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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Geocronologia Pb-Pb em zircão e Sm-Nd rocha total da porção centro-norte do Estado do Amapá-Brasil: implicações para a evolução geodinâmica do setor oriental do Escudo das Guianas
    (Universidade Federal do Pará, 2002-09-13) AVELAR, Valter Gama de; LAFON, Jean Michel; http://lattes.cnpq.br/4507815620234645
    O Escudo das Guianas constitui um extenso domínio paleoproterozóico com evolução principal relacionada ao Evento Orogênico Transamazônico (2,2-1,9 Ga). No entanto, registros de uma história arqueana foram obtidos em rochas metamórficas e ígneas do Complexo Imataca na Venezuela (>3,0 Ga). As idades Rb- Sr e Sm- Nd, obtidas para as rochas granulíticas e ortognáissicas da região central do Estado do Amapá (2,45 Ga e 3,0 Ga), são outras evidências da presença de relíquias arqueanas nesse escudo. O setor oriental do Escudo das Guianas inclui o Estado do Amapá, no Brasil e a Guiana Francesa. Essa porção do escudo integra a Província Maroni-Itacaiúnas (PMI), considerada uma faixa móvel paleoproterozóica acrescida a um bloco arqueano (Província Amazônia Central - PAC), entre 2,20 -1,95 Ga. Trabalhos recentes mostram um modelo de evolução geodinâmica Transamazônica entre 2,20 - 2,08 Ga para o sudeste do Escudo das Guianas, incluindo um primeiro episódio de crescimento crustal por acreção magmática eo- a mesotransamazônico (2,20-2,13 Ga), seguido de um episódio de reciclagem crustal (2,10- 2,08 Ga) durante um estágio colisional. As principais unidades geológicas do Amapá são constituídas por ortognaisses tonalíticos, migmatitos, granulitos (3,1- 2,6 Ga) e sequências greenstones belts paleoproterozóicas (2,26 Ga) e, predominância de granitóides e ortognaisses transamazônicas, de composição cálcio- alcalina até sienogranítica. Na região norte, uma idade de 2,15 Ga foi definida para um tonalito, enquanto que na porção central, migmatitos foram associados a um magmatismo potássico ocorrido a 2,06 Ga. Intrusões félsicas (1,76 Ga) e alcalinas (1,68 Ga) pós- Transamazônicas ocorrem no Amapá. Neste trabalho, um conjunto de 41 novos dados isotópicos foi gerado pelos métodos Pb- Pb em zircão (18) e Sm- Nd em rocha total (23), em 25 amostras de rochas ortognáisicas, metassedimentares e granitóides das regiões central e norte do Amapá. Esses dados visam trazer novas referências cronológicas para unidades chaves da área e estabelecer uma cronologia dos eventos termo-tectônicos transamazônicos. Visam ainda investigar a natureza e a extensão de segmentos de crosta arqueana retrabalhada e de crosta paleoproterozóica juvenil novamente acrescida nesse setor do escudo. Na região central do Amapá, zircões de granulitos félsicos, nas imediações da cidade de Tartarugal Grande, forneceram uma idade Pb-Pb em torno de 2,6 Ga. Ainda nessa área, uma idade Pb-Pb em zircão de 2053 ± 1 Ma foi obtida para um plúton charnoquílitico. Nos arredores da Vila de Cupixi, cristais de zircão de gnaisses tonalíticos definiram uma idade de 2849 ± 6 Ma, enquanto idades limitadas desde 2,13 a 2,07 Ga foram definidas por cristais de zircão de um mobilizado granítico associado a essa rocha. Cristais de zircão de um monzogranito estabeleceram uma idade de cristalização de 2055 ± 6 Ma e idades de até 2,56 Ga para um componente herdado. As idades Nd T (DM) para todas essas rochas situaram-se no intervalo de 2,70 Ga até 3,29 Ga. Na porção norte do Amapá diversos sienogranitos forneceram idades de cristalização de 2107 ± 2 Ma, 2098 ± 2 Ma e 2087 ± 3 Ma. Contudo, para um sienogranito e um álcali- feldspato granito as idades Pb-Pb em zircão definiram um intervalo de 2,13 - 2,05 Ga e 2,10 - 1,95 Ga respectivamente. Este último granito apresentou também cristais de zircão herdados com idades de 2,60- 2,54 Ga. Para um diorito uma idade Pb-Pb em zircão de cristalização de 2181 ± 2 Ma foi definida. As idades modelo Nd T (DM) para esse conjunto de rochas espalharam-se no intervalo de 2,75 Ga até 2,18 Ga. Na região de fronteira com a Guiana Francesa, ao longo do rio Oiapoque, cristais de zircão de um sienogranito e de uma intrusão de gabro apresentaram idades de cristalizações, respectivas, de 2096 ±2 Ma e 2099 ± 1 Ma. Dados Pb-Pb em cristais de zircão detríticos de um quartzito, associado ao Grupo Paramacá, forneceram idades entre 3,19 - 2,77 Ga para as fontes dos sedimentos. Dois episódios magmáticos principais foram identificados a partir dos dados Pb-Pb em zircão: um cálcio- alcalino ( diorítico e tonalítico) eo- a mesotransamazônico, entre 2,18 - 2,14 Ga, associado a arcos magmáticos e um outro, com afinidades alcalino- potássico, entre 2,11 - 2,08 Ga, com predominância no norte do Amapá, sendo caracterizado por processos tectônicos transcorrentes e anatexia crustal. A colocação de um plúton charnoquítico a 2,05 Ga, na região central do Amapá, sugere uma idade tardi - Transamazônica para o metamorfismo de lato grau identificado, neste mesmo setor, em rochas granulíticas com protólito arqueano ( 2,6 Ga). Esse evento de alto grau foi relacionado ao evento " UHT" ( ultra high temperature) tardi - Transamazônico (2,07- 2,06 Ga) identificado no Suriname.O resfriamento regional pós- orogênico, entre 2,05 - 1,80 Ga, foi registrado pelos métodos K- Ar, Ar- Ar e Rb- Sr em minerais. As idades modelo Nd T (DM) e Pb-Pb em zircão apontam, para a porção centro-norte do Amapá,um período principal de diferenciação manto- crosta meso-arqueana, entre 3,0 - 2,9 Ga, com possíveis relíquias de crosta em torno de 3,29 Ga. Dois episódios magmáticos distintos forma identificados,sendo um em torno de 2,85- 2,79 Ga, definido pelos gnaisses tonalíticos de Cupixi e um outro episódio de cerca de 2,62 - 2,58 Ga, constituído pelos precursores ígneos dos granulitos de Tartarugal Grande. Esses dados confirmam a presença de núcleos arqueanos preservados, com idades idênticas a da crosta arqueana da Província de Carajás. Contudo, nessa última, não há evidencia marcante de um episódio neoarqueano, entre 2,62 - 2,58 Ga, o que sugere que a Província de Carajás estava nessa época, enquanto o segmento crustal arqueano do sudeste do Escudo das Guianas estava sendo reativado no final do Neoarqueano. Na região norte do Amapá e na fronteira com o sudeste da Guiana Francesa, testemunhas de crosta arqueana são registradas apenas em cristais de zircão detríticos ( 3,19- 2,77 Ga) de metassedimentos e como cristais herdados de granitóides e ortognaisses paleoproterozóicos ( 2,6 Ga até 2,9 Ga).Os dados Sm-Nd obtidos para as rochas paleoproterozóicas ( 2,18- 2,05 Ga) determinam um intervalo de idades entre 2,75 - 2,39 Ga, indicando uma mistura entre uma crosta arqueana reciclada e uma crosta paleoproterozóica juvenil na fonte dessas rochas. Os dados Pb-Pb em zircão e Sm- Nd, idades modelo Nd T (DM) obtidos neste trabalho confirmam uma evolução transamazônica da região centro- norte do Amapá, similar a da Guiana Francesa, no período entre 2,20 - 2,08 Ga. No entanto, a evolução geológica do Amapá se diferencia da evolução da Guiana Francesa pela presença de uma crosta retrabalhada no arqueano, bem como pela existência de um evento magmático-metamórfico de alto grau tardi-Transamazônico. Três domínios foram reconhecidos no sudeste do Escudo das Guianas, um mais a norte, na Guiana Francesa apresenta características simática juvenil, o domínio mais a sul, na porção central do Amapá possui características ensiálica, sendo formado por núcleos meso - a neo- arqueanos retrabalhados durante a Orogênese Transamazônica e finalmente, uma zona de transição, entre esse domínios foi identificada na porção norte do Amapá. Na Guiana Francesa o limite entre os domínios de transição e simático e, provavelmente WSE-ESSE, enquanto o limite entre a zona de transição e o domínio arqueano é situado logo a norte do complexo granulítico de Tartarugal Grande.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Geocronologia Pb-Pb por evaporação em monocristal de zircão do magmatismo da região de Tucumã, SE do estado do Pará, Amazônia Oriental
    (Universidade Federal do Pará, 1996-10-16) AVELAR, Valter Gama de; LAFON, Jean Michel; http://lattes.cnpq.br/4507815620234645
    A região de Tucumã, no sudeste do Estado do Pará (Amazônia Oriental-Brasil), constitui-se numa continuidade a sudoeste da Província Mineral de Carajás-PMC. A compartimentação arqueana dessa região é representada por um terreno granito-greenstone preservado-(TGG), incluindo granitóides arqueanos (Granodiorito Rio Maria) e seqüências supracrustais (Grupo Tucumã), e pelo Cinturão de Cisalhamento Itacaiúnas-(CCI) que inclui ortognaísses granodioríticos e tonalíticos (Complexo Xingu), granulitos (Complexo Pium), e granitóides estratóides (Suíte Plaquê). No Proterozóico, a região é marcada pela intrusão de vários corpos anorogênicos (Granitos Seringa e Velho Guilherme), que cortam todas as unidades arqueanas. Os resultados geocronológicos, aqui apresentados para as rochas arqueanas e proterozóicas da região de Tucumã, foram obtidas através do método Pb/Pb por evaporação em microcristais de zircões separados de saprólito e de rochas frescas. Os zircões de um ortognaisse granodiorítico do Complexo Xingu forneceram uma idade Pb/Pb de 2972 ± 16 Ma (2σ), enquanto que os zircões do Granodiorito Rio Maria apresentaram uma idade de 2850 ± 17 Ma (2σ). Os zircões do Granitóide Estratóide da Suíte Plaquê definiram uma idade Pb/Pb de 2729 ± 29 Ma (2σ). Dentre os corpos de granitos anorogênicos, somente os zircões do Granito Seringa possibilitaram a determinação Pb/Pb definida em torno de 1893 ± 15 Ma (2σ). Os zircões do Granito Velho Guilherme não revelaram quantidades suficientes de Pb que possibilitassem o cálculo da idade dessa rocha. As idades Pb/Pb por evaporação obtidas nesse trabalho são similares às idades fornecidas pelo método U/Pb em zircões de rochas correlatas na PMC, particularmente na região de Rio Maria, e são interpretadas em termos de idades de cristalização. A idade obtida para a rocha do Granitóide Estratóide da Suíte Plaquê (2972 ± 29 Ma) deve ser entendida como uma idade mínima para a cristalização dessa rocha, face a ausência de outras informações geocronológicas U/Pb nesse tipo de rochas em toda a PMC. As idades Rb/Sr entre 2,57 Ga e 2,74 Ga, anteriormente obtidas respectivamente para as rochas gnaíssicas (Complexo Xingu) e para os granitóides arqueanos do TGG, bem como a idade Rb/Sr de 1,75 Ga obtida para o Granito Seringa, devem ser consideradas como idades rejuvenescidas. Os dados geocronológicos aqui apresentados indicam a existência de pelo menos 4 eventos magmáticos distintos para a região de Tucumã, confirmando que essa porção da PMC teve uma evolução similar aos terrenos granito-greenstone da região de Rio Maria, onde os mesmos eventos foram reconhecidos. A idade Pb/Pb por evaporação obtida para o ortognaísse granodiorítico do Complexo Xingu de 2972 ± 16 Ma, representa o dados mais antigo até então encontrado para as rochas arquanas de Tucumã. A idade Pb/Pb em torno de 2850 ± 17 Ma do Granodiorito Rio Maria, confirma a idade do magmatismo TTG associado aos greenstone-belts ocorrido a cerca de 2,85-2,87 Ga, na porção centro-sul da PMC. A idade 2729 ± 29 Ma do Granitóide Estratóide da Suíte Plaquê fornece uma idade para a estruturação do cinturão de cisalhamento Itacaiúnas. A idade de 1893 ± 15 Ma obtida para o Granito Seringa confirma que a formação dos granitos anorogênicos na PMC, ocorreu num curto intervalo de tempo durante o Proterozóico Inferior (1,87-1,89 Ga). As similaridades das idades 207Pb/206Pb fornecidas pelos zircões de material saprolítico e rocha fresca das mesmas rochas, demonstraram a eficácia do uso de saprólito para o estudo geocronológico Pb/Pb em zircões. Finalmente, a idades Pb/Pb em zircões de rochas arqueanas e proterozóica da região de Tucumã obtidas neste trabalho, demostram a potencialidade do método para a determinação da idade de cristalização de rochas antigas na região Amazônica.
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