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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Ciência e construção do consenso desenvolvimentista na Amazônia a partir de quatro cientistas durante a Ditadura Militar (Pará, 1964-1985)
    (Universidade Federal do Pará, 2024-03-08) SBRANA, Tayanná Santos de Jesus; PETIT, Pere; http://lattes.cnpq.br/8376409779394321; https://orcid.org/0000-0002-8970-3073
    A presente tese discute a formação do consenso desenvolvimentista na Amazônia durante a Ditadura Militar (1964-1985), a partir da análise de escritos de cientistas situados em instituições de promoção e/ou crítica ao desenvolvimento no Pará: a Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), o Banco de Desenvolvimento da Amazônia (BASA S. A.), o Núcleo de Altos Estudos Amazônicos (NAEA) e o Instituto de Desenvolvimento Econômico-Social do Pará (Idesp). Para tanto, interpretamos o panorama do período a partir de bibliografia especializada interdisciplinar, situada nos temas desenvolvimento, grandes projetos, Amazônia e Ciência e Tecnologia (C&T). Foram escolhidos os escritos de quatro cientistas – Clara Martins Pandolfo, Armando Dias Mendes, José Marcelino Monteiro da Costa e Roberto Araújo de Oliveira Santos – para analisar aspectos do campo intelectual paraense durante a Ditadura Militar e de que forma os cientistas puderam auxiliar ou não na constituição da legitimidade dos grandes projetos de desenvolvimento consubstanciados nos programas e planos de desenvolvimento implementados no período, como o 1º Plano Quinquenal de Desenvolvimento (1967-1971), e o I, II e III Planos de Desenvolvimento da Amazônia (PDAs) (1972-1974; 1975-1979; 1980-1985). As fontes da pesquisa são bibliográficas, orais e audiovisuais, analisadas através da metodologia da análise de discursos.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Da anistia à redemocratização: o processo de esquecimento da 5ª Companhia de Guardas
    (Universidade Federal do Pará, 2023-07-10) COSTA, Carolina Silva da; PETIT, Pere; http://lattes.cnpq.br/8376409779394321; https://orcid.org/0000-0002-8970-3073
    Quando se fala sobre ditadura de 1964 – 1985, volta-se a um passado sensível, carregado de memórias e traumas que persistem em disputas de poder, instalado no processo democrático do Brasil desde a Lei nº 314/1967 da Segurança Nacional, passando pela Lei 6.683/1979 da Anistia até as construções históricas atuais. Compreender e conhecer os discursos e personagens dos quais viveram esse passado é um estudo desenvolvido pelos pesquisadores da história do tempo presente, bem como problematizar a memória que perpassam por campos subjetivos e, também físicos – os museus – lugares de memórias trazido por Nora (1988). Espaço esse que tem por finalidade lembrar, no entanto, quando criam uma lacuna de esquecimento, torna-se paradoxal, passando ser necessário a provocação em construções historiográficas no que diz respeito ao período ditatorial. Desta forma, foi utilizado a metodologia com análise bibliográfica em artigos, livros, produções e fotos, que citassem a 5ª Companhia de Guardas como local de prisão, hoje Museu de Arte Contemporânea, Moderna e Fotos, ou Casa das Onze Janelas, localizada no bairro da Cidade Velha em Belém – PA. Museu que compõe um dos espaços formativos do Feliz Lusitânia, o conjunto de patrimônios revitalizados e ressignificados dentro do projeto que tem por objetivo divulgar os primeiros contatos do colonizador europeu e os nativos. A Casa das Onze Janelas, nas suas funções cronológicas atendeu como moradia de Domingos Bacelar, depois como Hospital Militar e espaço de recolhimento de depoimentos e encarceramentos de subversivos no século XX, a 5ª Companhia de Guardas e por fim Museu. Contudo, o ponto de discussão desta pesquisa é que em sua proposta curatorial atual, não é divulgado seu passado repressivo, deixando o visitante destoado da real história contida de um modo geral, pois nem mesmo toda passividade repassada, de fato ocorreu neste espaço. Por isso, reunir uma base historiográfica de nomes identificados como subversivos, em suas ações dentro da resistência e que foram encaminhados para prestar esclarecimentos na 5ª Companhia de Guardas, é o objetivo desta pesquisa, na intenção de provocar a memória sensível em contrapondo dos discursos implantados pelo silêncio e esquecimento construído no prédio.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Entre o cinema e a locomotiva: os documentários de Edivaldo Moura como escrituras fílmicas de um passado castanhalense (1940-1995)
    (Universidade Federal do Pará, 2024-02-26) OLIVEIRA, Matheus de Sousa; PETIT, Pere; http://lattes.cnpq.br/8376409779394321; https://orcid.org/0000-0002-8970-3073
    Esta pesquisa visa analisar o processo de escritura fílmica de parte do cotidiano urbano do século XX (1940-1995) do município de Castanhal (Pará) através de dois documentários produzidos pelo cineasta paraense Edivaldo Moura, sendo eles O Cinema de Seu Duca (2016) que aborda a trajetória multicultural do Cine Argus durante suas quase seis décadas de funcionamento no município; e A Última Maria (2021) que centra-se em parte dos elementos estruturais da estrada de ferro de Bragança (EFB), no dia-a-dia dos habitantes castanhalenses, resguardando a locomotiva Castanhal e a estação ferroviária como protagonistas. Ambos os filmes são estruturados de formas semelhantes ao convidar moradores do município para compartilhar suas experiências pessoais pretéritas com os elementos principais que os filmes visionam – o Cine Argus e a Locomotiva Castanhal. Utilizamos a análise fílmica (leitura interna) em conjunto com fontes documentais para afirmar os filmes não como espelhos que representam um passado já dado por uma externalidade social passiva, mas sim como produtores de um movimento histórico próprio ao período castanhalense abordado e, principalmente, ao seu presente produtor. Como resultado, os filmes foram entendidos como criadores de uma inteligibilidade temporal que ancora presente-passado ao formularem suas próprias escrituras especificas de parte da transformação urbana de Castanhal, tendo o cinema e a locomotiva, junto às experiências sociais desenvolvidas nesses espaços, como símbolos suplantados – e ao mesmo tempo resistentes – da política de remodelamento urbano-comercial de Castanhal iniciada com vigor a partir da segunda metade do século XX no município.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    As faces do sindicalismo cutista no Pará: a trajetória e os embates internos da Central Única dos Trabalhadores (CUT) (1980-1990)
    (Universidade Federal do Pará, 2024-04-12) SOUZA, Caio de Lucas Oliveira; PETIT, Pere; http://lattes.cnpq.br/8376409779394321; https://orcid.org/0000-0002-8970-3073
    Esta dissertação discute aspectos da Central Única dos Trabalhadores (CUT) no Pará e sua trajetória, bem como analisa a atuação dos diferentes seguimentos sindicais, através da pesquisa documental no periódico que circulava na capital paraense, o Resistência, através da documentação institucional da própria Central e de relatos de sindicalistas que atuaram concomitante ao seu processo de construção no estado. Entende-se que o momento ao qual a CUT foi ensejada, se caracterizou como um dos propulsores de sua formação em vista das “efervescências” políticas que emergiam à época, além da formulação de novas ideias, como o advento do novo sindicalismo, que foi igualmente singular, neste contexto. O período estudado concentra-se ao final dos anos 70, perpassa os anos 80 e chega aos anos 90. Portanto, em consonância com as discussões sobre o tema, buscou-se analisar a ação, atuação e estratégias das distintas correntes políticas sindicais existentes antes e após a fundação da CUT, dando ênfase aos embates destas na Central.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Indigenas, quilombolas e dendeicultura na Amazônia: expropriações e relações de poder no Alto do Vale do rio Acará no município de Acará/PA (1980-2021)
    (Universidade Federal do Pará, 2023-09-26) SAAVEDRA, Maria da Paz Corrêa; CASTRO, Edna Maria Ramos de; http://lattes.cnpq.br/4702941668727146; PETIT, Pere; http://lattes.cnpq.br/8376409779394321; https://orcid.org/0000-0002-8970-3073
    Na área rural da Amazônia paraense, territórios são apropriados para os interesses do grande capital sem identificação com o entorno em que se estabelecem, configurando o crescimento da insegurança territorial em função de grandes empreendimentos, culminando com cercamentos, cerne da expropriação de comunidades tradicionais, tornando explícitas as contestações à institucionalização de reconhecimento étnico contemplado em instrumentos normativos e, contribuindo para a permanência do processo histórico de invisibilização de populações que pleiteiam direitos territoriais. Neste trabalho, utilizando a memória oral como elemento principal da metodologia, pretende-se buscar, apresentar e referendar as lutas cotidianas, os campos de atuação, as resistências e vivências bem como a luta política que na atualidade famílias autoidentificadas como quilombolas e indígenas experimentam ao narrar a usurpação de seus territórios e as situações de conflito desencadeadas pela atividades desenvolvidas da dendeicultura da empresa Agropalma S. A., no Vale do Alto rio Acará, no município do Acará/PA. As evidências históricas e as narrativas construídas em torno de um pertencimento étnico indicam a constituição de territorialidades especificas, indicadoras de uma existência coletiva. Os registros orais recorrem à memória para detalhar fatos que imprimem formas materiais e simbólicas ao território, traçando uma estreita relação entre memória, território e identidade, já que, nestes, estão gravadas as imagens fortes dos lugares. Ainda que se apresentem no presente, todas essas questões são profundamente históricas e objetivam contribuir para os estudos da historiografia regional, em especial, estudos sobre povos originários no estado do Pará.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A luta pela reforma agrária no Sudeste Paraense nas páginas do jornal O Grito da PA 150: Terra e Liberdade (1980-1987)
    (Universidade Federal do Pará, 2023-09-22) CONCEIÇÃO, Wellington Jhemerson Costa da; PESSOA, Fabio Tadeu de Melo; http://lattes.cnpq.br/9704759669922865; PETIT, Pere; http://lattes.cnpq.br/8376409779394321; https://orcid.org/0000-0002-8970-3073
    O objetivo desta dissertação de mestrado foi analisar a luta pela reforma agrária no sudeste paraense, tendo como fonte principal o jornal O Grito da PA 150: Terra e Liberdade. O jornal alternativo era editado pela Diocese de Marabá (PA) entre 1980 e 1987, sendo uma das principais vozes nesse período de informação, mobilização e formação política dos trabalhadores rurais. Por conta do seu conteúdo em favor da reforma agrária durante o processo de transição da ditadura militar (1964-1985) para a Nova República, O Grito da PA 150 acabou despertando o ódio e a perseguição de fazendeiros, jagunços, autoridades civis e militares que atuavam na região. No entanto, isso não impediu que o jornal alternativo continuasse divulgando os conflitos e mobilizasse os camponeses em campanhas pela reforma agrária, nas Assembleia do Povo de Deus, Associações de Bairros, CEB‘s, Oposições Sindicais e nos partidos de oposição à ditadura. Além de analisar o jornal O Grito da PA 150 e a bibliografia especializada sobre o tema, outras fontes de interesse para o desenvolvimento da pesquisa foram inseridas, como as fontes hemerográficas (jornais e revistas), a documentação produzida pelo Serviço Nacional de Informações (SNI), documentos judiciários, boletins, cartilhas, atas de reuniões, cartas e relatos orais.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    MLPA - História e memória do Movimento pela Libertação dos Presos do Araguaia: pluralidade, resistência e fé
    (Universidade Federal do Pará, 2024-02-08) RIBEIRO, Marcos Alexandre Araújo; PETIT, Pere; http://lattes.cnpq.br/8376409779394321; https://orcid.org/0000-0002-8970-3073
    Este trabalho apresenta um debate sobre a História e a Memória do Movimento pela Libertação dos presos do Araguaia-MLPA, quando no ano de 1981, dois padres franceses e treze posseiros foram presos na localidade de São Geraldo do Araguaia, que integrava o município de Xinguara no Estado do Pará. Com essa prisão e a posterior transferência para a capital Belém; religiosos, leigos, movimento estudantil, militantes de partidos políticos de esquerda como PT e PC do B, além de grupos de pastoral da Juventude, membros de diversos grupos de movimentos sociais. Nessa conjuntura, uma vigorosa rede de solidariedade é constituída com conexões nacionais e internacionais, que desenvolvem diversas atividades em Belém e na região do Araguaia Paraense, com a finalidade de exigir de o governo militar brasileiro libertasse os chamados Presos do Araguaia. Afirmo também que durante o desenvolvimento do movimento, se constitui entre alguns de seus militantes, o que chamo de uma Identidade Coletiva do MLPA, condição claramente perceptível nos relatos coletados através do método de História Oral, e disponibilizados tantos em fragmentos da redação da tese, como no Vídeo-Memória: MLPA - 40 anos de História, que aqui apresento como uma importante fonte de pesquisa, assim como também de ensino sobre a História do Tempo Presente na Amazônia.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Paulo Maranhão x Magalhães Barata: censuras, intervenções e políticas no Pará durante a Era Vargas (1930-1945)
    (Universidade Federal do Pará, 2024-02-28) LIMA, Marcos Bezerra; PETIT, Pere; http://lattes.cnpq.br/8376409779394321; https://orcid.org/0000-0002-8970-3073
    Esta dissertação visa analisar o embate político entre o jornalista Paulo Maranhão (1872-1966) e o militar Magalhães Barata (1888-1959), entre os anos de 1930 e 1945, período conhecido como Era Vargas. Como objetivo central, foram analisados os variados mecanismos utilizados pelos dois sujeitos no sentido de obtenção, recuperação e manutenção de poderes em várias áreas da sociedade paraense. Paulo Maranhão utilizou-se das ferramentas do jornalismo para atacar Magalhães Barata, este que exerceu duas vezes o cargo de interventor federal do Pará. Por sua vez, Magalhães Barata contou com os aparatos estatais para se defender e atacar um dos seus principais opositores, contribuindo para uma dinâmica de disputas políticas entre os dois que se prolongou por quase 30 anos. A pesquisa foi dividida em três fases, a fase inicial referente a primeira passagem pelo poder de Magalhães Barata (1930-1935); a segunda fase referente ao período em que o militar político esteve afastado do Pará (1936-1942); e finalmente, a terceira fase direcionada ao retorno de Magalhães Barata para sua segunda interventoria (1943-1945). Utilizando de aportes ligados à Nova História Política e suas reformulações em torno de vários objetos de análise, inclusive a respeito dos meios de comunicação, verifiquei que Paulo Maranhão usou o periódico Folha do Norte para suas pautas e divergências políticas, dentre elas, a travada contra Magalhães Barata. Desse modo, concretizando o caráter político em torno dos impressos e seu poderio de intervenção na dinâmica social do período. Em decorrência dos meios utilizados por ambos, foi possível visualizar episódios de violências, censuras, matérias jornalísticas voltadas a ataques políticos, dentre tantos outros acontecimentos, apresentados e analisados durante os três capítulos desta dissertação. A partir de uma análise qualitativa de fontes, foi possível trabalhar com alguns polos documentais para construção da pesquisa. Destaco os documentos presentes no Arquivo Público do Estado do Pará (APEP), referentes às relações protagonizadas por componentes do poder público, seja sobre o próprio Magalhães Barata ou departamentos estatais. Outro polo documental importante está presente na Biblioteca Pública Arthur Vianna, referentes aos periódicos do recorte proposto, como O Estado do Pará e o Diário Oficial do Estado, mas, principalmente, os exemplares do periódico Folha do Norte, jornal comandado por Paulo Maranhão. Outros conjuntos documentais foram utilizados em menor quantidade, como livros publicados na época, que estão presentes no setor de obras raras da Biblioteca Pública Arthur Vianna, jornais disponibilizados na Hemeroteca Digital, da Biblioteca Nacional, dentre outros documentos utilizados durante o trabalho.
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