BDTD - Biblioteca Digital de Teses e Dissertações
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Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFPA (BDTD). Sistema Eletrônico de Teses e Dissertações (TEDE). Projeto BDTD/UFPA e Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT).
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Navegando BDTD - Biblioteca Digital de Teses e Dissertações por Afiliação "ALEPA - Assembleia Legislativa do Estado do Pará"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Assinado, Pierre Beltrand. Por Ubiratan de Aguiar (1957-2023)(Universidade Federal do Pará, 2024-01-10) PINHEIRO, Marcelo Coelho do Amaral; FONTES, Edilza Joana Oliveira; http://lattes.cnpq.br/9447513031256372É a história do colunista social mais longevo do Brasil de sua época. Escrita pelo decano da imprensa paraense nas páginas dos jornais O Estado do Pará, A Província do Pará, O Liberal e Amazônia; na Rádio Clube do Pará e na Rádio Difusora; e nas tevês Marajoara, Guajará e Liberal. E agora contada a partir da trajetória do jornalista Ubiratan de Aguiar - o filho de papel passado da mãe de santo do governador do Pará tio da esposa do patrão dono do grupo de telecomunicações desde a agência de publicidade de poste e lista telefônica da Belém onde meninas são “New Faces”, garotas “Glamour Girl”, moças e rapazes entre “10 Mais Elegantes”, jovens d’ “Os Mais Cobiçados” e senhoras pontificam como “Hostess do Ano” - em pseudônimo... heterônimo... nome artístico... personagem... figura... duplo... por sessenta e cinco anos Assinado, Pierre Beltrand.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Jornalistas no front: entre violências, confrontos e resistências na Amazônia Paraense(Universidade Federal do Pará, 2025-07-02) MACHADO, Rosemary Gomes da Silva; COSTA, Alda Cristina Silva da; https://lattes.cnpq.br/2403055637349630; COSTA, Vânia Maria Torres; OLIVEIRA, Ivana Cláudia Guimarães de; https://lattes.cnpq.br/7517564393392394; https://lattes.cnpq.br/2354238224698969; https://orcid.org/0000-0002-0493-8763O jornalismo, enquanto instituição social, constitui um dos pilares fundamentais da democracia, pois sua razão de ser está intrinsecamente ligada à função social de informar. A informação jornalística, ao promover o exercício da cidadania, estimular o debate público e contribuir para a formação da opinião pública, torna-se elemento central na construção social da realidade. Essa mediação entre sociedade e informação é realizada pelo jornalista, profissional que, ao abordar questões sensíveis como desigualdades, corrupção e violações de direitos, frequentemente enfrenta riscos que comprometem sua segurança, sua saúde, sua liberdade e, em casos extremos, sua própria vida. A presente pesquisa tem como objeto a violência contra sete jornalistas na Amazônia Paraense, a partir da pergunta central: como essa violência se configura na prática profissional dos jornalistas que atuam na região? Para respondê-la, foram entrevistados sete profissionais que viveram contextos de intensificação da violência, desde o regime militar de 1964 até os anos recentes, marcados pelo governo de Jair Bolsonaro (2019-2022), incluindo o período crítico da pandemia da Covid-19. A investigação revelou que exercer o jornalismo na Amazônia é, por si só, um desafio, dada a complexidade do território, a fragilidade institucional e os interesses que atravessam os conflitos socioambientais e políticos da região. As entrevistas evidenciam que o jornalismo amazônico se constituiu, nas últimas décadas, como um espaço de resistência cotidiana diante da crescente hostilidade aos profissionais. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, fundamentada em entrevistas em profundidade com jornalistas atuantes na região, cujos relatos permitem compreender as múltiplas formas da violência, simbólica, física, psicológica e institucional, que afetam diretamente o exercício da profissão e, por consequência, a própria democracia.
