterior extração de RNA total utilizando o reagente Trizol. Em seguida o mRNA foi submetido a transcrição reversa para obtenção do cDNA. A quantificação das citocinas foi realizada no StepOnePlus (Applied Biosystem) com o reagente SybrGreen (Applied Biosystem). O cálculo da expressão foi feita com a fórmula 2-ΔCT, onde ΔCT e CTgene – CTgene constitutivo, sendo os genes constitutivos utilizados o GAPDH e β-actina. Os pacientes também foram avaliados clinicamente para espasticidade muscular através da escala de Ashworth Modificada, além do grau de força muscular e do auxílio na marcha. Os pacientes com PET/MAH apresentaram maior expressão gênica de IFN-γ (Mediana: 2,9 x 10- 3) em relação aos pacientes sem PET/MAH (Mediana: 1,1 x 10-3), sendo o p = 0,0710. Essa expressão aumentada de IFN-γ está positivamente relacionada com espasticidade (r = 0,2795), grau de fraqueza muscular (r = 0,6580) e auxílio de marcha (r = 0,7216). Outro dado importante foi que os pacientes com PET/MAH que utilizam cadeira de rodas apresentaram maior expressão de IFN-γ quando comparados aos indivíduos com PET/MAH que não utilizam cadeira de rodas (p = 0,0371). Os pacientes infectados por HTLV-1 que desenvolvem PET/MAH apresentam aumento da resposta Th1 em relação aos pacientes que não desenvolveram PET/MAH, e esse aumento de expressão de IFN-γ está relacionado com o desenvolvimento e progressão da doença.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Estudo da função tímica em portadores de HTLV-1 com PET/MAH(Universidade Federal do Pará, 2017) GOMES, Jéssica Antonia Nunes; FUZII, Hellen Thais; http://lattes.cnpq.br/0026958665547973Dos portadores de HTLV-1, 90% permanecem assintomáticos, 2-3% desenvolvem Leucemia Linfoma de Células T do Adulto (LLcTA) e 0,25-4% desenvolvem Paraparesia Espástica Tropical/ Mielopatia Associada ao HTLV (PET/MAH). Na PET/MAH, são encontrados infiltrados de células T CD8+ específicas na medula que destroem as células T CD4+ infectadas, levando a uma resposta imunológica ativada crônica. As células T recém-emigradas do timo (ou células T naïve) possuem círculos excisados pelo rearranjo do gene do receptor de células T (TREC) que não duplicam na proliferação celular, sendo um bom indicador para quantificar o número de células T naïve e assim avaliar a função tímica. O presente estudo almejou Verificar a função tímica de pacientes portadores da infecção pelo vírus HTLV-1 através da quantificação do número de TREC em células mononucleares do sangue periférico. Trata-se de um estudo transversal analítico, realizado com 39 pacientes, acima de 18 anos, divididos em dois grupos: com PET/MAH (PET) e sem PET/MAH (NPET). Foi realizada avaliação clínica e fisioterapêutica, coleta de sangue, separação das células linfomononucleares, extração de DNA e RNA, curva absoluta de TREC, quantificação de DNA e RNA, detecção e quantificação de partículas TREC, síntese de cDNA, expressão gênica da citocina IL-7 e análise estatística com os testes de Mann-Whitney e correlação de Spearman, com o valor de p ≤ 0,05 como nível de significância. Dos 39 pacientes estudados, dois foram excluídos do estudo por apresentarem doença autoimune. Quanto à comparação entre grupos da quantificação de TREC: há diferença entre o grupo PET e NPET (p = 0,01), nos pacientes com idade ≤59 anos entre os grupos PET e NPET (p = 0,04), nas pacientes do sexo feminino entre o grupo PET e NPET (p = 0,003) e o grupo com cadeira de rodas e sem cadeira de rodas (p = 0,05). Já com relação à comparação da expressão gênica de IL-7 entre grupos: no grupo NPET há diferença entre o grupo ≤59 anos e o ≥60 anos (p = 0,02), no sexo feminino há diferença entre o grupo PET e NPET (p = 0,04). A função tímica mostrou-se prejudicada em pacientes portadores de HTLV-1 com PET/MAH comparados àqueles sem PET/MAH, pois houve um prejuízo na produção de células T naïve nessa população, mostrada através das diferenças entre variáveis tanto no grupo PET e NPET com relação à quantificação de TREC. Apesar de ainda não estar clara a importância deste comprometimento no desencadeamento e/ou evolução da PET/MAH, infere-se que a redução da produção de células T naïve pode alterar a resposta imunológica nesses pacientes, repercutindo diretamente no quadro clínico dos mesmos.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Estudo da prevalência da infecção pelo Papiloma Vírus Humano (HPV) em mulheres no climatério em um hospital de referência de Belém(Universidade Federal do Pará, 2015-04-10) BALBI, Florentina do Socorro Martins; FUZII, Hellen Thais; http://lattes.cnpq.br/0026958665547973O Papiloma vírus humano (HPV) infecta uma grande parcela da população feminina mundial, aproximadamente, 291 milhões de mulheres sendo a principal causa do câncer de colo uterino. O câncer de colo uterino tem sua maior incidência após 40 anos de idade, o que coincide com a idade do climatério. Sendo assim, investigar a presença da infecção genital pelo HPV e seus fatores de risco em mulheres no climatério é de grande importância para avaliar a susceptibilidade desta população para o desenvolvimento de câncer. Com isso, este estudo teve como objetivo investigar os aspectos epidemiológicos da infecção genital pelo HPV em mulheres da região metropolitana de Belém, no período do climatério Foram avaliadas 213 mulheres entre 35 a 60 anos, atendidas no Ambulatório da Mulher da Fundação Santa Casa do Pará, no período de janeiro de 2009 a dezembro de 2011. Foram coletados dados clínicos e epidemiológicos das pacientes através de um formulário. As amostras para detecção do DNA do HPV também foram colhidas utilizando escova citológica. Para a detecção do HPV foi utilizada Reação em cadeia de polymerase (PCR) com oligonucleotídeos iniciadores MY9/MY11. E para tipagem dos subtipos HPV6, 11, 16, 18, 31, 33, 35, 52 e 58 foi realizada PCR em tempo real com sondas específicas. Entre as 213 mulheres estudadas, a prevalência geral de infecção genital pelo HPV foi de 11,7%. Os fatores de risco que foram associados à infecção por HPV foram o uso irregular do preservativo ( OR 1.11), e a coitarca com idade igual ou inferior a 14 anos ( OR 1). As frequências dos subtipos testados entre as amostras positivas para HPV foram de 4% para HPV 11, 16, 31, 33 e de 8% para HPV 6 e 35.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Estudo da prevalência da infecção pelo Papiloma Vírus Humano (HPV) em mulheres portadoras de Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) em um hospital de referência de Belém(Universidade Federal do Pará, 2012) AMARAL, Juliana Lasmar Ayres do; FUZII, Hellen Thais; http://lattes.cnpq.br/0026958665547973Introdução: O câncer de colo uterino representa o terceiro câncer mais comum no mundo e o Papiloma Vírus Humano (HPV) está diretamente implicado, porém doenças auto-imunes, como o Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES), podem comportar-se como fator facilitador para esta infecção e o desenvolvimento do câncer. Objetivo: Analisar a prevalência da infecção pelo HPV e fatores de risco associados em pacientes lúpicas atendidas em um centro de referência em Belém-Pará. Método: Estudadas 70 mulheres lúpicas que realizaram exame Preventivo do Câncer de Colo Uterino (PCCU) e foram divididas em dois grupos, mulheres infectadas pelo HPV (n= 16) e não infectadas pelo vírus (n= 54). A detecção e subtipagem viral foram realizadas por Reação em Cadeia de Polimerase (PCR). Aplicados os testes do Qui-quadrado, binominal, Fisher e t de Studentcomnível alfa = 0,05 para rejeição da hipótese nula. Resultados: A prevalência encontrada do HPV nessas pacientes foi de 22,8% e a faixa etária entre 18 a 25 anos foi relacionada com o aumento do risco para infecção pelo HPV (p < 0,001*). Alterações no PCCU e sintomas músculo-esqueléticos obtiveram, também, significância estatística para o aumento desse risco (p = 0,0360*, p = 0,0463* respectivamente). O uso de imunossupressores, não teve associação com a infecção pelo vírus. Os subtipos mais prevalentes nessa população foram o HPV tipo 58 (37,5%) e o 31 (31,3%). Duas pacientes apresentaram infecção múltipla. Conclusão: Nas pacientes lúpicas estudadas o fator idade foi implicado em um maior risco de infecção, a maioria dessas pacientes apresentava de 1 a 5 anos de diagnóstico e todas as pacientes com HPV positivo apresentavam alterações no exame do PCCU.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Estudo do HPV em fragmento uterino de mulheres com câncer do colo do útero(Universidade Federal do Pará, 2012) FREITAS, Maria da Conceição Nascimento; FUZII, Hellen Thais; http://lattes.cnpq.br/0026958665547973O câncer do colo do útero representa um importante problema de saúde publica, constituindo a primeira causa de morte entre as mulheres do Sul e Leste da África, America Central e Centro Sul da Ásia. Levantamentos do INCA para 2013 estimam 17 casos novos dessa neoplasia para cada 100.000 mulheres no Brasil, sendo que o número de casos novos será de 17.540. Este tipo de câncer é o segundo mais incidente no sexo feminino. O HPV é o principal fator de risco para o desenvolvimento da doença, entretanto não é suficiente para causá-lo, necessitando de outros fatores associados. Este estudo teve como objetivo avaliar a prevalência do HPV e subtipos em mulheres com câncer do colo do útero e traçar o perfil epidemiológico das mulheres acometidas por este agravo. Para isso, foi realizada detecção do DNA do HPV e tipagem dos subtipos 6, 11, 16, 18, 31, 33, 35, 52, e 58 por PCR. Além disso, foi aplicado um formulário epidemiológico. Noventa e sete por cento aproximadamente das amostras de câncer do colo do útero foram positivas para HPV. A prevalência do subtipo HPV 16 foi de 48,6%, do subtipo HPV 58 foi de 10,8%, do subtipo HPV 52 foi de 5,4% e dos subtipos HPV 18 e HPV 33 foi de 2,7%. As mulheres em geral eram casadas tiveram a coitarca após os 15 anos de idade, possuíam baixa escolaridade, sendo a maioria analfabeta ou com ensino fundamental incompleto. Dividindo as mulheres por idade, até 45 anos e mais de 45 anos, não foi possível detectar diferenças nas variáveis testadas, a não ser pelo uso de preservativo que foi maior nas mulheres de até 45 anos, sendo estatisticamente.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Estudo epidemiológico da infecção genital pelo Papilomavírus humano (HPV) em mulheres do município de Bragança, Pará(Universidade Federal do Pará, 2016-04-27) COELHO, Thaís da Conceição Costa; FUZII, Hellen Thais; http://lattes.cnpq.br/0026958665547973O câncer do colo uterino é um problema de saúde pública mundial. Apesar do fácil rastreamento e apresentar altas taxas de cura, quando detectado no início, ainda é responsável pelo óbito de aproximadamente 230 mil mulheres, sendo mais de 80% ocorridos nos países em desenvolvimento. Portanto, o objetivo desta pesquisa consistiu em realizar um estudo acerca da prevalência da infecção genital pelo Papilomavírus Humano (HPV) e os fatores de risco associados em mulheres residentes no município de Bragança, no Estado do Pará. Trata-se de um estudo clínico observacional transversal e analítico, realizado no Hospital Regional de Bragança Antônio Maria Zaccaria e nas unidades de saúde daquele município, por meio da coleta de dados através de um formulário clínico epidemiológico e colheita de amostras biológicas de células do colo uterino, para então detecção do HPV com a técnica de biologia molecular conhecida como “Nested-PCR. A prevalência do HPV foi de 37,5% nas mulheres no município de Bragança, tendo os seguintes subtipos identificados: 11, 16, 18, 31, 35, 52 e 58. Destes, os mais prevalentes foram o 16 e o 35, além de três casos de coinfecção de subtipos. Em relação aos fatores de risco, não houve nenhuma associação com a infecção pelo HPV, porém foi possível traçar um perfil das mulheres infectadas. Essas mulheres eram predominantemente casadas, com faixa etária entre 18 e 25 anos, possuíam alta escolaridade, não tabagistas, porém etilistas, apresentaram coitarca a partir dos 15 anos, mais de 5 parceiros sexuais ao longo da vida, um ou mais parceiros no último ano, sendo pelo menos um parceiro novo; não faziam uso regular de contraceptivos, tiveram até duas gestações, um parto, pelo menos um aborto e estavam realizando o primeiro exame de PCCU. Como conclusão, verificou-se uma alta prevalência do HPV nessas mulheres, e com este perfil em relação aos fatores de risco, pode-se elaborar ações em saúde voltada para a população de Bragança, visando minimizar a transmissão deste vírus e o desenvolvimento de câncer de colo uterino.Tese Acesso aberto (Open Access) Padrão de resposta imunológica periférica em pacientes infectados pelo HTLV-1 e sua correlação com as manifestações neurológicas funcionais nos indivíduos com PET/MAH(Universidade Federal do Pará, 2014) DIAS, George Alberto da Silva; FUZII, Hellen Thais; http://lattes.cnpq.br/0026958665547973O vírus linfotrópico de células T humanas do tipo 1 (HTLV-1) está associado principalmente a leucemia/linfoma de células T do adulto (LLcTA) e a paraparesia espástica tropical/mielopatia associado ao HTLV-1 (PET/MAH). A PET/MAH é uma doença inflamatória do sistema nervoso central (SNC), porém o mecanismo pelo qual o HTLV-1 induz a PET/MAH ainda não está totalmente esclarecido. Acredita-se que a interação vírus-hospedeiro pode levar ao desequilíbrio na resposta imunológica, com produção aumentada de citocinas inflamatórias, podendo estar relacionada ao desenvolvimento da PET/MAH. Assim, este trabalho visa analisar a resposta imunológica periférica dos pacientes portadores do HTLV-1 e correlacioná-la com as manifestações neurológicas funcionais dos pacientes com PET/MAH. Foram incluídos 69 pacientes neste estudo, sendo 43 portadores do HTLV-1 sem PET/MAH e 26 portadores do HTLV-1 com PET/MAH. Nos pacientes com PET/MAH as manifestações neurológicas funcionais avaliadas foram: força muscular, tônus muscular, equilíbrio e grau de auxílio da marcha. Cinco (05) mL de sangue foram coletados em tubo com EDTA de cada paciente e as células linfomononucleares foram separadas utilizando Ficoll-Paque. O RNA total foi extraído de 106 células utilizando o reagente Trizol. Após quantificação do RNA, 1 μg do mRNA foi submetido a transcrição reversa para obtenção do cDNA. A expressão gênica relativa das citocinas IFN-, TNF-, IL-4, IL-10 e TGF- foram realizadas através da PCR em tempo real utilizando o StepOnePlus (Applied Biosystem) com o reagente SybrGreen (Applied Biosystem). Para o cálculo da expressão gênica foi realizada através da fórmula 2-CT, onde CT é CTgene – CTgene constitutivo, sendo os genes constitutivos utilizados o GAPDH e β-actina. Os pacientes com e sem PET/MAH apresentaram predomínio de expressão gênica do perfil Th1, principalmente de IFN-. Foi observado também que nos pacientes com PET/MAH houve expressão aumentada de TNF-. O perfil Th2 (IL-4) apresentou-se diminuído, principalmente nos pacientes com PET/MAH. Quanto à resposta antiinflamatória, a expressão de IL-10 se mostrou prejudicada nos pacientes com PET/MAH e a expressão de TGF- inicialmente se mostrou elevada em ambos os grupos. Após análises da razão entre TGF-IL-10 pode-se observar que a expressão de TGF- se manteve quase que equiparada a expressão de IL-10, sugerindo a sua participação não como citocina antiinflamatória, mas como possível ação de reparação tecidual. O perfil inflamatório associou-se positivamente com o grau de auxílio na marcha e o equilíbrio, apresentando resultados significantes somente para a expressão de IFN-. Os pacientes infectados pelo HTLV-1 que desenvolvem PET/MAH apresentam aumento da resposta Th1 em relação aos pacientes que não desenvolveram PET/MAH, e esse aumento de expressão de IFN- está relacionado com o desenvolvimento e progressão da doença.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Prevalência do papilomavírus humano em mulheres portadoras do vírus da imunodeficiência humana atendidas no serviço de atendimento especializado de Imperatriz-MA(Universidade Federal do Pará, 2012) CASANOVA, Franciara Batista; FUZII, Hellen Thais; http://lattes.cnpq.br/0026958665547973O presente trabalho tem objetivo de avaliar a prevalência do HPV e os fatores de risco associados à coinfecção HIV HPV. Foram analisadas 78 amostras cervicais de mulheres HIV-positivas atendidas no SAE do Programa Municipal de DST/AIDS de Imperatriz do Maranhão. Realizaram-se os exames de citopatologia e amplificação por PCR. Como instrumento para coleta de dados foi utilizado um questionário. A positividade do DNA de HPV foi de 74,36%. Em nosso estudo a citologia diagnosticou alterações em 16 (20,51%) dos casos. Foi detectado DNA HPV em 71% das pacientes com citologia classificada como inflamatória, e 93,7% das citologias alteradas. Dentre as alterações destacamos ASCUS com 100%; ASCUH 100%; LIE de baixo grau 100%; LIE de alto grau 66,6%. Analisando os fatores de risco sócio-demográficos desta população em relação a prevalência da infecção pelo HPV, notou-se que mulheres que relataram nunca ter feito uso de álcool apresentaram maior prevalência 87,5% e mulheres que fazem uso de cigarro atualmente, 84,6% estavam infectadas pelo HPV. Não houve diferenças entre as variáveis “situação marital”, “escolaridade”, “número de parceiros”, “uso de preservativo” e “uso de anticoncepcional”, ocorrendo perfil semelhante. Esse estudo foi o pioneiro na cidade de Imperatriz e comprovou uma alta prevalência da co-infecção. O combate ao câncer de útero deve ser adotado como uma prioridade dos serviços de saúde pública por se tratar de doença com potencial para a prevenção, cujo rastreamento é eficaz.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Prevalência e aspectos clínicos e epidemiológicos de mulheres HIV positivas infectadas pelo Papilomavírus humano (HPV) genital na Amazônia Brasileira(Universidade Federal do Pará, 2014) CHAGAS, Elcimara da Paixão Ferreira; FUZII, Hellen Thais; http://lattes.cnpq.br/0026958665547973O Vírus da Imunodeficiência Adquirida (HIV) tem se mostrado um potencializador dos mecânismos oncogênicos da Infecção Genital pelo Papilomavírus humano (HPV), acredita-se que o estado de imunocompetência do hospedeiro possa ter algum papel na evolução das lesões cervicais. O HPV infecta uma grande parcela da população feminina mundial, sendo a DST (Doença Sexualmente Transmissivel) mais comum no mundo com aproximadamente 291 milhões das mulheres portadoras desse vírus. Essa informação mantém relação com a incidência anual de quase 500 mil casos de câncer de colo do útero. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), este é o segundo câncer mais incidente na população brasileira, e o mais incidente no Pará. O objetivo do estudo é de detectar a prevalência e os aspectos clínicos e epidemiológicos nas mulheres HIV postivas infectadas pelo HPV. Trata-se de estudo transversal-analítico. As amostras são de pacientes atendidas no Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) do município de Tucuruí no período de março de 2011 a julho de 2013,para detecção e contagem de células T CD4 e CD8 foi realizado a técnica de nested-PCR, e qPCR, e as lâminas foram coradas pelo método de Papanicolaou. A prevalência encontrada do HPV foi de 68%. A maior parte era casada/união estável (63,5%), analfabetas/fundamental incompleto (50%). Em relação aos antecedentes ginecológicos, 94,59% utilizam camisinha em todas as relações, a mediana de idade da coitarca foi de 13 anos, sendo que apenas 24,3% tiveram a primeira relação com 14 anos ou menos. Dentre as entrevistadas, 82,4% tiveram 2 ou mais parceiros sexuais durante a vida, com mediana de 6 parceiros. A infecção por HIV é considerada um fator de risco para o desenvolvimento do câncer de colo uterino e durante a pesquisa foram correlacionados dados que demonstravam a contagem de CD4+ ser inversamente proporcional ao surgimento dessa enfermidade. Oitenta por cento das amostras que estavam positivas para o DNA HPV foram detectáveis aos 9 subtipos (6, 11, 16, 18, 31, 33, 35, 52, 58) estudados, e 88% das amostras positivas para o DNA HPV foram subtipadas com 1 ou mais subtipos de alto risco para o câncer do colo uterino. A avaliação da população de mulheres soropositivas em relação à presença de HPV e seus subtipos foram de grande importância para auxiliar no diagnóstico precoce e tratamento, fornecem subsídios para programas regionalizados de prevenção e manejo dessas infecções.
