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Navegando por Afiliação "SEMEC/PA - Secretaria Municipal de Educação de Belém"

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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Arena pública, dominação e resistência em um território amazônico: o fórum de desenvolvimento sustentável das ilhas de Belém-PA (2006-2020)
    (Universidade Federal do Pará, 2020-11-24) LOPES, João Luiz da Silva; TEISSERENC, Maria José da Silva Aquino; http://lattes.cnpq.br/1799861202638255
    Neste estudo discute-se a maneira como as comunidades ribeirinhas insulares dos municípios de Belém e Acará, estado do Pará-Brasil, se mobilizaram e participaram da Arena Pública/Fórum de Desenvolvimento Sustentável das Ilhas, para reivindicar seus direitos concernentes a saúde, educação, saneamento, abastecimento de água, segurança pública, energia elétrica/solar, geração de renda e superação de sua invisibilidade. Para analisar essa problemática, adotou-se como quadro de análise a abordagem sociológica da ação coletiva de Daniel Cefaï, Veiga e Mota (2011), que privilegia as situações locais que estão na origem da constituição de arenas públicas. O estudo demandou uma abordagem qualitativa descritiva em que a coleta de informações/dados foi realizada através de conversa informal; observação participante em eventos como: reuniões, entregas de cestas básicas, brinquedos e material escolar, visitas e mutirões; pesquisa em documentos (projeto, planos, relatórios e atas de reuniões); e entrevistas abertas com atores das comunidades ribeirinhas insulares, do poder público, de instituições religiosas, ONGs e de pesquisa e extensão. Os resultados indicam que em um contexto territorial historicamente marcado por relações sociopolíticas clientelistas, é razoável considerar essa experiência de participação e mobilização como um evento importante, que se constitui como educação política, com aprendizagens significativas em direção à inclusão desse segmento subalternizado no processo de tomada de decisões referentes às políticas públicas de seu interesse. Essa mobilização se beneficiou do apoio essencial de técnicos de órgãos públicos, experts de universidades e políticos do campo progressista para encorajar a denúncia de injustiças herdadas da colonização, mantidas e atualizadas pelo sistema de dominação, com efeitos perversos impregnados no conjunto das relações com os atores do sistema de poder local – a que se chama de colonialidade. A mobilização enfrentou resistência de certa concepção que concebe as comunidades ribeirinhas insulares como atrasadas e fadadas ao desaparecimento. As estratégias dos ribeirinhos insulares contribuíram para uma politização dos desafios locais, mas foram limitadas por vários elementos, como a ausência de um aparato jurídico inovador, a desconsideração sobre a desigualdade das condições de participação, o uso de metodologias pouco adequadas, a falta de valorização do trabalho dos tradutores/mediadores, o não reconhecimento da diversidade de ontologias do sujeito, a incompreensão das diferentes cosmologias e epistemologias, fatores que funcionaram como obstáculos para que a mobilização colocasse em questão o sistema de dominação tradicional no qual se assenta o poder local.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    ‘Esquinas” virtuais, “Garotas” nem tanto: um estudo sobre intercâmbios sexuais e econômicos negociados em plataformas digitais
    (Universidade Federal do Pará, 2022-04-08) SALES, Jennefer Portela de; GONÇALVES, Telma Amaral; http://lattes.cnpq.br/7335593537033167; MOTTA-MAUÉS, Maria Angelica; http://lattes.cnpq.br/7861116876230464
    Esta pesquisa se propõe a identificar e analisar os intercâmbios afetivo-sexuais e econômicos, assim como as vivências e estratégias de mulheres belemenses para transitar no espaço virtual do mercado do sexo, amplamente afetado por transformações comunicacionais, impulsionadas pela internet. Em vista disso, os aportes teórico-metodológicos utilizados foram, dentre outros, os que seguem: Donna Haraway, Adriana Pisciteli, José Olivar, Elizabeth Bernstein e Pierre Lévy. Metodologicamente, fundamenta-se na observação de 467 anúncios dispostos nas plataformas digitais (F, G, N e S), utilizadas como “esquinas”. Para tanto, foram observados os regramentos e política de uso, as tipificações de serviços disponibilizados, tal como os perfis das anunciantes, durante o período de janeiro de 2020 a julho de 2021. Apoia-se, ainda, no encontro etnográfico com três mulheres cisgêneras com faixa etária de 24 a 35 anos, residentes na cidade de Belém do Pará, moradoras da chamada “periferia”, com nível superior completo, desempregadas, ou que vivenciam sua profissão de formação de modo precarizado, no período de dezembro de 2018 a setembro de 2020. Os dados apontam que o fator financeiro e a busca por ascensão social, são propulsores para o ingresso na prostituição, como um movimento temporário, que garante o investimento em qualificação profissional e o custeio de suas despesas básicas, que é facilitado pelas plataformas onde publicam seus perfis, as quais se apresentam como ambientes em que serviços sexuais são negociados. A pesquisa evidencia, ainda, o quanto o uso das tecnologias da informação e o acesso à internet, impacta inclusive nos intercâmbios sexuais, afetando no modo como os serviços são ofertados e quais serviços são procurados, possibilitando autonomia às anunciantes, comodidade, segurança e discrição na oferta dos serviços. Conclui-se que há um continuum de permanências e reconfigurações nos intercâmbios afetivo-sexuais e econômicos negociados no que chamo “esquinas virtuais”.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    “Partindo mais ou menos pobre, voltando mais ou menos rico”: a emigração de aveirenses ao Pará (1882-1918)
    (Universidade Federal do Pará, 2021-03-10) TAVARES, Anndrea Caroliny da Costa; CANCELA, Cristina Donza; http://lattes.cnpq.br/8393402118322730
    O presente trabalho analisa a emigração de portugueses, naturais do Distrito de Aveiro, ao Pará entre os anos de 1882 e 1918, com o qual o Pará manteve longos períodos de afinidades. A temporalidade sobre a qual desenvolvemos as análises é marcada por diversos e significativos movimentos de desterritorialização das populações mundiais, especialmente a europeia, conjugados ao desenvolvimento socio econômico do continente americano – e notadamente o regional, no Pará –, reestruturações permissivas à emigração e igualmente alinhadas aos interesses particulares dos emigrantes. Partindo do uso de fontes privilegiadas e ainda pouco utilizadas na historiografia regional – os registros de passaportes –, pudemos não apenas quantificar essa emigração, analisando-a sobre o prisma de outros contextos nacionais como São Paulo e Rio de Janeiro, como também qualificar os emigrados, dentro de suas naturalidades, formação profissional, condição matrimonial, faixa etária e instrução. Tendo o nome como fio condutor, rastreamos diversas trajetórias que materializaram os infortúnios e os sucessos no processo migratório. Condições aprofundadas no estudo da trajetória dos irmãos Amador Leite no Pará que, em uma série de solidariedades e animosidades, abalizaram a história da imigração portuguesa na região, retrataram a pluralidade em torno desse grupo e reforçaram a diversidade como marca das sociedades amazônicas.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    A “Senhora do reino encantado de Guimarães” e suas contemporâneas: Antropologia e Literatura na trajetória da escrita feminina negra na Amazônia do entresséculos XIX e XX
    (Universidade Federal do Pará, 2022-04-08) TRINDADE, Maria de Nazaré Barreto; ACEVEDO MARIN, Rosa Elizabeth; http://lattes.cnpq.br/0087693866786684; https://orcid.org/0000-0002-7509-3884
    A tese A “Senhora do Reino Encantado de Guimarães” e suas contemporâneas: Antropologia E Literatura na Trajetória da Escrita Feminina Negra na Amazônia do entresséculos XIX e XX pretende reconstruir etnograficamente a trajetória literária, social e política de vozes femininas e negras na literatura produzida no Brasil e, especialmente na Amazônia no entresséculos XIX e XX. Produzir uma teia de relações onde a multivocalidade, ou seja, as múltiplas vozes sejam evidenciadas e, essencialmente, as vozes silenciadas por uma sociedade que se construiu sobre o tripé do preconceito- racismo- discriminação social. Por meio do diálogo entre a antropologia e a literatura e usando a etnografia enquanto concepção teórico- metodológica que fundamenta uma espécie de “arqueologia” do conhecimento acerca das mulheres que escrevem e escreveram e cujos textos ficaram à sombra da historiografia literária. Penso que essas questões são relevantes nesse contexto de intensificação das discussões em torno da construção de novas relações de poder e da democratização do acesso aos bens culturais no Brasil. Assim, encaramos a literatura também como campo de poder, espaço construído histórica e socialmente, onde as publicações e o acesso foram controlados por homens, brancos e de classes sociais privilegiadas. A tese rastreia algumas dessas autoras, cujos nomes sofreram em determinados momentos apagamento dos registros oficiais, mas sua escrita permanece registrada seja em folhetins, em publicações avulsas, em periódicos, em livros já publicados. Levarei em conta suas subjetividades, o riscado de suas existências no mundo, ou como bem aponta Evaristo, suas escritas de vida- ou escrevivências, portanto são para mim sujeitas, das quais a tese compila e analisa um pouco da trajetória de vida e da produção literária. Algumas autoras e autores foram meus companheiros nessa incursão, entre eles, cito: Lélia Gonzalez, Conceição Evaristo, Ângela Davis, bell hooks, Michele Perrot, Regina Dalcastagnè, Vicente Salles, Abdias do Nascimento, José Veríssimo, Aimé Cesairé, Frantz Fanon, George Balandier, Goldman, Pierre Bourdieu, J. Clifford entre outros.
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