Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais - PPGCA/IG
URI Permanente desta comunidadehttps://repositorio.ufpa.br/handle/2011/2854
O Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais (PPGCA) integra o Instituto de Geocências (IG) da Universidade Federal do Pará (UFPA) em parceria com o Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA/Amazônia Oriental) iniciou suas atividades em 2005 com o Mestrado Acadêmico e em 2011 com o Doutorado Acadêmico.
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Navegando Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais - PPGCA/IG por Orientadores "ARAÚJO, Alessandro Carioca de"
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Tese Acesso aberto (Open Access) Dinâmica do efluxo de dióxido de carbono (CO2) do solo em duas áreas distintas na Amazônia(Universidade Federal do Pará, 2019-08-16) MENDES, Emanuelly Melo de Oliveira; VASCONCELOS, Steel Silva; http://lattes.cnpq.br/0719395243841543; https://orcid.org/0000-0003-2364-882; ARAÚJO, Alessandro Carioca de; http://lattes.cnpq.br/6188087583954899; https://orcid.org/0000-0002-7361-5087Os ecossistemas terrestres são importantes para compreender as trocas de CO2 entre superfície e atmosfera. Pesquisas têm buscado compreender o potencial de sequestro e emissão de carbono em diferentes agroecossistemas. Entre eles, as pastagens naturais que apresentam significativa participação no ciclo do carbono subsídio alimentar para a produção de carne. Assim como a produção de óleo de palma responsável pela produção de 30% do óleo comestível no mundo e parte na produção de biodiesel. Neste estudo, foram avaliados dois usos de cobertura do solo (iLPF e monocultivo de palma de óleo) e o efluxo de CO2. Foi utilizado o método de câmaras dinâmicas fechadas associadas a um analisador de gás por infravermelho. Este trabalho apresenta observações mensais em monocultivo de óleo de palma e em dois iLPFs o primeiro com mogno-africano (Khaya ivorensis A. Chev.) e o segundo com teca (Tectona grandis L. f.). No primeiro caso no monocultivo de óleo de palma o empilhamento de folhas foi responsável pelos maiores valores de efluxo de CO2 dentro dos anéis de medida durante os dois períodos observados (chuvoso e menos chuvoso) em comparação aos dois outros dois pontos observados (base da palma e carreador). Já no experimento realizado em área de iLPF a dinâmica do efluxo de CO2 (EFCO2) diferiu entre os três sistemas estudados. O aumento do EFCO2 durante o meio dia em relação ao meio da manhã (oito horas) em todos os pontos estudados. Na área de controle (capoeira) não houve uma grande variação observada, sendo mais estável. Os maiores valores de EFCO2 nos dois sistemas de iLPF (teca e mogno) foram encontrados na base das ávores para o sistema mogno e no pasto pisoteado para o sistema teca seguido da base das árvores. A baixa variação no efluxo de CO2 solo entre a manhã e o meio dia na capoeira pode indicar se assemelham a florestas naturais, com árvores criando um microclima de solo que é adequado para o crescimento de microrganismos do solo. A umidade do solo correlacionada positivamente de forma fraca na base da teca e na área de transição. No caso da temperatura do solo não foi observada correlação positiva para a área em questão, apenas de forma moderada na área controle. Nas análises não foram encontradas correlações positivas do EFCO2 com a umidade do solo em nenhum dos pontos estudados na área do mogno. Por sua vez foi encontrada uma relação fraca da Ts com área entre as árvores. As menores variações de temperatura do solo foram encontradas na capoeira seguida do iLPF mogno na área sombreda (Base mogno e entre plantas mogno). As maiores variações de Ts no período estudado (chuvoso) ocorreu na área de iLPF com teca. As árvores influenciam na dinâmica de CO2 quando não estão distribuidas em área florestal.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Fluxo de CO2 em cultivo da palma de óleo com híbridos interespecíficos (Elaeis guineensis Jacq x Elaeis oleifera (Kunth) Cortés) no Leste da Amazônia(Universidade Federal do Pará, 2017-03-27) FONSECA, Luiz Carlos Neves da; ARAÚJO, Alessandro Carioca de; lattes.cnpq.br/6188087583954899Os ecossistemas terrestres são importantes para compreender as trocas de CO2 entre superfície e atmosfera. O objetivo deste trabalho foi caracterizar a variação diária e sazonal do fluxo de CO2 em cultivo de palma de óleo com híbrido interespecífico (Elaeis guineensis Jacq. x Elaeis oleifera (Kunth) Cortés) no leste da Amazônia. O estudo foi realizado na empresa Marborges Agroindústria S.A., Moju – Pará, onde foi instalada uma torre micrometeorológica para obtenção de dados meteorológicos e de CO2 no período de janeiro-dezembro/2015. O período chuvoso (1.974 mm) abrangeu os meses de janeiro-junho e dezembro (P > 150 mm mês-1) e o período menos chuvoso (345 mm) incluiu os meses de julho-novembro (P < 150 mm mês-1). Os valores médios diurnos da concentração de CO2 [CO2] foram menores e os valores médios noturnos foram maiores, principalmente nos níveis abaixo do dossel (5,8; 2,1; 0,5 m). Os valores médios diurnos de absorção de CO2 atingiram o máximo por volta do meio dia, com 22,3 (± 0,98) μmol m-2 s-1 no período chuvoso e 21,0 (± 0,47) μmol m-2 s-1 no período menos chuvoso. Houve pouca variação noturna nos valores médios de emissão de CO2, 5 (± 0,20) μmol m-2 s-1, em ambos os períodos, pelo cultivo de palma de óleo com híbrido interespecífico. Em geral, o ciclo diário de troca de CO2 apresentou leve diferença entre o período chuvoso e menos chuvoso, mesmo em ano de seca no leste da Amazônia.Tese Acesso aberto (Open Access) Modelagem da palma de óleo na Amazônia: redução da adequabilidade climática até o final do século(Universidade Federal do Pará, 2023-09-29) MENEZES, José Felipe Gazel; ARAÚJO, Alessandro Carioca de; http://lattes.cnpq.br/6188087583954899; https://orcid.org/0000-0002-7361-5087A Amazônia sofre historicamente com o desflorestamento. Desde o final da década de 1960 até os dias de hoje, o processo de ocupação sempre foi realizado de maneira desordenada. Adicionalmente a este fato, há problemas locais característicos da região amazônica, como grilagem e invasão de terras. Portanto, tais fatores ajudam a explicar o porquê de a região amazônica possuir extensas áreas desmatadas e abandonadas. O presente trabalho destaca o monocultivo de palma de óleo como alternativa para reintegrar e transformar áreas abandonadas em áreas produtivas. Adicionalmente, é apresentado a importância da produção de palma de óleo para o mercado global e local, e como as mudanças climáticas podem afetar a produção da palma de óleo em cenários futuros. É utilizado um modelo de superfície desenvolvido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), para estimar a produção de palma de óleo. Este estudo foi conduzido em um monocultivo de palma de óleo com híbrido interespecífico (HIE), gerado a partir do cruzamento entre as espécies Elaeis guineensis Jacq (Africano) e Elaeis oleifera (Kunth) Cortés (Americano). Posteriormente, através da construção de um modelo de distribuição de espécies, estimamos como as áreas climaticamente adequadas ao cultivo de palma de óleo podem mudar no futuro, com base nos cenários de mudanças climáticas do IPCC.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Potencial do sequestro de carbono em plantio de dendezeiros para compensar a emissões de gases de efeito estufa no processo produtivo de óleo de palma.(Universidade Federal do Pará, 2017-03-24) CHINGUEL LABAN, Duber Orlando; VASCONCELOS, Steel Silva; http://lattes.cnpq.br/0719395243841543; https://orcid.org/0000-0003-2364-8822; ARAÚJO, Alessandro Carioca de; http://lattes.cnpq.br/6188087583954899; https://orcid.org/0000-0002-7361-5087Atualmente as plantações de palma de óleo estão se expandindo na Amazônia brasileira, onde encontram-se as condições ótimas para seu desenvolvimento. A limitação da cultura é um fator importante para a manutenção de áreas primárias na Amazônia. Portanto, para conhecer características da cultura dentro de um contexto produtivo é necessário aplicar metodologias que ajudem aos executores das empresas à levarem em consideração as emissões de carbono do produto. Alguns estudos vêm adotando metodologias para determinar as emissões de gases de efeito estufa, emitidos no processo de produção de óleo de palma a través da técnica de avaliação do ciclo de vida. Sabendo da importância de se conhecer detalhadamente as emissões, este trabalho estimou em primeiro lugar, os estoques de carbono no dendê híbrido interespecífico (HIE) (Elaeis oleifera cortés x Elaeis guineensis jacq) a longo dos 25 anos (tempo do ciclo produtivo da palma), e posteriormente inventariar as emissões de gases de efeito estufa do processo produtivo de óleo de palma na empresa Marborges S.A. Os valores mostram para o dendê híbrido um sequestro de carbono de 0,49 Mt de CO2 em 25 anos e as emissões do processo produtivo contabilizam-se em 0,39 Mt de CO2eq. Além disso, estimou-se que nas áreas de vegetação nativa próprias da empresa o sequestro registrou 4,5 Mt CO2, mais que as plantações de palma. Finalmente pode-se concluir que dentro do contexto ambiental a compensação dos gases emitidos no processo de produção de óleo de palma somente deve acontecer em áreas de pastagens ou áreas sem vegetação aliado á manutenção da vegetação nativa.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Potencial do sequestro de carbono em plantios de dendezeiros para compensar as emissões de gases de efeito estufa no processo produtivo de óleo de palma(Universidade Federal do Pará, 2017-03-24) LABAN, Duber Orlando Chinguel; VASCONCELOS, Steel Silva; ARAÚJO, Alessandro Carioca deAtualmente as plantações de palma de óleo estão se expandindo na Amazônia brasileira, onde encontram-se as condições ótimas para seu desenvolvimento. A limitação da cultura é um fator importante para a manutenção de áreas primárias na Amazônia. Portanto, para conhecer características da cultura dentro de um contexto produtivo é necessário aplicar metodologias que ajudem aos executores das empresas à levarem em consideração as emissões de carbono do produto. Alguns estudos vêm adotando metodologias para determinar as emissões de gases de efeito estufa, emitidos no processo de produção de óleo de palma a través da técnica de avaliação do ciclo de vida. Sabendo da importância de se conhecer detalhadamente as emissões, este trabalho estimou em primeiro lugar, os estoques de carbono no dendê híbrido interespecífico (HIE) (Elaeis oleifera cortés x Elaeis guineensis jacq) a longo dos 25 anos (tempo do ciclo produtivo da palma), e posteriormente inventariar as emissões de gases de efeito estufa do processo produtivo de óleo de palma na empresa Marborges S.A. Os valores mostram para o dendê híbrido um sequestro de carbono de 0,49 Mt de CO2 em 25 anos e as emissões do processo produtivo contabilizam-se em 0,39 Mt de CO2eq. Além disso, estimou-se que nas áreas de vegetação nativa próprias da empresa o sequestro registrou 4,5 Mt CO2, mais que as plantações de palma. Finalmente pode-se concluir que dentro do contexto ambiental a compensação dos gases emitidos no processo de produção de óleo de palma somente deve acontecer em áreas de pastagens ou áreas sem vegetação aliado á manutenção da vegetação nativa.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Trocas turbulentas noturnas de CO2 entre a floresta de Uatumã, Amazonas, e a atmosfera(Universidade Federal do Pará, 2014-07-04) MAFRA, Ana Carolina Batista; SÁ, Leonardo Deane de Abreu; lattes.cnpq.br/0107976161469463; ARAÚJO, Alessandro Carioca de; lattes.cnpq.br/6188087583954899Estuda-se a Camada Limite Noturna – CLN sobre área de floresta tropical primária a nordeste do Estado do Amazonas, a Reserva de Desenvolvimento Sustentável Uatumã distante 15 km ao rio Uatumã, a cerca de 380 km a nordeste da cidade de Manaus, no Amazonas. Pretende-se determinar algumas das características da CLN, particularmente regimes noturnos de turbulência através da identificação das diferenças existentes relacionadas a trocas verticais de CO2, de acordo com a metodologia proposta por Sun et al. (2012). Serão utilizados dados de resposta rápida das grandezas escalares e vetoriais da atmosfera, como por exemplo, a concentração do CO2 e a velocidade do vento, respectivamente. A metodologia aplicada permite a caracterização da CLN em três regimes de estabilidade dinâmica: 1º) de turbulência fraca, com velocidade média do vento baixa; 2º) de turbulência forte, com velocidade do vento alta e, 3º) de turbulência intermitente, com ocorrência de eventos “top-down”. A partir dessa caracterização, foram investigadas algumas das principais características estatísticas de cada regime turbulento. Como seria de se esperar, os fluxos turbulentos de CO2 aumentam com a elevação do valor da escala característica de velocidade turbulenta, VTKE, associada à energia cinética turbulenta medida acima da superfície. Assim, eles aumentam consideravelmente com o regime 2, associado a maiores valores da velocidade média do vento, |V|, e caracterizado pela ocorrência de mistura na camada limite atmosférica, CLA, gerada por forçantes não predominantemente superficiais.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Variabilidade espaço temporal do efluxo de CO2 do solo associado a fatores abióticos em cultivo de híbridos(Universidade Federal do Pará, 2015-04-27) SILVA, Cleyriane Miranda da; VASCONCELOS, Steel Silva; http://lattes.cnpq.br/0719395243841543; ARAÚJO, Alessandro Carioca de; http://lattes.cnpq.br/6188087583954899A palmicultura ou dendeicultura cultiva a espécie oleaginosa popularmente conhecida por dendê. Conhecer os efeitos ambientais desta cultura principalmente através dos ensaios analisados de híbridos interespecíficos (Elaeis guineensis x Elaeis oleifera) é de suma importância, já que estes são os únicos plantados pelo Pró Dendê em uma área de alta incidência de AF no Brasil. O objetivo geral é avaliar a variabilidade espacial e temporal do estoque de raízes e do efluxo do CO2 do solo em cultivo de híbrido interespecífico de palma de óleo (Elaeis guineensis x Elaeis oleifera) no Leste da Amazônia. As pesquisas de campo foram realizadas em propriedade pertencente à empresa Marborges Agroindústria S. A., localizada na vila de Bacuriteua, no Município de Moju - Pará. Na área foram selecionadas quatro parcelas com um total de 32 pontos distribuídos em locais denominados de base, terço-médio da folha, carreador e empilhamento. A determinação do estoque de raízes foi feita através da técnica do trado na faixa de profundidade de 0-10 cm nos meses de janeiro, abril, julho e outubro, sendo lavadas, separadas, secadas e pesadas para o peso seco no laboratório. Para o efluxo de CO2 do solo utilizou-se um analisador de gás por infravermelho LI-COR 6400-09 acoplado à uma câmara dinâmica, além de um termômetro no qual foram medidos a temperatura do solo. Houve dados para obtenção de umidade gravimétrica, carbono e nitrogênio do solo. Nos resultados relacionados à biomassa de raízes houve uma redução na porcentagem com o aumento da classe de diâmetro, em relação as frequências das distribuições a biomassa de raízes, nenhuma das classes em estudo diferiram estatisticamente nem para o período e nem para o local de amostragem, assim para este estudo nenhuma conclusão definitiva pode ser tomada a cerca do quanto a variabilidade espacial influencia no estoque de raízes. Os resultados apresentados mostram que não houve diferença significativa na concentração do carbono orgânico do solo e nem no nitrogênio entre os locais de coleta. A análise estatística confirmou que não houve resposta satisfatória na correlação entre o efluxo de CO2 e a temperatura, apenas uma correlação entre o efluxo de CO2 e umidade.
