Navegando por Autor "BARROS, Ana Carolina Magno de"
Agora exibindo 1 - 2 de 2
- Resultados por página
- Opções de Ordenação
Tese Acesso aberto (Open Access) MULHER-CASA-CIDADE: A(fia)ções performáticas de uma artista fronteiriça-jurunense-afro e indígena religiosa- ‐feminista em escrituras com escritoras brasileiras em um olhar periférico a partir da Amazônia paraense(Universidade Federal do Pará, 2022-08-29) BARROS, Ana Carolina Magno de; SARÉ, Larissa Latif Plácido; http://lattes.cnpq.br/3313460196086035Este memorial pretende compreender o caminho (a)fiado no projeto de doutorado “MULHER-CASA-CIDADE: a(fia)ções performáticas de uma artista fronteiriça-jurunense-afro e indígena religiosa-feminista em escrituras com escritoras em um olhar periférico a partir da Amazônia paraense”, no qual propus três a(fia)ções performáticas, isto é, ações performáticas (TAYLOR: 2013) alinhavada pelas categorias de pensamento mulher-casa-cidade interseccionalizadas (AKOTIRENE: 2018) por uma artista que compreende literatura feminina nacional a partir de uma experiência periférica em deslocamento e criação entre mundos, centros e periferias e fia suas próprias teias. A imagem que agencia a poética é a da aranha, um devir que transita por imagens arquetípicas ocidentais, mas que tem como referências primeiras a africana Ananse (DEUS: 2019) e ameríndias como Kokyang Wuhti (MULLET: 1979) e Buhpu (KEHÍRI; PÃRÕKUMU: 1995) presentes nas três ações-séries-obras.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Pele de terra, minha morada: memorial da criação do ritual cênico-erótico em diálogo com a obra Magma de Olga Savary(Universidade Federal do Pará, 2016-06-10) BARROS, Ana Carolina Magno de; LIMA, Wladilene de Sousa; http://lattes.cnpq.br/4769018199137074Este memorial desnuda a criação do ritual cênico-erótico Pele de terra: minha morada feito em diálogo com a obra Magma de Olga Savary. É compreendido como uma cartografia (PASSOS; KASTRUP; ESCÓSSIA: 2009), só que uma cartografia sibilada, um serpentear entre linguagens artísticas espiraladas e o movimento criador (SALLES: 2011) da escrita em sibilares. Tendo a imagem como “operador metodológico” (RANGEL: 2009), esta pesquisa enlaça quatro elementos, o referido ritual cênico-erótico (ARTAUD: 2006), enraizado na busca do corpo erótico (BOGART: 2011) do atuante (QUILICI: 2015); um ensaio em que degluto signos do erotismo (BATAILLE: 2013), do sagrado (MAÇANEIRO: 2011), do mito (CAMPBELL: 1990) e da imagem-força Uroboros, para jorrar em uma escrita performativa; o diário da encenadora, feito de imagens em forma de poesia, desenhos, pinturas, rabiscos e colagens, dispositivos utilizados para conceber a encenação (ROUBINE: 1998); e o diário de cena, um relato na estrutura literária de diário, no qual narro o dia a dia dos ensaios e apresento o roteiro do ritual. Neste trabalho proponho despir o ato criador que se desdobra em novas obras, numa circularidade que se retroalimenta, similar às Uroboros, como um ritual erótico.
