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Navegando por Autor "BARRETO, Missilene Silva"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Leitura no ensino fundamental: a compreensão responsiva discente a partir do gênero charge
    (Universidade Federal do Pará, 2016-12-12) BARRETO, Missilene Silva; OHUSCHI, Márcia Cristina Greco; http://lattes.cnpq.br/3038449011739174
    Esta Dissertação, a qual integra o Projeto de Pesquisa “Práticas de linguagem e formação docente” (UFPA- Castanhal), consiste numa pesquisa-ação, qualitativo-interpretativa, de tipo etnográfico, de natureza aplicada. Para sua efetivação, partimos da seguinte problemática: Quais os níveis de responsividade dos alunos do 9º ano do ensino fundamental durante a realização de atividades de leitura? A fim de respondermos a tal questionamento, elaboramos, à luz da Linguística Aplicada, uma proposta de intervenção, com enfoque na leitura, a partir da concepção de Projeto Pedagógico de leitura e escrita de gêneros discursivos, de Lopes-Rossi (2008). Buscamos cooperar com atividades de leitura, pautadas na concepção dialógica da linguagem numa perspectiva bakhtiniana, a partir do gênero discursivo charge. A aplicação desse projeto foi realizada em uma escola pública estadual localizada no município de Soure - PA. Assumimos como hipóteses ao problema as seguintes assertivas: a) as atividades de leitura elaboradas no interior do projeto pedagógico de leitura com o gênero charge são eficazes, pois promovem a compreensão responsiva ativa dos alunos, contribuindo para a formação de leitores conscientes, reflexivos e críticos; b) os alunos do 9º ano manifestam responsividade ativa em diferentes níveis durante a realização das atividades de leitura em sala de aula. Delineamos como objetivo geral: refletir sobre a responsividade discente no processo de ensino e aprendizagem da leitura e objetivos específicos: a) verificar a eficácia das atividades de leitura elaboradas no interior de um projeto de leitura com o gênero discursivo charge, a partir da comparação entre as primeiras e últimas atividades; b) evidenciar e caracterizar a manifestação da responsividade discente demonstrada por alunos do 9º ano, na realização das atividades de leitura; c) demonstrar se houve ou não a ampliação das habilidades de leitura. Os dados coletados foram interpretados com base na perspectiva bakhtiniana, especificamente no que tange à responsividade. Sendo assim, tomamos como norte para análise, as definições de compreensão responsiva ativa, passiva, silenciosa (efeito retardado) de Bakhtin (2011); as categorias expandidas por Menegassi (2008): responsividade ativa com expansão explicativa e exemplificativa, responsividade passiva sem expansão, responsividade ativa sem expansão explicativa e exemplificativa; as subcategorias ampliadas e subdivididas em níveis por Ohuschi (2013): crítica; opinião; comentário e exemplificação; explicação; discordância; sugestão; questionamento; concordância; desconsideração; dúvida; compreensão. Os resultados evidenciaram a manifestação de responsividade dentre aqueles já identificadas por Ohuschi (2013): responsividade ativa com expansão explicativa e/ou exemplificativa nos níveis de: crítica, opinião, explicação; responsividade silenciosa nos níveis de: compreensão, dúvida. Não obstante, as respostas dos discentes e o contexto da pesquisa levou-nos a acrescentar novos dados: 1) na categoria responsividade ativa com expansão explicativa e/ou exemplificativa detectamos os níveis de: descrição, objetividade, sensibilidade; 2) identificamos uma nova categoria de responsividade, a qual denominamos responsividade ativa com expansão parcial. Essa nova categoria, por sua vez, evidenciou os seguintes desdobramentos: a) os níveis de explicação e dúvida (OHUSCHI, 2013); b) a partir dos nossos estudos, os níveis denominados de: descrição, obliquidade, objetividade.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Letramento e autoria profissionais docentes: mobilizações de saberes e fazeres em contexto de formação continuada decolonial nos anos iniciais do Ensino Fundamental
    (Universidade Federal do Pará, 2023-09-04) BARRETO, Missilene Silva; RODRIGUES, Isabel Cristina França dos Santos; http://lattes.cnpq.br/0226549641470972
    Esta Pesquisa, qualitativo-interpretativa, de tipo etnográfico e colaborativo, partiu da seguinte questão-problema: em que medida o Projeto Práticas Socioculturais, linguagens e processos de ensino e aprendizagem na formação docente (IEMCI/UFPA), doravante Práticas Socioculturais, contribui para o letramento e a autoria profissionais docentes e a implementação de práticas decolonias em sala de aula? Para respondermos ao questionamento, acompanhamos três professoras dos anos iniciais do Ensino Fundamental, no período de setembro de 2020 a abril de 2022, em formação continuada, no Projeto de Pesquisa Práticas socioculturais (IEMCI/UFPA), bem como em seus contextos de atuação profissional. Objetivamos, de modo geral, refletir sobre a mobilização de saberes e fazeres docentes em formação continuada numa abordagem decolonial, a partir do Projeto de Pesquisa Práticas Socioculturais, (IEMCI/UFPA) e em contexto de atuação profissional. De modo específico, visamos: a) identificar os referenciais teórico-metodológicos de professoras atuantes nos anos iniciais quanto às ações de linguagem oralidade, leitura e escrita; b) descrever minicursos implementados no Projeto Práticas Socioculturais, como ampliação de formação continuada para o letramento e autoria profissionais e para uma prática decolonial; c) caracterizar as especificidades de letramento e de autoria profissionais docentes e de decolonialidade nas práticas docentes, após evento de formação continuada. A abordagem sociocultural e etnográfica dos Estudos de Letramento (STREET, 2014; KLEIMAN, 2005; FREIRE, 2013; 2017), a perspectiva dialógica da linguagem (BAKHTIN, 2011 [1979]; VOLÓCHINOV, 2018 [1929]) e os Estudos Decoloniais (LANDER, 2005; QUIJANO, 2005; MIGNOLO, 2005; WALSH, 2009; MOTA NETO, 2015) compõem o arcabouço teórico-metodológico desta investigação. Como critérios para a análise, balizamos os conceitos de letramento e autoria profissionais docentes e de decolonialidade, a partir das categorias: responsabilidade ética (BAKHTIN, 2011[1979]), concepções do saber (TARDIF, 2014) e decolonialidade do poder, do saber e do ser (QUIJANO, 2005; LANDER, 2005; MIGNOLO, 2005). Os resultados indicam que o letramento e a autoria profissionais docentes das professoras investigadas repercutem em: responsabilidade ética, consideração do outro, aula como ato político responsável, assunção da teoria e prática, consciência do inacabamento, atitude responsiva ativa, consciência do agir docente, refração da identidade cultural na aula, intersecção de saberes, avaliação e reformulação, estranhamento do fazer docente, consciência de mudança, reconfiguração da prática, agir docente inconsciente, compromisso ético. No que tange à decolonialidade, as docentes apresentam traços de assunção do saber cultural, promoção de coautoria discente, enfrentamento a imposições, ruptura com o modelo de professor transmissor e de aluno receptáculo, alternativas pedagógicas criativas, ruptura com o saber hegemônico, desmistificação do conhecimento, materialidade do conhecimento, prática pedagógica interdisciplinar, inovação da aula, singularidades dos saberes, consideração do discurso discente, consciência sobre o saber construído a partir de uma perspectiva regional, alteridade, promoção do engajamento discente.
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