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Navegando por Autor "BARRETO, Josilene Ferreira"

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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    A construção do projeto político pedagógico das escolas do campo: uma contribuição ao tema
    (Universidade Federal do Pará, 2014-01) POJO, Eliana Campos; BARRETO, Josilene Ferreira
    O presente artigo evidencia a construção do Projeto Político Pedagógico (PPP) nas escolas do campo, especificamente as que estão localizadas nas ilhas do município de Abaetetuba. Esta feitura foi uma das ações do Grupo de Estudo, Pesquisa e Extensão Sociedade Estado e Educação (GEPESEED). O município de Abaetetuba possui aproximadamente setenta e duas (72) ilhas e nessas estão distribuídas cerca de oitenta e três (83) escolas, funcionando com o atendimento escolar nos seguintes níveis de ensino: Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio. Desse contingente de escolas das ilhas grande parte não possui o PPP construído, o que impossibilita, entre outras situações, a de participação nos programas e ações do governo federal, que o exigem como um dos instrumentos de organização da escola. Nos termos da lei (LDB 9394/96) fica explícita a intencionalidade de que todos precisam participar da vida escolar em suas múltiplas dimensões (social, administrativa e político-pedagógica), assim a construção do PPP de uma escola, constitui-se uma aprendizagem necessária, a ser experienciada e vivenciada por toda comunidade escolar, pois é uma oportunidade em que se pode refletir sobre a intencionalidade da própria prática educativa. Somos sabedores que o projeto norteia todas as ações escolares de forma planejada e organizada e sua ausência torna a escola desfocada, sem identidade e direção, seguindo qualquer rumo e principalmente sem compromisso com o processo educativo. Foi com esse sentido político, que os encontros formativos, base da ação do GEPESEED, buscaram desenvolver estudos e o assessoramento à construção do PPP das referidas escolas, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação do município de Abaetetuba. Sinteticamente, os encontros formativos foram assumidos como exercício da práxis, ou seja, um movimento cíclico (escola-formação-intervenção), contínuo e de reflexão sobre a prática para os gestores que estão na coordenação das escolas e com a responsabilidade na condução do trabalho pedagógico do cotidiano escolar. (FREIRE, 1996).
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Cultura, cotidiano quilombola e o brincar de crianças ribeirinhas de Abaetetuba-PA
    (Universidade Federal do Pará, 2015-06) POJO, Eliana Campos; BARRETO, Josilene Ferreira
    Este texto é parte integrante da pesquisa desenvolvida por meio do projeto de intervenção metodológica denominado Integrando conhecimentos e saberes: uma experiência educativa na primeira escola quilombola de Abaetetuba-PA, desenvolvido pelo Grupo de Estudo, Pesquisa e Extensão, Sociedade, Estado e Educação – GEPESEED, com re exões que envolvem as seguintes dimensões: cultura quilombola, cotidiano e o brincar de crianças ribeirinhas do rio Baixo-Itacuruçá, nesse município. O objetivo foi discutir a cultura quilombola a partir das brincadeiras das crianças e de seu cotidiano, buscando apreender sentidos e signi cados quanto à dinâmica cultural e sua importância para a identidade da comunidade. A pesquisa focalizou estudos de cunho etnográ co situando o caráter observativo, participativo, de conhecimento denso da comunidade, por onde perpassamos o acompanhamento das brincadeiras das crianças, a interlocução com conversas junto às crianças e adultos, a produção de o cinas envolvendo as crianças e, ainda, a observação das práticas sociais do lugar, de modo geral. Do processo, observamos que o estudo possibilitou compreender as crianças como agentes produtoras de cultura, como cidadãos que interagem como os diversos meios produtivos, seja via o convívio com os adultos aprendendo, por exemplo, a produção da farinha, o plantio da roça, também na relação com outras crianças ensinando e aprendendo novas brincadeiras e com seus pais trocando experiências cotidianas de modo que demarcam o existir, sendo transformadoras da própria cultura.
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