Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia - PPGSA/IFCH
URI Permanente desta comunidadehttps://repositorio.ufpa.br/handle/2011/6622
O Programa de Pós-graduação em Sociologia e Antropologia (PPGSA) é vinculado ao Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Universidade Federal do Pará (UFPA) e foi aprovado pela CAPES no ano de 2002, ainda com o nome de Programa de Pós-graduação em Ciências Sociais. Iniciou suas atividades no primeiro semestre de 2003, com o funcionamento da primeira turma de Doutorado. Atualmente o Programa oferece também curso de Mestrado Acadêmico.
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Navegando Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia - PPGSA/IFCH por Orientadores "GARCÉS, Claudia Leonor López"
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Tese Acesso aberto (Open Access) Movimentos indígenas no Acre: interculturalidade e produção de saberes face a situação colonial(Universidade Federal do Pará, 2024-09-30) ARAUJO, Felipe Nascimento; GARCÉS, Claudia Leonor López; http://lattes.cnpq.br/5655397771707702; https://orcid.org/0000-0001-9550-0152A Tese parte de uma análise de três dimensões que se interseccionam do movimento indígena do Acre: o protagonismo de Agentes Agroflorestais Indígenas (AAFIs), o protagonismo de mulheres e o protagonismo da juventude. Visou-se compreender como, a partir de práticas interculturais, agentes deste movimento produzem conhecimento sobre a situação colonial à qual os povos indígenas são submetidos. Seguindo nesta direção há a discussão de conceitos macros como antropoceno, para compreender a situação colonial contemporânea, em um esforço de entremeá-los com as visões destas e outras lideranças. A tese emerge na forma de um mosaico descritivo e entrelaça a ele uma linha de discussão sobre a interculturalidade enquanto arte de relação interétnica, suas possibilidades e limitações frente ao enfrentamento, por parte dos povos indígenas com os quais realizou-se o trabalho de campo, das ameaças inerentes à situação colonial.Tese Acesso aberto (Open Access) Mulheres Karipuna: gênero, intercâmbios e mutirões – Oiapoque – Amapá(Universidade Federal do Pará, 2026-03-20) SOARES, Ana Manoela Primo dos Santos; GARCÉS, Claudia Leonor López; http://lattes.cnpq.br/5655397771707702; https://orcid.org/0000-0001-9550-0152; TASSINARI, Antonella Maria Imperatriz; CAPIBERIBE, Artionka Manuela Góes; BUENO, Michele Escoura; SANTOS, Sonia Maria Simoes Barbosa Magalhaes; ALMEIDA, Carina Santos de; GONÇALVES, Telma Amaral; http://lattes.cnpq.br/4230135108394830; http://lattes.cnpq.br/5082852533809945; http://lattes.cnpq.br/3126701924384242; http://lattes.cnpq.br/2136454393021407; http://lattes.cnpq.br/4662671081661224; http://lattes.cnpq.br/7335593537033167; https://orcid.org/0000-0002-8649-7593; https://orcid.org/0000-0001-7031-2067; https://orcid.org/; https://orcid.org/; https://orcid.org/0000-0002-5472-9492; https://orcid.org/A pesquisa trata sobre a compreensão dos protagonismos e modos de vida das mulheres indígenas do povo Karipuna, principalmente, com aquelas que nasceram ou são moradoras da aldeia Santa Izabel, na Terra Indígena Uaçá, em Oiapoque, estado do Amapá. Estas mulheres tecem redes de intercâmbios de conhecimentos com as mulheres das vinte e sete outras aldeias Karipuna situadas nas Terras Indígenas Uaçá, Galibi e Juminã, no rio Curipi, no rio Oiapoque e a BR-156, estabelecem trocas de conhecimento e articulações com as mulheres dos povos Galibi Kali’na, Palikur Arukwayene e Galibi Marworno, que vivem nestas mesmas Terras Indígenas. O ato de pesquisar significa, neste caso, revisitar memórias de família e do território, realizar conversas com jovens e mulheres antigas (idosas), além de consultar acervos, objetos, fotografias, gravações e desenhos relacionados com as histórias das mulheres de meu povo. Retomo trajetórias que envolvem desde a infância, a juventude e o trabalho nas roças, até rituais, artesanato, movimentos entre aldeias e cidades, amizades e a atuação no movimento indígena. Abordo desde a presença feminina nas histórias de nossa cosmologia e suas interlocuções com os vários mundos possíveis, até a ampliação de seus papéis a partir de suas próprias mobilizações políticas. A pesquisa é uma etnografia que se desdobra nas tramas das relações de parentesco e na experiência compartilhada, contando histórias de avós, mães, tias e da própria autora. Nas entrevistas e conversas informais, as mulheres acionam categorias próprias para descrever seus protagonismos e vivências: as referências femininas são descritas como "espelhos" (“minha mãe é meu espelho, minha irmã é meu espelho”); as trocas coletivas são chamadas de "intercâmbios de conhecimento" e a organização política é relacionada a palavras como “dar a mão”, “uma mulher puxa a outra” e "mutirão". O termo "empoderamento" surge para justificar a crescente presença feminina na liderança regional. Compreendo esta pesquisa como uma obra coletiva, feita a muitas mãos, memórias e mundos, pois fundamenta-se no conhecimento de mulheres Karipuna de diferentes gerações: uma grande rede de intercâmbios, um mutirão ou maiuhi em antropologia.
