Navegando por Autor "BRITO, Adilson Junior Ishihara"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Domar as águas e os sertões da fronteira intra-americana: a centralidade dos caminhos fluviais nas disputas luso-espanholas do Tratado de Santo Ildefonso(Associação Nacional de História, 2019-12) BRITO, Adilson Junior IshiharaO artigo discute o processo das demarcações dos limites entre as possessões portuguesas e espanholas, na conjuntura do Tratado de Santo Ildefonso (1777). Durante o processo, que se deu efetivamente entre 1780 e 1791, os rios se constituíram em importantes pontos de disputas intra-americanas entre as comissões demarcadoras luso-espanholas, dado que poderiam ser tomados como as linhas divisórias naturais do espaço físico subordinado a uma ou outra monarquia, assim como caminhos pelos quais poderiam ser mapeadas as localidades ainda desconhecidas, seus recursos naturais e as populações nativas. Temos como eixo de discussão diversas incursões militares aos afluentes dos rios Negro e Japurá, centrais nas disputas paralelas de portugueses e espanhóis durante as demarcações, demonstrando a grande preocupação com as fronteiras intra-americanas dos domínios portugueses, sobretudo em razão do problema de domar os sertões e transformá-los em jurisdições.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Identidade fraturada: O desmemoriamento da "Adesão do Pará" no ensino de história(Universidade Estadual de Londrina, 2021-06) BRITO, Adilson Junior IshiharaParece relativamente assente que uma das raízes do conhecimento histórico escolar está relacionada ao comprometimento intelectual com a edificação da Nação, a partir da construção da memória e identidade coletivas. Como disciplina de formação básica pública, a História deveria comemorar a “história nacional”, e os seus desdobramentos regionais e locais, através do incentivo à aprendizagem genealógica de um passado comum. Esse quadro tem sofrido grandes mudanças na atualidade. A história ensinada na Escola tem se distanciado desse historicismo nacionalista, na qual a formação básica pouco contempla a aprendizagem significativa da história, levando a processos de desmemoriamento e despertencimento de bens identitários nacionais, regionais e locais entre os agentes da Educação no espaço escolar. Este artigo pretende adentrar nessa discussão, a partir da investigação sobre as “fraturas” nas experiências de ensino e aprendizagem de um processo histórico regional específico, a “Adesão do Pará à Independência do Brasil”, no cotidiano de uma escola pública de ensino médio da periferia do município de Ananindeua-PA, na Amazônia brasileira.
