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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Estudo computacional de arilpiperidina e arilpiperazina como inibidores de tirosinase: aplicações cosméticas e terapêuticas
    (Universidade Federal do Pará, 2025-04-08) BENTES, Beatriz Alves; SILVA, José Rogério de Araújo; SILVA, Jerônimo Lameira; http://lattes.cnpq.br/7711489635465954
    As tirosinases (TYR) catalisam a oxidação de fenóis e catecóis, desempenhando um papel essencial na melanogênese, que regula a produção de melanina e protege contra a radiação UV. No entanto, distúrbios relacionados à pigmentação impulsionam a busca por inibidores eficazes da TYR. Compostos como hidroquinona, arbutina e ácido kójico possuem limitações, tornando necessária a investigação de novos inibidores. Neste estudo, compostos baseados em arilpiperidina e arilpiperazina demonstraram potente atividade inibitória contra a TYR. A análise computacional incluiu docking molecular, simulações de dinâmica molecular (DM) e cálculos de energia livre de ligação pelo método Linear Interaction Energy (LIE), revelando forte correlação com dados experimentais. Para aprimorar o entendimento das relações estrutura-atividade (SAR), transformações de Perturbação da Energia Livre (FEP) foram realizadas para pares de ligantes selecionados. Além disso, cálculos de Teoria do Funcional da Densidade (DFT) foram aplicados aos inibidores L04 e L19, permitindo a determinação de descritores eletrônicos e orbitais moleculares de fronteira. Os inibidores interagem com a TYR principalmente por meio de interações eletrostáticas com o íon cobre e forças de van der Waals com resíduos críticos como Phe197, Pro201, Val218, Asn205 e Arg209. Esses achados são promissores para aplicações cosméticas e terapêuticas, possibilitando o desenvolvimento de clareadores de pele para tratar melasma e manchas solares, além de potenciais tratamentos para doenças associadas à hiperpigmentação e melanomas. O desenvolvimento de inibidores mais seletivos e com menor toxicidade pode ampliar o uso clínico e cosmético desses compostos, oferecendo alternativas mais seguras e eficazes para a modulação da produção de melanina.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Obtenção de filmes finos de ligas de alta entropia à base de CoFeNi por eletrodeposição em meio aquoso
    (Universidade Federal do Pará, 2025-04-25) FREITAS, Gregório Felipe do Nascimento; NOCE, Rodrigo Della; http://lattes.cnpq.br/3734170057844016
    As ligas de alta entropia, também chamadas ligas multicomponentes, são ligas que possuem cinco ou mais elementos cuja sua composição é formada entre 5% até 35% em termos de composição atômica dos elementos presentes. Estas ligas têm ganhado destaque ultimamente por apresentarem propriedades muito distintas e atrativas em relação as ligas convencionais compostas por um único elemento majoritário. Neste contexto, as ligas têm sido produzidas por diferentes métodos físicos e químicos. O presente trabalho aborda a temática de obtenção de filmes finos de ligas de alta entropia à base de CoFeNi pela técnica de eletrodeposição em meio aquoso, com adições de elementos como Mo, Mn, Sn e W. Uma técnica simples e de baixo custo em relação a outros métodos propostos na literatura. Utilizando-se o método de corrente direta (galvanostático) a temperatura ambiente e variando a densidade de corrente para a obtenção dos filmes finos em uma faixa de 5 a 100 mA/cm2 é demonstrada a obtenção da liga de alta entropia CoFeNiMoW e a possibilidade de obtenção da liga CoFeNiMnSn ambas sobre substrato de latão (CuZn). Os filmes eletrodepositados são caracterizados pelas técnicas de Espectroscopia por Energia Dispersiva (EDS), Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV), Difratometria de Raios- X (DRX) e Espectroscopia Mossbauer. As análises de EDS revelam que a composição das ligas é fortemente influenciada pela densidade de corrente aplicada. Na liga de alta entropia de com cinco elementos de CoFeNiMoW formado a partir da densidade de corrente aplicada de 50mAcm-2, a proporção atômica obtida é Co 30%, Fe 21%, Ni 19%, Mo 25%, W 5%. Para a liga de CoFeNiMnSn sua composição formada por meio de densidade de corrente igual a 50 mA cm-2 é de Co 26,2%, Fe 33,8%, Ni 5,5%, Mn 1,8%, Sn 32,6% evidenciando assim a formação de ligas com cinco elementos pelo método proposto.
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