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Navegando por Autor "ALMEIDA, Rozemberg Ribeiro de"

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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Escravidão, resistência, fugas e a formação de quilombos/mocambos em Ourém do Grão-Para (finais do século XVIII a 1830)
    (Universidade Federal do Pará, 2018-04) ALMEIDA, Rozemberg Ribeiro de; NUNES, Francivaldo Alves
    A ideia geral deste trabalho é mostrar como os escravizados da vila de Ourém e região sobre sua jurisdição construíram mecanismos de resistência ao regime de trabalho compulsório. Assim busca-se esse dialogo a partir do universo dos quilombos/mocambos que é o desdobramento de muitas das fugas empreendidas principalmente por negros que buscavam construir suas liberdades. Além disso, também busca-se compreender os vínculos criados entre diversos agentes, sobretudo negros e índios, que em muitas situações alimentavam os mesmos objetivos, ou seja, serem livres. Dessa forma, criaram acordos e alianças para se fortalecerem mediante a repressão das diligências que buscavam capturar os escravos fugidos. No Brasil o quilombo se manifestou como a forma de resistência mais tenaz ao regime de trabalho forçado, isto porque o mesmo representava o oposto da escravidão, ou seja, a liberdade. É a partir do desejo por ela que muitos agentes escravizados implementaram séculos de luta contra a ordem escravocrata. Assim, o mundo do escravo transitava entre o sonho da liberdade e o cotidiano da luta dentro da escravidão. Neste trabalho veremos como esse sonho se materializou em povoados no meio da mata que representaram um enclave para o sistema escravista e uma ameaça aos interesses de donos de escravos.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Ocupação, colonização e relações de trabalho em Ourém do Grão-Pará (1751-1798)
    (Universidade Federal do Pará, 2018-09-20) ALMEIDA, Rozemberg Ribeiro de; NUNES, Francivaldo Alves; http://lattes.cnpq.br/4125313573133140
    Esta dissertação analisa o processo de ocupação, colonização e as relações de trabalho desenvolvidas na região de Ourém no Estado do Grão-Pará entre 1751 e 1798. Seu território foi de fundamental importância para as relações políticas, econômicas e sociais desenvolvidas entre as capitanias do Grão-Pará e Maranhão. Para alcançar tal pretensão, inicialmente busca-se compreender as motivações que levaram a fundação da vila de Ourém, que assim como tantas outras foram criadas a partir das políticas desenvolvidas pelo Marquês de Pombal para a Amazônia. Sendo que essas buscavam garantir a posse das terras de Portugal que para tal promoveu a concessão de Sesmarias, com isso objetivava povoar seu território, haja vista, que nesse período havia uma intensa disputa, principalmente com a Espanha, pelas terras do extremo norte português. Nesse contexto, é fundamental a ideia de territorialidade entendida como as ações tecidas pelos sujeitos, essa noção se adequa as medidas adotadas por Portugal a partir da segunda metade do século XVIII, isto porque, as mesmas tiveram papel decisivo para fomentar o povoamento do Grão-Pará. Destaca-se que, foi a partir dessas ações que o território amazônico foi concebido. Partindo desse princípio, a vila de Ourém é o produto da territorialidade. Em sua região se processou diversas relações entre diferentes sujeitos, em virtude disso, a concebemos como lugar de fronteira, não no sentido de limite, mas no entendimento de espaço de ocupação e encontro, onde negros escravizados, índios e brancos teceram as mais variadas relações, pautadas pelo trabalho.
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