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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Adesão ao tratamento por pacientes portadores de diabetes tipo 1 e tipo 2: efeitos do treino de discriminação de dicas internas e externas
    (Universidade Federal do Pará, 2003-03-01) BRANDÃO, Washington Luiz de Oliveira; FERREIRA, Eleonora Arnaud Pereira; http://lattes.cnpq.br/6600933695027723; TOURINHO, Emmanuel Zagury; http://lattes.cnpq.br/5960137946576592
    O presente trabalho pretende comparar resultados de treinos de discriminação de sintomas e de ações relativas ao tratamento do diabetes Tipo 1 e Tipo 2, avaliando a eficácia desses treinos para a estimativa do índice glicêmico e para a promoção de adesão ao tratamento. Inúmeras pesquisas realizadas na área de psicologia da saúde têm o objetivo de proporcionar a melhora no tratamento ao paciente diabético. Parte dessas pesquisas utiliza um procedimento denominado de- automonitoração, a qual consiste em habilidades de observação, aferição e registro de aspectos relevantes no tratamento do diabetes. como: (a) índice glicêmico (IG) (b) sintomas (dicas internas -DI); e (c) ações envolvidas no tratamento nas áreas da medicação, alimentação e atividade física (dicas externas -DE). Estudos têm demonstrado que com a automonitoração o paciente diabético melhora o nível de discriminação das alterações glicêmicas. Essa.literatura não é clara em definir qual o melhor tipo de dica para melhorar a discriminação dos estados glicêmicos e afirm que o desenvolvimento desta habilidade não favorece a melhora na adesão ao tratamento. Esse estudo compreendeu três fases: (a) Entrevista inicial e de linha de Base; (b ) Entrevistas de Treino e (c) Entrevista Final e Devolutiva. A fase de treino está dividida em duas etapas Dicas Internas (DI) e Dicas Externas (DE). Nas etapas de treino os participantes estimaram e atribuíram causa para taxa de glicose sangüínea medida por um reflectômetro em cada entrevista. Na etapa DE. os participantes também recebiam feedback do pesquisador acerca do relato de seguimento das orientações, com base nas orientações recebidas em consulta e compiladas do prontuário do paciente. Foi calculado o índice de adesão (IA) nas duas primeiras fases. As entrevistas da fase de treino foram realizadas na residência do participante, em intervalos de três dias, nos quais o participante registrava a ocorrência de eventos correspondentes a etapa que estava realizando. Os resultados demonstram que independente do tipo de treino realizado os participantes estimaram os seus estados glicêmicos com base em dicas externas. Os sintomas' relatados na etapa DI nem sempre estavam associados ao Ia medido. Os participantes portadores de diabetes. Tipo 1 alcançaram maior precisão nas estimativas no treino de DE. A maioria dos participantes alcançaram melhor adesão quando iniciaram o treino por DE. Os resultados sugerem que: (a) relatos de sintomas não são os melhores indicadores para avaliar o estado glicêmico e a adesão ao tratamento (b) o melhor tipo de treino para promoção da adesão ao tratamento é o que envolve as dicas externas.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Análise das funções de verbalizações de terapeuta e cliente sobre sentimentos, emoções e estados motivacionais na terapia analítico-comportamental
    (Universidade Federal do Pará, 2006-10-13) BARBOSA, João Ilo Coelho; TOURINHO, Emmanuel Zagury; http://lattes.cnpq.br/5960137946576592
    Estudos recentes têm sido realizados por analistas do comportamento visando um maior conhecimento sobre as funções que relatos autodescritivos de sentimentos, emoções e estados motivacionais (SEM) podem exercer no processo terapêutico, o que permitiria o desenvolvimento de um modelo de intervenção analítico-comportamental frente a tais relatos. O presente estudo investigou, na evolução de um caso clínico, as possíveis relações entre as verbalizações do cliente que faziam referências a SEM, as intervenções do terapeuta frente a esses relatos, e a evolução dos problemas ou queixas do cliente. Os participantes da pesquisa foram uma terapeuta analítico-comportamental experiente que atendeu uma cliente adulta, casada, sem histórico psiquiátrico. Foram gravadas, transcritas e analisadas 36 sessões de atendimento, correspondentes a um período de um ano de atendimento terapêutico. A análise das verbalizações ocorridas nas sessões foi feita com base em quatro tipos de categoria, sendo duas referentes à terapeuta: categorias relativas às funções básicas das verbalizações de terapeuta (FBVT) e categorias de análise; e duas referentes à cliente: categorias de análise e indicadores de queixa ou mudança. Essas categorias também foram comparadas em relação à suaocorrência dentro e fora de episódios emocionais (EE), definidos como seqüências de diálogos entre terapeuta e cliente nas quais houve pelo menos uma referência a um SEM da cliente. A análise dos resultados mostrou que as principais queixas da cliente foram em relação ao marido, a eventos corporais, ao estado de humor, aos pais ou familiares, aos colegas de trabalho e à falta de assertividade. Os SEM mais referidos nos relatos da cliente e da terapeuta foram aqueles relacionados a estados motivacionais, à tristeza e ao medo. Em relação à terapeuta, verificou-se que suas intervenções frente aos relatos com referências a SEM ocorreram principalmente sob a forma de investigações e confrontações, mas apenas uma pequena proporção dessas intervenções sugeria relações entre uma resposta da cliente e contingências ambientais, predominando dentre estas, as relações do tipo antecedente-resposta. Comparada com a terapeuta, a cliente estabeleceu um maior número de relações entre eventos ambientais e suas respostas, também predominantemente do tipo antecedente-resposta. No que se refere à evolução das queixas relatadas, pode-se afirmar que não houve evidência da ocorrência de mudanças consistentes no repertório da cliente nem na forma como a mesma se referia aos seus problemas. Comparando as categorias investigadas dentro e fora dos EE, verificou-se uma maior variação nas FBVT, nas categorias de análise da terapeuta e da cliente, e um maior número e variação das ocorrências de indicadores de queixa ou mudança dentro de tais episódios. Tais resultados confirmam que sentimentos, emoções e estados motivacionais são alvos de investigação e intervenção do terapeuta analíticocomportamental, mostrando-se consistentes com a literatura existente. As referências de terapeuta e cliente a SEM ou eventos relacionados fortalece a idéia de que os mesmos podem ser tratados em alguns momentos como respostas encobertas, em outras ocasiões, como estímulos privados, e muito freqüentemente como relações das quais participam esses eventos, algumas vezes conjuntos de relações interconectadas. Verificou-se ainda que a eventual inobservabilidade de termos das relações comportamentais que definem os SEM não conduziu a uma abordagem diferenciada por parte do terapeuta. Por outro lado, as referências a SEM por terapeuta e cliente pareceu favorecer a ocorrência de verbalizações que estabelecem relações entre o comportamento da cliente e eventos ambientais.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Um análogo experimental de uma prática cultural: efeitos de um produto agregado contingente, mas não contíguo, sobre uma contigência de reforçamento entrelaçada
    (Universidade Federal do Pará, 2010-04) LOPES, Eduardo Barbosa; TOURINHO, Emmanuel Zagury; http://lattes.cnpq.br/5960137946576592
    De acordo com o modo causal de seleção por consequências proposto por Skinner, o comportamento humano é o produto de processos seletivos em três níveis: filogênese, ontogênese e cultura. Investigações empíricas que se ocupem do terceiro nível apenas começam a ser realizadas na análise do comportamento. No campo teórico, Glenn introduziu o conceito de Metacontingência para enfocar relações funcionais entre contingências de reforçamento entrelaçadas e um produto agregado que seleciona o próprio entrelaçamento. Um trabalho pioneiro na reprodução em laboratório de uma metacontingência foi produzido por Vichi, a partir da adaptação de um método usado em estudos experimentais na sociologia. O estudo de Vichi sugere que o entrelaçamento dos comportamentos das pessoas de um pequeno grupo pôde ser modificado por produtos agregados que estes entrelaçamentos produziam, caracterizando uma Metacontingência. O presente trabalho consistiu de uma replicação do estudo de Vichi, com o objetivo de verificar se contingências comportamentais entrelaçadas podem de fato ser selecionadas e mantidas por um produto agregado contingente aos comportamentos dos membros de um pequeno grupo em uma microcultura de laboratório. Participaram da pesquisa oito alunos universitários, divididos em dois grupos de quatro, que realizaram uma tarefa em grupo. A tarefa consistiu em resolver um problema, escolhendo uma linha de uma matriz de 8 colunas por 8 fileiras, com sinais positivos e negativos. Os participantes escolhiam as linhas e o experimentador escolhia as colunas. Um sinal positivo na interseção das duas escolhas resultava em ganho para o grupo; um sinal negativo, em perda. A escolha da coluna pelo experimentador não foi aleatória, mas contingente ao modo de distribuição (igualitária ou desigual) dos ganhos pelo grupo na tentativa imediatamente anterior. Na condição experimental A, o acerto era contingente a distribuições igualitárias, já na condição experimental B, o acerto era contingente a distribuições desiguais. Os resultados mostram que o grupo 1 acertou 43% das jogadas (dividiu os recursos de acordo com a condição experimental que estava em vigor) e o grupo 2 acertou 19% das jogadas. Os resultados indicam que o fato do procedimento utilizar consequências (acertos ou erros) contingentes, porém não contíguas ao entrelaçamento do grupo, dificultou a seleção de tal entrelaçamento. Entretanto, contingências de reforçamento entrelaçadas foram selecionadas por seus produtos agregados sob controle de variáveis não controladas no experimento. Caracteriza-se este fenômeno enquanto um análogo experimental de uma metacontingência. Discute-se o procedimento utilizado, possíveis aprimoramentos deste e a complexidade da tarefa experimental, além, também, de discutir alguns padrões de regras supersticiosas que emergiram durante o experimento.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação de um procedimento de aproximação sucessiva sobre a seleção de uma prática cultural complexa
    (Universidade Federal do Pará, 2013-09-23) PAVANELLI, Sergio; TOURINHO, Emmanuel Zagury; http://lattes.cnpq.br/5960137946576592
    O campo de estudos da seleção cultural tem se tornado mais consistente teórica e empiricamente no âmbito da análise do comportamento, especialmente a partir da consolidação do conceito de metacontingências proposto por Sigrid S. Glenn. No nível alcançado pelas investigações empíricas, uma questão desafiadora se refere à complexidade que os fenômenos culturais normalmente apresentam. Cavalcanti (2012) avaliou a possibilidade de aumentar a probabilidade de ocorrência de contingências comportamentais entrelaçadas (CCEs) mais complexas por meio de um procedimento de aproximações sucessivas (análogo à modelagem de respostas operantes) em uma tarefa que envolvia a escolha de linhas de uma matriz por membros do grupo. O presente estudo foi conduzido no Laboratório de Comportamento Social e Seleção Cultural desta Universidade (LACS/UFPA) e consistiu de uma replicação do primeiro experimento de Cavalcanti com acréscimo das seguintes alterações no procedimento: a) introdução da mudança de gerações; b) não alternância da ordem de escolha da linha pelos membros de cada linhagem da microcultura; e c) utilização de dois conjuntos de critérios para a produção da consequência cultural (um com cada microcultura). Participaram do estudo alunos de graduação provenientes de diversos cursos, exceto de psicologia, distribuídos em duas microculturas (A e B) compostas por 4 participantes posicionados em 4 linhagens diferentes (L1, L2, L3 e L4). Em cada microcultura os 4 participantes trabalharam simultaneamente emitindo respostas individuais (escolha de linhas numa matriz 10x10) que produziam consequências individuais (fichas trocáveis por dinheiro) toda vez que as contingências operantes em vigor (escolha de linhas ímpares) eram atendidas. Independente das contingências operantes houve também a liberação de consequência cultural reforçadora na forma de figuras carimbadas em uma cartela as quais foram trocadas por itens escolares para compor um kit ao final do experimento. A Sessão experimental consistiu em ciclos de tentativas (jogadas efetuadas pelas microculturas) e gerações de participantes. Cada geração correspondeu o equivalente a 20 ciclos de tentativas. A cada geração um novo participante foi inserido em substituição a outro com mais tempo no estudo. As substituições feitas aconteceram dentro de cada linhagem específica. O objetivo geral do estudo foi avaliar os efeitos do procedimento de aumento gradual da complexidade ambiental (critérios exigidos para a produção da consequência cultural) sobre a “modelagem” de práticas culturais, em um contexto de sucessão de gerações. Para as duas microculturas os dados encontrados sugerem a eficácia do procedimento de aumento gradual da complexidade ambiental na produção de CCEs complexas e conferem maior generalidade aos resultados encontrados por Cavalcanti. Todavia, não houve comparação das microculturas expostas ao aumento gradual da complexidade com a exposição continuada de uma microcultura ao ambiente mais complexo. Por essa razão, é possível afirmar que o procedimento análogo de modelagem foi efetivo na produção de CCEs complexas, mas não que foi mais efetivo do que a exposição de uma microcultura, pelo mesmo número de ciclos, continuamente ao ambiente mais complexo.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    O conceito de incontrolabilidade na pesquisa experimental e na terapia comportamental da depressão
    (Universidade Federal do Pará, 2010) FERREIRA, Darlene Cardoso; TOURINHO, Emmanuel Zagury; http://lattes.cnpq.br/5960137946576592
    A Análise do Comportamento oferece diversas explicações para o fenômeno denominado depressão, uma das quais envolve a referência ao modelo do desamparo aprendido. O desamparo aprendido é definido como a dificuldade de aprendizagem resultante da exposição a estímulos aversivos incontroláveis. Como produtos desta exposição, surgiriam padrões comportamentais comuns àqueles observados em indivíduos depressivos, a exemplo de inatividade. Em razão do paralelo entre os efeitos da experiência com incontrolabilidade sobre o repertório comportamental em humanos e não-humanos, o desamparo aprendido tem sido apontado como um modelo animal de depressão. Frequentemente, menções à experiência com incontrolabilidade são encontradas na literatura em associação com o desamparo aprendido, cuja ocorrência é estritamente vinculada àquela condição. A incontrolabilidade também parece relevante para a instalação de respostas identificadas com a depressão. No presente trabalho, descrevem-se as definições de incontrolabilidade referidas por publicações da área comportamental experimental e clínica, discutindo-se a pertinência deste conceito em explicações funcionais da depressão na Análise do Comportamento, bem como suas possíveis contribuições para um modelo de intervenção clínica da depressão à luz desta abordagem. A relação entre incontrolabilidade e depressão é tratada a partir de cinco categorias de análise: 1) Variabilidade de fenômenos investigados, de resultados produzidos e de definições oferecidas; 2) Efeitos diferenciais da incontrolabilidade frente a estímulos aversivos e apetitivos; 3) Enfoques transversais das variáveis relevantes: instaladoras x mantenedoras, históricas x atuais, exclusivas x sobrepostas a outros fenômenos; 4) Incontrolabilidade em Humanos: suposições numerosas, evidências empíricas escassas e Contingências Verbais; 5) Tratamento da depressão: pontos de contato e de distanciamento frente à investigação empírica. Diferentes usos do conceito de incontrolabilidade são assinalados, indicando-se como a mesma topografia verbal é emitida por diversos autores sob controle de eventos distintos. Variáveis relevantes para a generalidade do desamparo aprendido – enquanto modelo experimental e equivalente animal da depressão – são discutidas, justificando-se a necessidade de maior investigação de aspectos como: correspondência entre o conceito de incontrolabilidade e a condição experimentalmente estabelecida no laboratório; efeitos de diferentes tipos de estimulação incontrolável; produção de desamparo aprendido em humanos e participação de processos verbais; diferentes efeitos da sinalização pré-aversiva de estímulos incontroláveis. Assinala-se que, em geral, o tratamento analítico-comportamental da depressão é constituído por procedimentos com foco sobre a aprendizagem de que responder controla o ambiente e pode disponibilizar reforçadores. É examinado o papel da incontrolabilidade na instalação da depressão, constatando-se, por fim, que se apresenta como condição suficiente, porém não necessária para a ocorrência e/ou manutenção do fenômeno.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Efeito de consequências culturais de naturezas diferentes sobre um culturante
    (Universidade Federal do Pará, 2018-01-05) PAIXÃO JUNIOR, Francisco Denilson; TOURINHO, Emmanuel Zagury; http://lattes.cnpq.br/5960137946576592
    O conceito de metacontingência descreve relações funcionais entre contingências comportamentais entrelaçadas (com seus produtos agregados) e consequências culturais. É chamado de culturante a unidade recorrente de contingências comportamentais entrelaçadas e seus produtos agregados. Há pouco mais de uma década, analistas do comportamento têm se dedicado à avaliação experimental de relações de metacontingência. Estudos recentes verificaram que consequências culturais verbais correlacionadas a consequências culturais não-verbais produzem maiores taxas de recorrência de culturantes do que apenas - consequências culturais de uma única natureza. No entanto, ainda são desconhecidos os efeitos diferenciais que as consequências culturais desempenham a depender das mudanças de condição experimental. Este estudo avaliou o efeito diferencial de consequências culturais de diferentes naturezas (correlatas ou não) sobre um culturante-alvo a partir de um preparo experimental com delineamento análogo ao de sujeito único ABAB com uma tarefa de escolha de linhas numa matriz. Os dados apontam que há condições mais favoráveis para manutenção de culturante do que outras e que padrões de escolha estereotipados emergem em condições de alta estabilidade de recorrência de cultura. Este estudo também lança luz sobre possibilidades de estudos relacionados a condições aversivas incontroláveis e seus efeitos sobre culturante.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Efeitos da apresentação intermitente de consequências culturais sobre contingências comportamentais entrelaçadas e seus produtos agregados
    (Universidade Federal do Pará, 2012-05-28) VICHI, Christian; TOURINHO, Emmanuel Zagury; http://lattes.cnpq.br/5960137946576592
    O comportamento social de um indivíduo pode se entrelaçar com o de outros e dar origem a contingências comportamentais entrelaçadas (CCEs), cuja coordenação pode gerar produtos agregados (PAs) com função de consequências culturais (CCs). Tais elementos podem tomar parte uma metacontingência, configurando assim o processo seletivo no nível cultural. Em praticas culturais complexas, um sistema receptor (SR) pode exercer a função de liberador de CCs. Experimentos demonstraram que CCs podem selecionar e manter as CCEs e seus PAs. Outros estudos sugeriram a possibilidade de manter, e até instalar, as CCEs e seus PAs por meio de CCs intermitentes em VR2, bem como extingui-las. O presente trabalho buscou investigar a possibilidade de manutenção das CCEs e seus PAs por meio de aplicação de intermitente de CCs em um esquema de CRF, FR2, VR3, FR3 e VR3 assim como o efeito da suspensão posterior de CCs. Participaram do estudo 93 participantes de cursos superiores, designados a um de cinco experimentos. Cada grupo teve de um a três participantes num mesmo momento, e cada participante escolheu a cada ciclo uma linha numa matriz de 10x10 com linhas de cinco diferentes cores numeradas e colunas alfabeticamente nomeadas. Após cada participante escolher uma linha, o experimentador escolhia uma coluna, cuja célula de interseção podia conter um círculo que equivalia a uma ficha no valor de 10 centavos para o participante. O mesmo procedimento era então aplicado aos demais participantes. Em algumas fases, quando a cor da linha escolhida por cada participante diferisse dos demais aplicava-se uma consequência cultural sobre o grupo, na forma de adesivos trocáveis por materiais escolares para doação. Os grupos que compuseram os experimentos foram expostos a diferentes metacontingências: CRF, FR2, VR2, FR3 e VR3 e todos foram expostos a uma fase final de Extinção. Todos os grupos começavam com um participante numa fase de seleção operante e gradualmente a complexidade foi sendo ampliada com aumento de participantes e mudança de metacontingências. Ao final da pesquisa, os participantes responderam um breve questionário. Os resultados corroboraram os dados encontrados na literatura, sugerindo a seleção de CCEs e seus PAs e sua manutenção por meio da aplicação de CCs em esquemas intermitentes de FR2, VR2, FR3 e VR3. Não foi possível verificar se existiam diferenças na resistência à extinção das CCEs entre os diferentes esquemas testados, pois esta não foi claramente obtida. Entretanto, uma análise da variabilidade cultural sugere o início de um processo de extinção devido ao aumento da variabilidade das CCEs na fase de extinção. Aponta também que as CCEs podem obedecer a princípios análogos aos observados na variabilidade operante. As descrições verbais das contingências de reforço foram muito frequentes entre os participantes, porém as descrições das metacontingências aconteceram com frequência mais baixa, especialmente nos participantes exposto à Extinção e VR3.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Efeitos da exposição a macrocontingências e metacontingências na produção e manutenção de respostas de autocontrole ético
    (Universidade Federal do Pará, 2013-01-24) VASCONCELOS NETO, Aécio de Borba; TOURINHO, Emmanuel Zagury; http://lattes.cnpq.br/5960137946576592
    Um caso particular de autocontrole ocorre quando o conflito entre consequências imediatas e atrasadas está associado a consequências mais favoráveis ao indivíduo, ou mais favoráveis ao grupo. Em tais casos, responder sob controle de consequências mais atrasadas e mais favoráveis ao grupo caracteriza uma instância de autocontrole que pode ser denominado de autocontrole ético. A literatura aponta que a seleção do autocontrole e do autocontrole ético depende de contingências dispostas por membros do grupo, o que permite apontar que estes fenômenos são produtos culturais. O presente trabalho investigou a seleção, manutenção e transmissão de autocontrole ético em dois arranjos análogos a condições culturais: macrocontingências e metacontingências. Seis microculturas, duas em cada um de três estudos, foram expostas a uma tarefa na qual cada participante tinha que escolher uma linha em uma matriz colorida 10x10. Havia contingências individuais programadas de acordo com as quais escolhas de linhas ímpares produziam três fichas trocáveis por dinheiro e escolhas de linhas pares produziam apenas uma ficha. Contingências culturais possibilitavam a produção também de itens escolares que seriam posteriormente doados a escolas públicas. A produção desses itens dependia de se havia macrocontingências ou metacontingências em vigor. O primeiro estudo teve como objetivo avaliar o efeito do produto cumulativo resultante do somatório de operantes funcionalmente independentes sobre o comportamento de participantes em uma microcultura de laboratório, quando há conflito entre consequências individuais de maior magnitude e consequências individuais de menor magnitude associadas a um efeito adicional de consequências positivas para a cultura, mas de natureza diferente das consequências individuais. Nesse estudo, escolhas de linhas pares produziam consequências individuais de menor magnitude e contribuíam para a produção do efeito cumulativo com um item escolar. Os resultados demonstraram a efetividade do produto cumulativo na instalação e manutenção de respostas de autocontrole, mas apenas após uma longa exposição às macrocontingências programadas. A mudança de gerações também pode ter contribuído para a necessidade de uma exposição mais longa. O segundo estudo teve como objetivo analisar se consequências comportamentais entrelaçadas (CCEs) associadas a um Produto Agregado (PA) podem ser selecionadas por consequências culturais de natureza diferente da consequência individual, em situações nas quais a produção da consequência cultural concorre com a produção de consequências individuais de maior magnitude. Nesse estudo, a produção de itens escolares era contingente à ocorrência de CCEs+PAs de três escolhas de linhas pares de cores diferentes. Os resultados demonstraram a efetividade da consequência cultural na seleção de CCEs+PAs que envolviam respostas de autocontrole ético. Além disso, os dados sugerem que as CCEs+PAs continuam ocorrendo por um grande número de ciclos mesmo após a suspensão da metacontingência. Por fim, o terceiro estudo teve como objetivo investigar o efeito de um produto cumulativo e consequências culturais de natureza diferente da consequência operante, em situações nas quais há conflito entre a produção da consequência cultural e a produção de consequências reforçadoras de maior magnitude, em condições alternadas de macrocontingências e metacontingências. Nesse estudo, duas microculturas foram expostas a condições alternadas em que havia em vigor macrocontingências (como no Estudo 1) e metacontingências (como no Estudo 2). Os resultados sugerem que tanto o produto cumulativo quanto as consequências culturais foram efetivas na seleção de respostas de autocontrole ético. Quando expostos de forma alternada, contudo, não foi possível atingir a mesma frequência de respostas autocontroladas nas condições em que a haviam metacontingências programadas que no Estudo 2, em que não havia exposição alternada a macrocontingências. Os dados sugerem ainda que macrocontingências não foram efetivas na seleção de CCEs+PAs, mas foram efetivas na manutenção destas após a seleção nas condições de macrocontingências. Nas condições de macrocontingências também foi produzido um número maior de itens escolares.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Efeitos da Magnitude de Consequências Individuais e Culturais sobre a Seleção de Culturantes de Autocontrole Ético
    (Universidade Federal do Pará, 2017-07-17) SILVA, Bruno Rodrigues da; TOURINHO, Emmanuel Zagury; http://lattes.cnpq.br/5960137946576592
    Metacontingências dizem respeito à relação contingente entre culturantes (que inclui as contingências comportamentais entrelaçadas e seus produtos agregados) e consequências culturais. Dentre os estudos que têm recentemente dado suporte empírico ao conceito de metacontingências, encontram-se aqueles que investigam a concorrência entre contingências individuais e culturais sob a noção de autocontrole ético. Estudos anteriores avaliaram o efeito do aumento da magnitude da consequência cultural ou da consequência individual separadamente sobre a seleção cultural em situações de concorrência. No entanto, nenhum estudo manipulou a magnitude das consequências individuais e culturais conjuntamente. O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito da manipulação simultânea da magnitude das consequências individuais e culturais sobre a seleção de culturantes e respostas individuais dos participantes em duas microculturas. Para tanto, foi utilizada uma tarefa envolvendo uma matriz colorida de 10 linhas (numeradas de 1 a 10) e 10 colunas (identificadas com letras de “A” a “J”). A coleta foi realizada com 2 grupos (microculturas) de 3 estudantes universitários. Durante a coleta com cada microcultura, cada participante na sua vez escolheu uma linha da matriz e recebeu o feedback do experimentador por sua escolha. Escolhas em linhas ímpares (impulsivas) produziam consequências de maior magnitude para o indivíduo enquanto escolhas em linhas pares (autocontroladas) produziam consequências individuais de menor magnitude, que, no entanto, estavam correlacionadas com a possibilidade de produção de consequências culturais, quando os 3 participantes escolhiam linhas de cores diferentes. Durante o experimento as consequências variaram de modo que enquanto a magnitude da consequência individual impulsiva aumentava, a magnitude da consequência cultural diminuía e vice-versa. Os resultados indicaram pouca influência da variação da magnitude das consequências programada no experimento sobre a aquisição e manutenção dos culturantes e sobre a alteração do padrão de escolhas dos participantes em favor da seleção cultural ou operante. Novos estudos, com mudanças no procedimento poderiam avaliar melhor a influência da magnitude das consequências sobre o comportamento dos indivíduos em grupo.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Efeitos de antecedentes sociais sobre a seleção de práticas culturais de complexidade progressiva
    (Universidade Federal do Pará, 2014) LEITE, Felipe Lustosa; TOURINHO, Emmanuel Zagury; http://lattes.cnpq.br/5960137946576592
    Metacontingências descrevem relações funcionais entre (a) contingências comportamentais entrelaçadas (CCEs), (b) seu produto agregado e (c) uma mudança ambiental contingente à relação entre CCE e produto agregado – consequência cultural (CC). Visando analisar as possibilidades da inclusão de elementos antecedentes em metacontingências, o presente trabalho teve como objetivo aferir os efeitos da concorrência entre sistemas culturais sobre a evolução de CCEs mais complexas. O Experimento 1 investigou os efeitos do contexto de concorrência na evolução de entrelaçamentos mais complexos. Seus resultados indicaram que o contexto de concorrência influenciou seleção de CCEs mais complexas, com ênfase destacada para o papel da interação verbal vocal entre os membros de diferentes sistemas culturais. O Experimento 2 aferiu os efeitos da interação verbal entre membros de sistemas culturais diferentes sobre a evolução de entrelaçamentos mais complexos. O Experimento 3 investigou os efeitos de consequências culturais de magnitudes variadas e proporcionais ao grau de complexidade do entrelaçamento na evolução de entrelaçamentos mais complexos. Os resultados apontam que o procedimento foi efetivo na seleção de CCEs com maiores graus de complexidade. Os dados deste estudo sugerem que antecedentes culturais de caráter social influem na evolução de práticas culturais e necessitam de mais investigações experimentais.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Efeitos de atividades distrativas associadas à progressão do atraso sobre o responder autocontrolado de crianças
    (Universidade Federal do Pará, 2009) BATISTA, Jussara Rocha; TOURINHO, Emmanuel Zagury; http://lattes.cnpq.br/5960137946576592
    Estudos sobre autocontrole têm indicado dois procedimentos como eficazes para aumentar a emissão de respostas autocontroladas: a progressão do atraso do reforço e/ou o uso de atividades distrativas durante o atraso. Este estudo avaliou o efeito de dois tipos de atividades distrativas (lúdica e intelectual) associadas à progressão do atraso do reforço sobre o responder autocontrolado de crianças e a possível manutenção de respostas autocontroladas alcançadas nos treinos, em sessões posteriores com atraso para a troca de até 3 dias. Nove participantes de 5 a 7 anos foram expostos a uma situação de escolha entre dois estímulos apresentados na tela de um computador para obter fichas que posteriormente eram trocadas por itens. Escolhas impulsivas produziam 1 ficha (magnitude baixa) e escolhas autocontroladas produziam 3 fichas (magnitude alta). Havia 6 condições experimentais: (a) Linha de Base Magnitude: magnitude alta/0 s e magnitude baixa/0 s; (b) Linha de Base Atraso: magnitude baixa/0 s e magnitude baixa/60 s; (c) Aumento Progressivo: a magnitude baixa foi apresentada junto ao menor atraso e a magnitude alta foi apresentada junto ao maior atraso, que aumentou 10 segundos em 7 fases (0 s a 60 s) – Grupo A; (d) Aumento Progressivo Combinado à Atividade Lúdica: mesmas fases da condição anterior, mas era possível realizar atividade de colorir durante o atraso – Grupo B; (e) Aumento Progressivo Combinado à Atividade Intelectual: mesmas fases, mas era possível realizar atividade de resolver problemas matemáticos durante o atraso – Grupo C; e (f) Atraso na Troca: reforços (fichas) de magnitude alta e baixa foram entregues após a sessão, mas os de magnitude alta só eram trocadas por itens após 1, 2 ou 3 dias. Os resultados não mostraram diferenças consistentes entre os resultados dos treinos (só progressão, progressão com atividade lúdica e progressão com atividade intelectual). Porém, os dados sugerem que treino utilizando atividade intelectual durante o atraso do reforço pode ser menos eficaz para manter as respostas autocontroladas em períodos de atraso de um a 3 dias para a troca das fichas. De um modo geral, a utilização de atrasos maiores parece ter favorecido, mais que atrasos menores, a sensibilidade a variáveis externas não controladas no experimento.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Efeitos de atraso em consequências culturais de magnitudes diferentes sobre a seleção de culturantes autocontrolados
    (Universidade Federal do Pará, 2017-03-03) LIMA, Yan Valderlon dos Santos; TOURINHO, Emmanuel Zagury; http://lattes.cnpq.br/5960137946576592
    Metacontingências descrevem relações funcionais entre culturantes (contingências comportamentais entrelaçadas com seus produtos agregados) e consequências culturais que os selecionam. Se o culturante fica sob controle de consequências culturais atrasadas de maior magnitude, dizemos que esse é um culturante autocontrolado. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito de variação do atraso em consequências culturais de magnitudes diferentes sobre a seleção de culturantes impulsivos e autocontrolados. Duas microculturas de laboratório, cada uma com três participantes, foram expostas a um delineamento ABCD...n...DCBA. Não havia concorrência entre os níveis operante e cultural. Os participantes deveriam escolher linhas com números e cores em uma matriz. As consequências individuais programadas foram 1 e 2 fichas para escolhas pares e ímpares respectivamente. As consequências culturais programadas foram carimbos com carinhas sorridentes representando, cada um, itens escolares que foram doados a uma creche pública. As consequências culturais variaram quanto à quantidade de itens escolares produzidos e o atraso em dias após os quais estes itens foram entregues. Houve maior frequência acumulada de culturantes autocontrolados nas duas microculturas. Esse estudo demonstrou ser possível investigar autocontrole cultural em microculturas de laboratório e abre caminho para novos estudos sobre o tema.
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    Efeitos de Consequências Intermitentes (FR2 e FR3) Sobre a Seleção de Respostas de Autocontrole Ético em Arranjos de Macrocontingência
    (Universidade Federal do Pará, 2015-06-30) MOURA, Francisco Solano Maia; TOURINHO, Emmanuel Zagury; http://lattes.cnpq.br/5960137946576592
    Fenômenos comportamentais culturais têm sido investigados considerando-se pelo menos dois tipos de relações: relações de metacontingência e relações de macrocontingência. Macrocontingência descreve a relação entre uma prática cultural e o efeito cumulativo das contingências do macrocomportamento que constitui essa prática. Na macrocontingência, cada comportamento individual produz uma consequência operante, além decontribuir para o efeito cumulativo. A magnitude do efeito cumulativo varia com o número de indivíduos que compartilham a prática cultural. Estudos recentes abordaram duas variáveis consideradas relevantes nos fenômenos comportamentais culturais: a concorrência entre contingências comportamentais e contingências culturais, de um lado, e a intermitência da consequência cultural, de outro. Os estudos de seleção no nível cultural têm avaliado processos análogos aos processos operantes, inclusive envolvendo esquemas intermitentes. Na medida em que os estudos de macrocontingência também se mostram importantespara o entendimento de fenômenos relevantes para a cultura(ainda que possam ser tratados como seleção apenas no nível operante), mostra-se pertinente acrescentar a essas investigações a manipulação da intermitência do efeito cumulativo. O presente estudo objetivou investigar os efeitos da consequência cultural intermitente em esquemas de FR 1, FR 2, E FR 3 sobre o macrocomportamento, em condição de concorrência entre consequências individuais de maior magnitude e consequências individuais de menor magnitude associadas a um efeito cumulativo positivo para a cultura, de natureza diferente das consequências individuais. Participaram 46 alunos universitários, que constituíram duas microculturas, cada uma composta de três linhagens culturo-comportamentais, chamadas L1, L2, e L3. Cada microcultura foi composta de várias gerações, com três participantes sendo expostos simultâneamente. A tarefa consistiu de o participante, sempre individualmente, escolher uma linha horizontal na matriz. Cada ciclo compreendia uma sequência de tentativas sucessivas de linhas pelo participante, e de escolha de colunas pelo experimentador e a liberação de consequências pelo experimentador, também. Ao longo do experimento, os participantes mais antigos eram substituídos por novos participantes, constituindo gerações. O primeiro participante substituído foi P1, seguido por P2, e assim sucessivamente. um participante foi substituído a cada 20 ciclos. O experimento foi composto de 7 condições, em um delineamento ABACADA. Cada uma das microculturas foi exposta à mesma sequência de condições.Escolhas de linhas ímpares produziam consequências individuais (pontos trocáveis por dinheiro) de maior magnitude, não associadas à produção do efeito cumulativo; escolhas de linhas pares produziam consequências individuais de menor magnitude e contribuíam para a produção do efeito cumulativo que consistiam de itens escolares para doação a uma escola pública. Os resultados demonstraram a efetividade da consequência culturalna instalação e manutenção de respostas de autocontrole ético, após uma longa exposição às macrocontingências programadas. A intermitência da consequência cultural e a viii mudança de gerações podem ter contribuído para a necessidade de uma exposição longa.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Efeitos de consequências verbais culturais e de suporte sobre a seleção e manutenção de culturantes
    (Universidade Federal do Pará, 2017-07-14) BISPO, Gehazi Ramiris dos Santos; TOURINHO, Emmanuel Zagury; http://lattes.cnpq.br/5960137946576592
    Evidências empíricas recentes sugerem um papel facilitador das variáveis verbais sobre a seleção de culturantes. Entretanto, a maior parte dos dados ainda é inconclusiva ou não demonstra os efeitos isolados da manipulação direta de variáveis verbais, funcionando como consequências operantes e culturais, sobre a seleção de culturantes. Nesse sentido, o objetivo desse estudo foi comparar os efeitos diferenciais de consequências culturais e operantes verbais sobre a seleção e manutenção de culturantes, na presença e ausência de consequências culturais não verbais, em duas microculturas de laboratório, utilizando um delineamento experimental análogo ao de sujeito único ABCBCA. Os resultados demonstraram que as consequências verbais operantes são ineficientes na seleção cultural quando comparadas às consequências culturais. Quando culturais, a diferença do efeito entre consequências verbais e não verbais, é baixa. Quando as consequências culturais verbais e não verbais são combinadas, a seleção cultural é mais efetiva.
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    Efeitos de contingências de suporte e de metacontingências sobre a seleção de contingências comportamentais entrelaçadas
    (Universidade Federal do Pará, 2010) TADAIESKY, Liany Tavares; TOURINHO, Emmanuel Zagury; http://lattes.cnpq.br/5960137946576592
    Metacontigências consistem de relações funcionais entre contingências comportamentais entrelaçadas (CCEs) e um produto agregado, que seleciona não o comportamento individual, mas o próprio entrelaçamento. Entrelaçamentos podem também ser mantidos por contingências de suporte, que, nesse caso, operam sobre contingências individuais que participam do entrelaçamento, sendo geralmente dispostas por outro indivíduo, grupo ou agência. Esta é uma proposição teórica veiculada na literatura analítico-comportamental, mas com respeito à qual inexistem evidências empíricas. O presente trabalho teve como objetivo avaliar o efeito de contingências de suporte e metacontingências na instalação e manutenção de CCEs. Participaram do estudo doze estudantes universitários, divididos igualmente em quatro grupos experimentais. Os grupos 1 e 2 integraram o Experimento 1, e os grupos 3 e 4, o Experimento 2. Cada grupo foi exposto a um jogo de apostas e ganhos, no qual cada ficha valia 0,10 centavos. Para os grupos 1 e 2 foram utilizadas fichas plásticas, nas cores amarelo, laranja e marrom, para os grupos 3 e 4, foram utilizadas fichas nas cores amarelo, laranja, marrom, lilás e rosa. As sessões foram compostas por 30 rodadas, cada uma formada pela jogada dos três participantes, os quais revezavam a jogada inicial da rodada. Os grupos 1 e 2 foram expostos à condições de contingências de suporte (condição A) e de metacontingências (condição B) e o grupo 2 apenas à condição B. Em ambos os grupos houve a seleção do entrelaçamento, não tendo sido verificadas diferenças expressivas de desempenho. No Experimento 2, foi aumentada a complexidade do entrelaçamento, a fim de se verificar diferenças nos efeitos de metacontingências e contingências de suporte na seleção de CCEs. Os grupos 3 e 4 foram expostos às condições A’ e B’, que eram idênticas às condições do Experimento 1, exceto no que se refere às cores de fichas utilizadas e à complexidade do entrelaçamento. O Grupo 3 foi exposto a duas fases, nas quais vigoraram ambas as condições. O Grupo 4 foi exposto apenas à condição B’. Em ambos os grupos não houve a seleção do entrelaçamento. Os resultados indicaram que não houve diferença notável entre o desempenho dos grupos em que vigoravam condições de metacontingências e condições de contingências de suporte. No Experimento 1, nos grupos 1 e 2 houve a seleção do entrelaçamento, com desempenhos semelhantes. O Experimento 2 manipulou a complexidade do entrelaçamento, aumentando-o. Os resultados demonstraram que não houve a seleção do entrelaçamento para ambos os grupos. Sugerem-se estudos futuros que repliquem este delineamento, manipulando o entrelaçamento de modo a torná-lo medianamente complexo, a fim de avaliar se contingências de suporte e metacontingências podem exercer papéis diferentes sobre a seleção de CCEs.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Efeitos de instruções e história experimental sobre a trnsmissão de práticas de escolha em microculturas de laboratório
    (Universidade Federal do Pará, 2009-10) LEITE, Felipe Lustosa; TOURINHO, Emmanuel Zagury; http://lattes.cnpq.br/5960137946576592
    A seleção de práticas culturais tem sido objeto de interesse crescente na Análise do Comportamento, principalmente após a formulação do conceito de metacontingências por S. Glenn. Uma temática abordada tem sido as relações entre o comportamento governado por regras e a transmissão de práticas culturais. O presente estudo teve como objetivo avaliar os efeitos de instruções verbais sobre a transmissão de uma prática de escolha em pequenos grupos. Quarenta e três alunos de graduação da UFPA participaram do estudo, distribuídos em 4 grupos. Os participantes deveriam resolver coletivamente (grupos de 3) um problema em uma condição em que havia dois tipos possíveis de ganhos: um mais vantajoso a longo prazo (escolhas de linhas pretas) e um menos vantajoso (escolha de linhas brancas). A cada 12 minutos um participante deixava o grupo e um novo participante passava a integrá-lo, cabendo aos participantes mais antigos instruir os novos na atividade. Em alguns dos grupos, participantes denominados de confederados foram instruídos a ensinar de forma errada a atividade aos participantes, induzindo o grupo a escolher as linhas brancas, levando a um resultado menos vantajoso. Os confederados instruíam os participantes com duas categorias de instruções: falsas descritivas e prescritivas. Com a continuidade do ciclo de mudanças de participantes, os confederados foram dando lugar a participantes ingênuos ou experientes na atividade. Os resultados obtidos indicam que quando os confederados participaram de grupos constituídos por participantes ingênuos, predominaram escolhas menos vantajosas para o grupo, sendo que no Grupo 2 o padrão instruído pelos confederados foi mantido por uma geração adicional e no Grupo 4 foi mantido por duas gerações adicionais. Quando os confederados integraram grupos com participantes previamente expostos à tarefa (Grupos 1 e 3), ambos os grupos voltaram a responder de acordo com padrão estabelecido em uma sessão de linha de base (aproximadamente 80% de escolhas pretas no Grupo 1 e 60% no Grupo 3). Quanto ao tipo de instrução empregada pelos confederados, quando os participantes foram instruídos com a instrução falsa descritiva, o padrão de escolha estabelecido pelos confederados se manteve por menos tempo do que quando os participantes foram instruídos com as instruções prescritivas. Conclui-se que a experiência prévia em uma atividade capacita o grupo a sofrer menos efeitos da manipulação verbal que leva a práticas de escolhas menos vantajosas, e que instruções que não descrevem relações de contingência entre eventos são menos eficientes em produzir um controle de práticas de escolhas por meio de instruções verbais.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Fenômenos emocionais no contexto explicativo do modo causal de seleção por conseqüências
    (Universidade Federal do Pará, 2007-08-23) DARWICH, Rosângela Araújo; TOURINHO, Emmanuel Zagury; http://lattes.cnpq.br/5960137946576592
    B. F. Skinner deu início ao behaviorismo radical, enquanto filosofia de uma ciência do comportamento, e reuniu os argumentos experimentais e teóricos que fundamentaram tal ciência. A proposta skinneriana distinguiu-se da psicologia da primeira metade do século XX por instituir o monismo físico como visão de homem e recomendar a abordagem de respostas abertas e encobertas no contexto de relações indivíduoambiente. No entanto, a adoção do modo causal de seleção por conseqüências para a explicação do comportamento pode ser tida como controversa no âmbito de análise de fenômenos emocionais, por estes apresentarem componentes operantes, mas também respondentes. Tendo em vista que a seleção ao nível filogenético permite a compreensão do estabelecimento de relações respondentes incondicionadas, objetivou-se analisar até que ponto um modelo selecionista permite a explicação de relações respondentes condicionadas, nos casos referentes a fenômenos emocionais. A investigação de elaborações da análise do comportamento resultou na proposição de um modelo interpretativo de fenômenos emocionais por meio de inter-relações entre processos respondentes e operantes. A coerência interna do sistema explicativo skinneriano é preservada por manter-se o pressuposto básico de que, em se tratando da ontogênese, relações historicamente estabelecidas com o ambiente explicam a ocorrência de respostas abertas, encobertas, respondentes, operantes ou com ambos os componentes. Considerando que clareza conceitual tende a ser um pré-requisito para o desenvolvimento de alternativas de intervenção, contrastou-se o modelo interpretativo proposto ao contexto de realização de análises funcionais na literatura da análise do comportamento. Preliminarmente, tal modelo demonstrou ser uma ferramenta útil, na medida em que favorece a compreensão de diferentes funções das variáveis que participam das relações comportamentais em foco, de uma perspectiva contextualizada e histórica.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A noção de significado em B. F. Skinner e em M. Sidman
    (Universidade Federal do Pará, 2001) NELSON, Tony; TOURINHO, Emmanuel Zagury; http://lattes.cnpq.br/5960137946576592
    Apresentam-se alguns aspectos do debate sobre a relação entre a interpretação de Skinner para o comportamento verbal e a pesquisa na área de equivalência de estímulos. Fornece-se uma descrição das noções de significado veiculadas por Skinner e Sidman em suas tentativas de produzir uma interpretação da linguagem de caráter analíticocomportamental. Os modelos explicativos de Skinner e Sidman são analisados em termos de seu alcance para a análise do comportamento verbal; em seguida, são comparadas as noções de significado como variáveis controladoras da resposta e como relações de equivalência entre estímulos; por último, o papel da substitutabilidade na linguagem, sua função e limites, é examinada. A análise de Skinner pretende ser mais abrangente do que a de Sidman, no sentido de tentar abarcar a totalidade do comportamento verbal. Skinner, ao contrário de Sidman, busca comparar sua proposta com as teorias da linguagem existentes. As análises de Skinner apontam para o significado como as variáveis explicativas do comportamento, enquanto que, as de Sidman, para o significado como estímulos equivalentes. A noção de significado proposta por Sidman fundamenta-se em relações entre estímulos (contingência de quatro termos, ou mais) e sua substitutabilidade (a equivalência entre estímulos). Na sua conceituação do comportamento verbal, Skinner considera uma distinção entre as funções de falantes e ouvintes como sendo importante, enquanto que em Sidman esta distinção não aparece. As análises de Sidman para o significado apresentam alguns aspectos que as diferem das teorias tradicionais criticadas por Skinner; entretanto, considera-se que a noção de significado proposta por Sidman continua problemática. Critica-se a substitutabilidade como uma boa base para se tratar o significado. Conclui-se que a equivalência pode ser um instrumento valioso na compreensão da linguagem, especialmente no que diz respeito à produção de comportamentos verbais não diretamente treinados, auxiliando a avançar as análises sobre o comportamento verbal.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    O conceito de ansiedade na análise do comportamento
    (Universidade Federal do Pará, 2006-04-08) COÊLHO, Nilzabeth Leite; TOURINHO, Emmanuel Zagury; http://lattes.cnpq.br/5960137946576592
    A temática da ansiedade tem sido discutida na Psicologia enfocando os mais diferentes aspectos, mas uma definição consensual está longe de ser alcançada. A dificuldade se explica por diversas razões, dentre elas a ausência de uma referência precisa a relações comportamentais. Na literatura da Análise do Comportamento, também são encontradas divergências. Algumas explicações enfatizam o papel das contingências diretas como controladoras dos padrões de respostas ansiosas. Outras definições abordam aspectos verbais como possíveis fontes adicionais de controle. Nessas últimas, as múltiplas funções dos relatos autodescritivos dos indivíduos e o condicionamento semântico têm sido apontados como prováveis explicações. No presente trabalho, foram examinados 47 textos na literatura Analítico-Comportamental a fim de identificar os tipos de relações comportamentais que estão sendo sugeridas nos diferentes usos do conceito de ansiedade na Análise do Comportamento e a (in) compatibilidade dessas abordagens. O estudo tomou como referência categorias de registro que se referem ao que cada autor veicula em termos de componentes respondentes, operantes não verbais, operantes verbais e de perspectivas de intervenção. Uma análise mais qualitativa foi realizada com o uso de categorias analíticas que se reportam ao papel desempenhado pelas alterações fisiológicas na definição de ansiedade, das relações operantes verbais e não verbais envolvidas no fenômeno, e das implicações de cada uma dessas análises para a terapia verbal face a face. Este exame possibilitou a identificação de variações nas definições quanto ao tipo de relações comportamentais envolvidas; ao arranjo de contingências que produzem aquelas relações; às condições corporais produzidas concomitantemente pelas mesmas contingências; às funções dessas condições corporais nas relações comportamentais e aos processos por meio dos quais estímulos verbais participam dessas relações. No entanto, essas variações na definição podem ser entendidas enquanto análises complementares e não incompatíveis entre si. A explicação dos fenômenos comportamentais com base em um continuum de complexidade pode apresentar-se como um modelo capaz de agregar essas variações, possibilitado um entendimento das redes de relações que podem participar de uma instância de ansiedade, bem como da função desempenhada por cada um de seus componentes.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Uma discussão dos usos do termo eventos privados na análise do comportamento à luz de proposições do pragmatismo
    (Universidade Federal do Pará, 2007-04-19) VASCONCELOS NETO, Aécio de Borba; TOURINHO, Emmanuel Zagury; http://lattes.cnpq.br/5960137946576592
    A Análise do Comportamento distingue-se de outras modalidades de behaviorismo por seu tratamento original para a subjetividade. O conceito de eventos privados tem sido trabalhado na literatura analítico-comportamental como central para a abordagem desse tema, permitindo ao cientista e profissional lidar com eventos inacessíveis à observação pública graças a um critério instrumental de verdade. Este trabalho discute o conceito de eventos privados a partir de questões levantadas pelo pragmatismo, filosofia com a qual a Análise do Comportamento tem sido consistentemente associada. A partir dos escritos de James e Rorty, são examinados os aspectos relevantes do(s) uso(s) do conceito de eventos privados, discutindo-se a validade do conceito para abordar os problemas relacionados à subjetividade a partir de três categorias de análise: 1) Implicações de um enfoque relacional verbal na análise dos conceitos relativos à subjetividade, 2) Ausência de visão consensual sobre coerência do conceito de eventos privados com sistema explicativo analítico-comportamental; e 3) Funções do conceito de eventos privados. Apontamos como é elaborada na literatura analítico-comportamental a importância da linguagem na definição do mundo privado, e a influência disso para um enfoque relacional da subjetividade. Argumentamos ainda que analistas do comportamento têm usado o termo eventos privados sob controle de fenômenos de natureza e complexidade variável, gerando uma falta de consenso sobre a coerência do conceito de eventos privados com o sistema explicativo analítico-comportamental e, quando há algum, a falta consenso sobre sua instrumentalidade. Com isso, a coerência e a instrumentalidade do uso do termo eventos privados é condicionada a que eventos o pesquisador ou profissional está se referindo, ao recorte de análise utilizado (molar ou molecular), e ao método empregado na pesquisa. Encontramos que, quando há concordância sobre a coerência e instrumentalidade do conceito, esta é encontrada entre os autores que trabalham principalmente com o contexto de aplicação clínica. Concluímos salientando que a idéia de que o conceito de eventos privados é útil à análise do comportamento não é completamente aceita por toda a área, refletindo que ainda são necessárias discussões sobre o conceito de eventos privados e sobre o tratamento analítico-comportamental da subjetividade.
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