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Navegando por Autor "BRITTO, Guilherme Coelho"

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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Por uma outra pecuarização: incremento técnico e produção do espaço agrário em Pacajá/Pará/Brasil
    (Universidade Federal do Pará, 2024-04-05) BRITTO, Guilherme Coelho; HERRERA, José Antonio; http://lattes.cnpq.br/3490178082968263; https://orcid.org/0000-0001-8249-5024; VELOSO, Gabriel Alves; ALVAREZ, Wellington de Pinho; SOUZA JÚNIOR, Salim Jacaúna de; CALVI, Miquéias Freitas; http://lattes.cnpq.br/9757471213923099; http://lattes.cnpq.br/9113165346538917; http://lattes.cnpq.br/1074333087972192; http://lattes.cnpq.br/1925851965991165; https://orcid.org/0000-0002-3655-4166; https://orcid.org/0000-0001-7799-9762; https://orcid.org/0009-0006-3100-4495; https://orcid.org
    A agricultura e a pecuária na Amazônia tem sido alvo de muitas críticas nos últimos quarenta anos, pois são apontadas como as principais responsáveis pelos desmatamentos e queimadas. No entanto, existem tecnologias atuais que possibilitam uma agricultura mais sustentável, que concilia a oferta de matéria-prima e a geração de renda com a conservação e a preservação da Amazônia, sem a necessidade de abrir novas áreas. Ainda que as atividades agropecuárias tenham se intensificado com a construção da Rodovia Transamazônica, no começo dos anos 1970, e Pacajá tenha se tornado um município somente no ano de 1988, o modelo de produção de gado não mudou muito, permanecendo de forma extensiva. Assim, a demanda por novas pastagens continuou ano após ano, colocando o município em uma situação de quase insustentabilidade e sob a pressão de políticas de controle do desmatamento, como por exemplo as ações do arco do fogo, iniciadas no começo dos anos 2010. Para compreender a formação do espaço agrário em Pacajá, é necessário esclarecer alguns pontos, pois se nota que há um processo de produção do espaço agrário no município provocado pelo Estado e outros agentes, por meio de políticas públicas que impuseram sistemas produtivos que exigem alta intensidade de trabalho, pouco capital investido e que usam baixo nível técnico e tecnológico. Esses sistemas produtivos que se repetiram ao longo das últimas décadas, é necessário entender se os sistemas de produção tiveram avanços técnicos ao longo do tempo e qual o impacto que esses processos causaram sobre a produção do espaço agrário do município. A partir da análise dos fatores históricos ocorridos desde a abertura da Rodovia Transamazônica, abordando desde o projeto de colonização da região, passando pelas políticas públicas de crédito e de assentamentos rurais, o presente trabalho se propõe a descrever o meio natural compreender como os sistemas de produção se consolidaram, identificando os conjuntos de práticas produtivas utilizadas por produtores rurais. Após a tipificação dos produtores, o detalhamento de suas trajetórias, seus sistemas de produção e suas práticas agropecuárias, chegou-se à conclusão de que houve baixa incremento técnico ao longo dos anos nos sistemas de produção e o impacto na produção de um espaço desordenado é significativo.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Prestação de serviços ambientais em unidades de produção familiar rurais no município de Pacajá - território da Transamazônica - Pará - Brasil
    (Universidade Federal do Pará, 2009-08-28) BRITTO, Guilherme Coelho; KATO, Osvaldo Ryohei; http://lattes.cnpq.br/4241891652832872; https://orcid.org/0000-0002-2422-9227
    Na maioria dos estabelecimentos da agricultura familiar na região é usado o sistema tradicional de agricultura, chamado de sistema corte e queima, que é caracterizado pelo uso de uma área por um a dois anos, seguido por vários anos de pousio. Talvez por isso, ainda predomine a visão da produção familiar amazônica identificada como uma agricultura "migratória" com culturas temporárias voltadas para a subsistência, configurando-se como problema social e atualmente grande vilã ecológica. A agricultura familiar, em contraponto a essa visão, é um setor estratégico para a manutenção e recuperação do emprego, redistribuição da renda, garantia da soberania alimentar do país e construção do desenvolvimento sustentável. Na agricultura familiar, predomina atualmente uma tendência de diversificação crescente dos sistemas de produção agrícola, incluindo de forma variável culturas perenes e temporárias, pequena criação, extração vegetal e até pecuária, ou seja, sistemas mais diversificados e equilibrados do ponto de vista produtivo e ecológico. Nesse sentido, o trabalho se propõe a verificar o potencial de prestação de serviços ambientais em sistemas de produção de agricultores familiares a partir das práticas produtivas utilizadas ao longo de um ciclo agrícola. Para que se pudesse realizar uma comparação entre os diferentes tipos de sistemas de produção e evitar a generalização da análise foi realizada a tipologia dos sistemas de produção. Para isso buscou-se a ferramenta Eco-Cert.Proambiente, desenvolvida pela Embrapa, da qual os princípios critérios e indicadores para que as práticas utilizadas pelas famílias fossem avaliadas. Foi construído um conjunto de matrizes de verificação onde cada uma das práticas foi avaliada segundo todos os indicadores selecionados. Os resultados alcançados mostraram que os sistemas de produção que apresentaram maior diversificação de atividades produtivas têm maior potencial de prestação dos serviços ambientais por apresentar um número maior de práticas utilizadas ao longo de um ciclo agrícola, porém o fato das famílias fazerem parte do programa Proambiente também contribui para que esse potencial seja favorecido, pois ao aderirem ao programa as famílias deixaram de derrubar áreas de florestas e reduziram consideravelmente o uso do fogo como prática agrícola.
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