Artigos Científicos - FACECON/ICSA
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Navegando Artigos Científicos - FACECON/ICSA por Afiliação "UFPA - Universidade Federal do Pará"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Credit rationing and high interest rates: an application of structural vector autoregression and vector error-correction models(Universidade de São Paulo, 2014) CARVALHO, André Cutrim; CARVALHO, David FerreiraÉ analisado o comportamento da política monetária de racionamento do crédito no Brasil, principalmente, o desempenho da oferta de crédito bancário privado diante das oscilações na taxa de inadimplência e da taxa de juros.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Crise financeira, recessão e risco de depressão no capitalismo globalizado do século XXI(Universidade Federal do Pará, 2012-04) CARVALHO, David Ferreira; CARVALHO, André CutrimA Grande Depressão da década de 1930 é considerada, até os dias atuais, como a mais grave doença do sistema econômico que pôs em risco a existência do capitalismo moderno. Até hoje, os economistas investigam as causas dessa terrível pandemia. Hyman Minsky, seguindo a trilha de John M. Keynes, desenvolveu as teorias da instabilidade e fragilidade financeiras que explicam as causas das crises financeiras do capitalismo contemporâneo. A atual grande recessão mundial tem sua origem na crise subprime que ocorreu em 2008 nos EUA e contagiou o resto do mundo. O objetivo do presente artigo é investigar as causas e efeitos da crise do capitalismo contemporânea que tem como epicentro os EUA e depois se propaga à Zona do Euro e para o resto do mundo, inclusive para o Brasil, com o risco de uma nova Grande Depressão no inicio do Século XXI.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) As críticas de Karl Marx e John Maynard Keynes à teoria (neo)clássica(Universidade Federal do Pará, 2013-12) CARVALHO, André Cutrim; CARVALHO, David FerreiraA Lei de Say nada mais é do que um princípio ou axioma que até hoje serve de base para sustentar o arcabouço teórico da economia neoclássica. A crítica de Keynes contra esse princípio na Teoria Geral foi tão contundente que acabou provocando uma divisão na ciência econômica: a economia clássica (sustentada pelo princípio de Say) e a economia de Keynes (sustentada pelo princípio da demanda efetiva). Neste contexto, o presente artigo procura discutir a formulação original da Lei de Say, como o princípio básico de sustentação da economia dos clássicos e neoclássicos, e sua ligação com a formulação da Lei de Walras, bem como apresentar as críticas que John Maynard Keynes e Karl Marx fizeram contra esse axioma.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Desenvolvimento regional e a dinâmica das cidades na Amazônia paraense: uma abordagem histórica(Universidade Federal do Pará, 2012-07) CARVALHO, David Ferreira; CARVALHO, André Cutrim; OLIVEIRA, Cléo Conceição Resque deO objetivo deste ensaio é esboçar uma análise histórica dos efeitos da inserção da Amazônia paraense no contexto nacional e internacional recente, em seus traços gerais, por meio das ações das políticas de integração nacional sobre a formação sócio-espacial do Pará – Amazônia Paraense – com destaque sobre o processo de urbanização.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Desindustrialização e reprimarização da economia brasileira contemporânea num contexto de crise financeira global: conceitos e evidências(Universidade Federal de Uberlândia, 2011-12) CARVALHO, David Ferreira; CARVALHO, André CutrimO objetivo do presente artigo é debater o significado de desindustrialização e avaliar de forma empírica até que ponto tem ocorrido um processo de desindustrialização na indústria manufatureira brasileira, principalmente num contexto atual de crise financeira global que teve início com a crise subprime do setor imobiliário em 2008 nos EUA. Além disso, o referido artigo procura abordar a questão da reprimarização decorrente da chamada “doença holandesa” que, como todo país rico em recursos naturais, poderia significar o risco de alterar a pauta do comércio exterior de bens primários em detrimento de bens manufaturados. A presente investigação cobre o período entre 2000-2011. A metodologia empírica realiza a análise tabular com base nos dados organizados em forma de tabelas e figuras. A principal conclusão, aqui antecipada, é de que há indícios que apontam para um processo de desindustrialização recente da indústria manufatureira no Brasil em decorrência do aumento do setor de serviços e da queda da produtividade industrial revelada pelo declínio das exportações de bens manufatureiros para o mercado exterior. Os dados apresentados neste trabalho revelaram uma mudança da pauta favorável às exportações de produtos primários que sugerem uma reprimarização. A razão para isso está ligada ao aumento da demanda mundial por commodities que elevou os preços dos alimentos e das matérias-primas provenientes de recursos naturais. Tal situação, entretanto, poderá ser revertida quando a taxa de câmbio nominal voltar a ser depreciada e os investimentos em infraestrutura logística e em inovações forem retomados.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Economia extrativa mineral da Amazônia paraense: indústria-motriz ou economia de enclave (ainda)?(Universidade Salvador, 2017-08) CARVALHO, André Cutrim; CARVALHO, David Ferreira; FARIAS, André Luís Assunção de; AIRES, Alana Paula de AraújoO presente artigo procura estudar a dinâmica econômica do extrativismo mineral na Amazônia brasileira, sobretudo na Amazônia paraense, como principal indutor do desenvolvimento econômico regional. Na década de setenta, o Governo Federal havia criado uma grande expectativa no que tange a formação de complexos industriais minerais que possibilitasse o surgimento de cadeias produtivas primárias com alto grau de importância para a etapa de conclusão do processo de industrialização pesada da economia brasileira. Contudo, percebe-se que os efeitos não foram tão imediatos para a economia da Amazônia, de modo geral. Nos últimos anos, entretanto, é crescente o debate acerca da relação entre a atividade mineral e o desenvolvimento regional. Nesse contexto, o extrativismo mineral da economia paraense serve de base para a formação das cadeias produtivas dos diversos ramos da indústria manufatureira, que transformam as matérias primas em produtos industriais, porque são estes últimos que agregam mais valor aos diversos produtos acabados que usam matérias-primas minerais. Ademais, as indústrias de transformação geram mais empregos e renda às famílias proprietárias dos fatores de produção. A principal conclusão é que o extrativismo mineral, ainda, é fortemente dependente das importações de insumos considerados estratégicos, bem como bens de capital oriundos de outras regiões. Há, na verdade, um grande potencial no sentido da promoção do desenvolvimento econômico regional através da verticalização industrial, contudo, é nítido que a sua natureza como Economia de Enclave e, também, o uso intenso de capital acaba por limitar a propagação de efeitos sinérgicos para o restante da economia do Estado do Pará. Portanto, para romper o status quo, há que se definir uma política nacional de desenvolvimento regional que privilegie a formação de cadeias produtivas integradas verticalmente e uma política comércio exterior que estimule a exportação de produtos de maior de valor agregado para que os benefícios daí advindos possam ser internalizados na região na forma de renda e emprego.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) A economia monetária da produção capitalista de keynes sob a perspectiva de compreensão da história e da teoria(Associação Brasileira de Pesquisadores em História Econômica, 2018-06) CARVALHO, André Cutrim; CARVALHO, David FerreiraO objetivo fundamental do artigo é discutir, sob a perspectiva da história e da teoria, o papel da economia monetária da produção de John Maynard Keynes. Na época, a maior insatisfação de Keynes foi atribuída ao papel que os economistas (neo)clássicos atribuíam à moeda em uma economia capitalista. Ele, inclusive, não usa o termo economia capitalista, mas, sim, o termo economia monetária da produção para destacar a importância social da moeda em uma economia mercantil-monetária. A principal conclusão é que a economia monetária da produção de Keynes pode ser uma economia monetária da produção capitalista, ou uma economia monetário-financeira da produção capitalista dada a crescente importância dos fluxos de caixa registrados nos balanços e balancetes das empresas da economia capitalista contemporânea.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) El polo industrial de Barcarena en Pará, Brasil, como principal generador de externalidades económico-ambientales negativas(Servicios Académicos Intercontinentales S.L., 2018-04) ARAÚJO, Ana Cláudia de Sousa; CARVALHO, André CutrimArtigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Financiamento de investimentos em inovação tecnológica industrial(Universidade Tecnológica Federal do Paraná, 2014) CARVALHO, André Cutrim; CARVALHO, David FerreiraNo ano de 1982, Schumpeter se inspira na ideia de Marx para esboçar a sua teoria da concorrência real, na qual a inovação tecnológica não é apenas uma arma da concorrência para conquistar novos mercados, mas também a principal responsável pelas mudanças estruturais por meio do processo da destruição criadora. Para Schumpeter, a economia capitalista é, antes de tudo, uma economia evolucionária na qual as inovações tecnológicas são indutoras do desenvolvimento econômico capitalista, que diz respeito ao emprego de meios produtivos, retirados dos usos convencionais que vinham tendo até um dado momento, em novos usos, não testados até então na prática, capazes de produzir novos produtos e processos de produção por meio de novas combinações de materiais e forças produtivas, isto é, de inovações tecnológicas. Somente as novas combinações que são descontínuas e que causam mutações industriais, a ponto de mudarem as estruturas de mercado numa economia capitalista, caracterizam o verdadeiro desenvolvimento econômico. O objetivo fundamental deste artigo é destacar a especificidade do financiamento do investimento em inovações tecnológicas.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Financing investment in industrial innovation(Universidade Federal de Santa Maria, 2013-12) CARVALHO, André Cutrim; CARVALHO, David FerreiraNo ano de 1982, Schumpeter esboça a sua teoria da concorrência real, na qual a inovação tecnológica não é apenas uma arma da concorrência para conquistar novos mercados, mas também a principal responsável pelas mudanças estruturais por meio do processo da destruição criadora. Ele tem em mente que a economia capitalista é, antes de tudo, uma economia evolucionária na qual as inovações tecnológicas, como novas formas de combinações de meios de produção, são indutoras do desenvolvimento econômico capitalista. Nesse contexto, o desenvolvimento econômico diz respeito ao emprego de meios produtivos, retirados dos usos convencionais que vinham tendo até um dado momento, em novos usos, não testados até então na prática, capazes de produzir novos produtos e processos de produção por meio de novas combinações de materiais e forças produtivas, isto é, de inovações tecnológicas, ou seja, o desenvolvimento econômico no sentido schumpeteriano é um fenômeno distinto e inteiramente estranho ao que pode ser observado no fluxo circular ou na tendência para o equilíbrio, já que têm início no produtor e não no consumidor, apesar da sua importância. Nesse contexto, o objetivo fundamental deste artigo é destacar a especificidade do financiamento do investimento em inovações tecnológicas.
