Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento Humano - PPGCMH/ICS
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Navegando Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento Humano - PPGCMH/ICS por Afiliação "Universidade Federal do Pará"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Espectroscopia de infravermelho próximo na investigação dos estados de repouso e ativação muscular do assoalho pélvico de mulheres adultas jovens: um estudo transversal(Universidade Federal do Pará, 2025-04-25) MIRANDA, Iasmin Pereira Cabral; MELO NETO, João Simão de; http://lattes.cnpq.br/1547661999153615; https://orcid.org/0000-0002-4681-8532; NEVES, Laura Maria Tomazi; RODRIGUES, Cibele Nazaré Câmara; SOUZA, Givago da Silva; http://lattes.cnpq.br/4235603520707156; http://lattes.cnpq.br/4450892902861297; http://lattes.cnpq.br/5705421011644718; https://orcid.org/0000-0002-3115-2571; https://orcid.org; https://orcid.org/0000-0002-4525-3971A espectroscopia de infravermelho próximo tem se mostrado uma tecnologia promissora na avaliação da oxigenação muscular. Este estudo transversal investigou o comportamento de variáveis de oxigenação muscular do assoalho pélvico em mulheres adultas jovens, comparando os estados de repouso e ativação. Foram avaliadas 38 participantes, divididas em grupo controle (GC) e grupo ativação (GA), utilizando o equipamento Humon Hex. As variáveis analisadas incluíram média de oxigenação, amplitude e desvio-padrão. Os resultados indicaram que a ativação muscular influenciou significativamente a oxigenação do músculo bulboesponjoso e transverso superficial, sendo que o músculo transverso superficial apresentou padrões mais equilibrados. A Contração Voluntária Máxima Sustentada foi o momento de maior alteração na oxigenação, com maior variabilidade de resposta no GA em comparação ao GC. O estudo sugere que a espectroscopia de infravermelho próximo pode ser uma alternativa viável e menos invasiva para avaliar a atividade muscular do assoalho pélvico, especialmente em pacientes com contraindicação para métodos intracavitários. Esses achados abrem novas perspectivas para a investigação do metabolismo muscular pélvico e potencial aplicação clínica na reabilitação das disfunções.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Validade do teste de arremesso de Medicine Ball lateral para estimativa da potência de membros superiores em lutadores(Universidade Federal do Pará, 2024-05-02) COSTA ALVES DO Ó, Manoel de Lafuente; PENNA, Eduardo Macedo; http://lattes.cnpq.br/3746450308327976; https://orcid.org/0000-0003-0058-7967; COSWIG, Victor Silveira; http://lattes.cnpq.br/0097939661129545; https://orcid.org/0000-0001-5461-7119; SIMIM, Mario Antonio de Moura; http://lattes.cnpq.br/2506744061310311; https://orcid.org/0000-0002-4659-8357Este estudo tem como objetivo avaliar a validade do Side Medicine Ball Throw (S-MBT) para medir a potência da parte superior do tronco em atletas de modalidades esportivas de combate (MEC). As MEC demandam características físicas e fisiológicas diversificadas, incluindo a potência como um fator para o desempenho. No entanto, muitos testes disponíveis são caros ou focados apenas na parte inferior do corpo. O S-MBT propõe uma alternativa mais simples e acessível, utilizando diferentes pesos de Medicine Ball e replicando o gesto motor dos golpes e projeções de MEC. Realizou-se um estudo experimental, randomizado e descritivo com abordagem quantitativa. Os participantes eram praticantes de esportes de combate, com idades entre 18 e 40 anos, que possuíam pelo menos seis meses de prática nas modalidades de combate e não apresentassem lesões ou comorbidades que comprometessem a execução dos testes. Foi realizado um encontro, com avaliação antropométrica no primeiro momento e, em seguida, realizou-se os testes de Arremesso de Medicine Ball (3kg e 6kg) e Bench Press Throw (PC30% e PC60%). Foram coletadas medidas de velocidade média propulsiva e máxima intenção de força no S-MBT. A distância (em metros) dos testes de Arremesso de Medicine Ball de 3kg e 6kg nas posições sentado e em pé foram de: 3,634 ± 0,697; 2,502 ± 0,523; 5,754 ± 1,175 e 4,737 ± 1,029, respectivamente. No teste Bench Press Throw, os valores de velocidade média propulsiva e a potência foram de 1,224 ± 0,210 e 2412,284 ± 545,020 usando 30% do peso corporal e 0,758 ± 0,220 e 113,404 ± 223,842 usando 60% do peso corporal. Com base nos resultados obtidos, pode-se inferir que o S-MBT foi um teste útil para a avaliação de potência da parte superior de atletas de MEC. Encontrou-se barreira diante da variabilidade mecânica do movimento de rotação do tronco e diferenças antropométricas dos indivíduos.
