Teses em Engenharia de Recursos Naturais da Amazônia (Doutorado) - PRODERNA/ITEC
URI Permanente para esta coleçãohttps://repositorio.ufpa.br/handle/2011/4045
O Doutorado Acadêmico inicou-se em 2006 e pertence ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Recursos Naturais da Amazônia (PRODERNA) do Instituto de Tecnologia da UFPA (ITEC) da Universidade Federal do Pará (UFPA).
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Navegando Teses em Engenharia de Recursos Naturais da Amazônia (Doutorado) - PRODERNA/ITEC por Afiliação "IFAP - Instituto Federal do Amapá"
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Tese Acesso aberto (Open Access) Preparação, caracterização e aplicação de asfalto modificado por madeira/borracha: execução em pista experimental em Macapá-AP(Universidade Federal do Pará, 2019-09-06) COELHO, Johnny Gilberto Moraes; DIAS, Carmen Gilda Barroso Tavares; http://lattes.cnpq.br/2113791118142177; MESQUITA, André Luiz Amarante; http://lattes.cnpq.br/1331279630816662Para amenizar os prejuízos ocasionados ao meio ambiente, empresas estão adotando asfaltos com materiais reciclados, denominados por asfalto ecológico, não aplicado na Amazônia e na linha do equador por falta de estabilidade do asfalto. O objetivo principal deste trabalho é a avaliação tecnológica da inserção de resíduo de madeira dura de uso na construção civil associada à borracha de pneu reutilizada aplicável na construção de revestimentos asfálticos. Foi gerada a patente BR102016006187-3, para preparar o composto madeira/borracha. O ligante asfáltico utilizado foi o cimento asfáltico de petróleo CAP 50/70 produzido pela PETROBRAS, é oriundo do campo Fazenda Alegre, no estado do Espírito Santo e processado pela LUBNOR em Fortaleza, Ceará. Os agregados pétreos foram fornecidos pela empresa ETECOM LTDA. A graduação utilizada para as misturas foi a Faixa C do DNIT. O projeto das misturas asfálticas convencionais e com incorporação de madeira/borracha foram definidos e analisados seguindo a metodologia Marshall. As características e comportamento das misturas resultaram em estabilidade e resistência à tração diametral superior ao valor mínimo normatizado, em quatro e em duas vezes respectivamente, com um pequeno ganho para misturas com o composto, sem alteração significativa na densidade aparente e a relação betume-vazios. Entretanto para atingir o mesmo volume de vazios e não comprometer a durabilidade do revestimento foi necessário 40% a mais de energia de compactação. A substituição de uma parte dos agregados minerais pelo composto madeira/borracha faz com que a flexibilidade da mistura asfáltica aumente com aumento na resistência à tração e redução no módulo de resiliência de misturas concreto betuminoso usinado a quente (CBUQ). Para as misturas asfálticas projetadas, a menor relação módulo de resiliência e resistência à tração (Mr/Rt) desejada, foi obtida com a inserção de madeira/borracha no valor de 5159,26 (adimensional), comparado com o convencional no valor de 6607,67 (adimensional). Os trechos experimentais foram aplicados a temperatura em torno de 165 °C para misturas asfálticas convencionais e de 170 °C para misturas com uso de modificadores, não apresentando dificuldades adicionais. O trecho experimental com asfalto ecológico apresentou maior estabilidade (10,43 kN) em comparação ao asfalto convencional (8,48 kN) após 50 meses de uso em Macapá-AP.
