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Navegando por Autor "AMADOR, Luiza Helena Miranda"

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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Da Belle Époque à cidade do vício: o combate à sífilis em Belém do Pará, 1921-1924
    (Fundação Oswaldo Cruz, 2016-06) HENRIQUE, Márcio Couto; AMADOR, Luiza Helena Miranda
    O artigo analisa o combate à sífilis em Belém do Pará entre 1921 e 1924. A partir da fundação do Instituto de Profilaxia e Doenças Venéreas, administrado pelo médico Heraclídes de Souza Araújo, muitas restrições foram feitas à prática do meretrício, visando transformar as prostitutas em aliadas da política de higienização da cidade. A documentação produzida pelo Instituto de Profilaxia, bem como jornais da época, revela os vários embates que ocorreram entre médicos, polícia civil e meretrizes, destacando as atitudes destas contra a intervenção do Estado em seu ofício.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    “Vergonhosas Saturnais”: a experiência prostibular em Belém do Pará (1900-1945)
    (Universidade Federal do Pará, 2022-12-14) AMADOR, Luiza Helena Miranda; HENRIQUE, Márcio Couto; http://lattes.cnpq.br/9096024504515280
    Nesta tese analiso os discursos médicos, higienistas, jurídicos e policiais sobre prostituição em Belém no período de 1900 a 1945, e como as meretrizes foram protagonistas e ativas diante desses mecanismos de controle. As meretrizes que circularam na Belém republicana e moderna, viveram num espaço socioeconômico e culturalmente diverso, urbe de códigos, regras e símbolos influenciados pela Belle Époque, período que a prostituição ganhou maior visibilidade, antes reclusa aos atendimentos privados, a prostituta passou a se expor nas ruas, boulevards e cafés. A partir dos discursos sobre prostituição apresento as mudanças culturais e a implantação de novos códigos e regras de comportamento. A chegada das mulheres estrangeiras e nacionais na Amazônia. As discussões e narrativas sobre os "tráfico de brancas” e a cruzada contra o caftismo. Através dos processos crimes de lenocínio que os donos de pensões e bordéis responderam, exponho como o mundo prostibular era rentável e contribuiu para a economia da cidade. Como agiram médicos, higienistas e poder público na tentativa de implantar medidas higiênicas e disciplinadoras nas habitações das meretrizes. Apresento os casos de infanticídios e abortos cometidos pelas meretrizes e de que maneira elas foram julgadas e seus atos exibidos para a sociedade. As estratégias das mulheres diante de uma gravidez indesejada. Discuto a institucionalização da medicina em Belém e quais os pensamentos médicos sobre o corpo feminino. Descrevo a chegada dos serviços da Profilaxia das Doenças Venéreas dentro do contexto do sanitarismo. A preocupação dos médicos com as meretrizes definidas como as grandes responsáveis pelos “mal venéreo”. As medidas de regulamentação da prostituição e as iniciativas de controlar e fixar as mulheres em determinado local para somente lá exercerem o meretrício. Abordo os discursos pautados na moralidade e como as meretrizes não se deixaram intimidar por mais esse recurso que tentava frear a venda de sexo e suas liberdades de ir e vir na cidade. Evidencio o uso do álcool pelas meretrizes e como a embriaguez foi utilizada pelo aparato judicial para encarcerar e controlar as prostitutas. Por fim, conto um pouco da vida afetiva das meretrizes, seus amores, paixões e as violências que sofriam, por não preencherem o modelo/padrão desejado de mulher.
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