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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Uma ideia de educação em Benedito Nunes: humanismo, autodidatismo e universalismo cultural
    (Universidade Federal do Pará, 2018-02-28) BELO, Geovane Silva; ARAUJO, Sonia Maria da Silva; http://lattes.cnpq.br/5826372225106245
    Este texto de tese analisa a ideia de Educação no contexto do pensamento de Benedito Nunes, a partir de seu itinerário e de seus discursos, em especial, sobre educação. Nesta análise, relacionam-se a sua trajetória intelectual, o seu engajamento, a formação e os posicionamentos discursivos, destacando-se nestes últimos os interdiscursos. A base teórico-metodológica utilizada pautou-se na História Intelectual e na Análise do Discurso, segundo Maingueneau, Foucault e Bakhtin. O corpus para análise foi composto de 7 (sete) textos de Benedito Nunes, quais sejam: Discurso no quinto aniversário da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (1960); Um conceito de cultura (1973); A esperança na Educação (s/d); Quase um plano de aula (1998); Universidade e Regionalismo (1999); Universidade e Identidade Brasileira (2007); Discurso de agradecimento pelo recebimento do título de Doutor Honoris Causa pela Universidade da Amazônia (2009). Também foram escolhidos outros textos-produto de Benedito Nunes, potencialmente interdiscursivos, capazes de proporcionar maior aprofundamento sobre a sua ideia de educação. O objetivo do trabalho é “compreender a ideia de educação em Benedito Nunes, a partir da Análise do Discurso, tendo como referência a trajetória intelectual do professor-pensador e práticas discursivas produzidas por ele, especialmente vinculadas ao campo da educação”. As questões da pesquisa são: 1. Qual a compreensão que um filósofo, professor-pensador, da ‘envergadura’ de Benedito Nunes, tem da educação? 2. Como esta compreensão pode contribuir para uma concepção mais aprofundada da ideia de educação, em especial da universidade? Os resultados demonstram que o professor Benedito Nunes constrói uma ideia de educação em que a transmissão da cultura e do conhecimento fundamentam a atividade docente, para ele educação se constitui de práticas que não devem se restringir ao tecnicismo e ao utilitarismo. O professor-pensador escreve ensaios, nos quais, didaticamente, enfatiza a visão de Universidade a partir da ênfase às humanidades como capazes de formar um “espírito universitário”, no qual um humanismo alargado possibilite uma formação ética e universal. O ensinar-aprender também é impulsionado pelas relações intersubjetivas com as gerações, com a intelligentsia local e torna-se estatuto de construção do conhecimento autodidata. As práticas discursivas de Benedito Nunes revelam um ethos, uma imagem de si, por isso a ideia de educação está próxima da noção de cultura geral, letrada, em que o regional se universaliza. A trajetória do professor-pensador Benedito Nunes apresenta esta acepção à medida que os estudos filosóficos, a produção de ensaios, a interpretação da cultura e a apreciação artística, em lugares discursivos e nas atividades acadêmicas, indicam uma formação e um posicionamento privilegiado. A vida filosófica e a prática docente se coadunam. Ao fim, a tese defendida é que o humanismo de Benedito Nunes ocupa a centralidade da sua ideia de educação, que pende para uma visão essencialista da cultura, mesmo que, por vezes, atravessada pela perspectiva histórico-crítica. A universidade é o lugar de transmissão da cultura, baseada na ideia elevada de um conhecimento universal e autodidata.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    O olhar estrangeiro estigmatizado(r) do cinema: invenção, sustentação e reinvenção do imaginário sobre a Amazônia
    (Universidade Federal do Pará, 2013-06-28) BELO, Geovane Silva; SILVA, Joel Cardoso da; http://lattes.cnpq.br/6918547599708778
    O cinema é uma das artes mais influentes na representação das culturas. Seu poder visual-discursivo interfere no imaginário acerca de espaços, de escólios e de comportamentos. A telona constrói olhares e reinventa-os. Este projeto pretende examinar os imaginários no documentário/ficção Iracema, uma transamazônica (1974), anseia compreender os estigmas no cinema sobre a Amazônia, ilustrá-los nos filmes Floresta das Esmeraldas (1985), Lambada, a dança proibida (1990), Anaconda (1997) e também em nacionais como Tainá, uma aventura na Amazônia (2000) e Um lobisomem na Amazônia (2005)- sobretudo, nas correspondências entre arte/imaginário. Os estudos dos relatos dos viajantes, as teorias de Gilbert Durand, de Neide Gondin, de Ana Pizarro, de Claude Lévi-Strauss,de HomiBhabha, de Edgar Morin, entre outros, serão baluarte na compreensão da invenção, manutenção e reinvenção desse olhar estrangeiro estigmatizado(r).
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