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Navegando por Autor "CALDAS, Ivete Furtado Ribeiro"

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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    O que os olhos não vêem o coração não sente: implicações para a opinião sobre a redução da maioridade penal
    (Universidade Federal do Pará, 2018-04-27) CALDAS, Ivete Furtado Ribeiro; PEREIRA JÚNIOR, Antônio; http://lattes.cnpq.br/1402289786010170
    O crescimento da violência urbana tem levado a sociedade a cobrar do Estado medidas mais severas e punitivas para resolver o problema da criminalidade juvenil. Uma das propostas é a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos. As discussões sobre essa proposta têm sido polarizadas ideologicamente e são raras as instâncias onde o debate é baseado em evidências científicas confiáveis. Nessa pesquisa, tentamos contribuir para identificar os condicionantes sociais e morais implícitos associados com a questão da maioridade penal. Para isso, desenhamos dois experimentos para avaliar como fatores socioeconômicos, sociodemográficos e o desenvolvimento moral do indivíduo influenciam na opinião sobre o tema. Objetivo: Verificar a relação entre fatores socioeconômicos, sociodemográficos e o desenvolvimento moral na opinião sobre a redução da maioridade penal. Materiais e Métodos: Trata-se de uma pesquisa quali-quantitativa com delineamento transversal que constituiu-se de dois experimentos: Experimento Belém e Experimento Regional. No Experimento Belém os dados foram coletados em dois locais públicos do município de Belém, Pará, a Praça Batista Campos e o Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJPA). No Experimento Regional foi utilizada uma ferramenta on line com o intuito de alcançar pessoas de diferentes regiões do território brasileiro. A amostra foi composta por indivíduos maiores de 18 anos de ambos os sexos. Os instrumentos utilizados foram: (1) Questionário socioeconômico e sociodemográfico e (2) Dilema do adolescente em conflito com a lei. Na análise dos dados foi utilizado o teste do Qui-quadrado (χ2) de Pearson e a mineração de dados. Resultados: Os funcionários do tribunal apresentam preferência por estágios inferiores (estágio 1) e menor nível de competência moral (índice C médio) (3,97, diferente do público em geral que prefere estágios superiores (estágio 6) e índice C (14.29). Houve uma relação significativa entre a preferência de estágios e a opinião dos sujeitos, apenas no grupo dos funcionários do tribunal (χ2 = 20,665, df = 10, p = 0,024). O primeiro é menos de acordo com a redução da idade de responsabilidade criminal do que o segundo. Conclusão: A acurácia da opinião é maior nos extremos da distância psicológica, ou seja, quando o indivíduo está muito distante ou muito perto da realidade desse adolescente.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Responsividade materna e desenvolvimento sóciocomunicativo de prematuros durante o primeiro ano de vida
    (Universidade Federal do Pará, 2014-04-29) CALDAS, Ivete Furtado Ribeiro; CHERMONT, Aurimery Gomes; http://lattes.cnpq.br/4212769913736000; GAROTTI, Marilice Fernandes; http://lattes.cnpq.br/2218504886013525
    Neonatos prematuros com peso ao nascer (PN) ≤ 2500 gramas podem apresentar déficits decorrentes de comprometimentos neurológicos que alteram o desenvolvimento sóciocomunicativo. Interações iniciais mãe-bebê prematuro são importantes para avaliar esse processo de risco, verificado a partir de alterações na comunicação não verbal. A qualidade da responsividade materna durante essas interações são importantes para o desenvolvimento das habilidades sóciocomunicativas no primeiro ano de vida. Este estudo verificou a relação entre a responsividade materna e o desenvolvimento sóciocomunicativo de prematuros para cada grupo em quatro momentos do desenvolvimento. Participaram 18 díades com idade gestacional < 36 6/7 semanas e PN ≤ 2500 gramas. Elas foram distribuídas em três grupos, delimitados de acordo com suas características maternas e gestacionais. Para a coleta de dados foram utilizados uma ficha clínica, entrevista sociodemográfica, escala de interação social (EIS) e protocolo de observação mãe-criança. As sessões aconteceram aos três, seis, nove e doze meses de vida. Todas as sessões foram integralmente registradas em vídeo para posterior registro das habilidades e engajamentos. Os resultados mostraram que no grupo Não Gêmeos Primíparos (NGP) foram observadas diferenças significativas nos estados de Engajamento com Pessoa (EP) (x2= 11,00; p=0,012) com maior duração aos três meses (M=90,70; dp=16,10). E nos engajamentos com objeto e pessoa (EOP) também foram observadas diferenças significativas (x2= 10,35; p=0,01), verificando episódios triádicos aos seis meses (M=0,13; dp=0,32). Foi identificada correlação significativa positiva entre engajamento com objeto (EO) aos três meses e a pontuação total da Escala de Interação Social (EIS) aos seis meses (0,592; p<0,05). No grupo NGP o peso da criança ao nascer apresentou correlação positiva com EP (0,812; p<0,05) e negativa com EO aos três meses (-0,812; p<0,05). Portanto, os achados evidenciam que a qualidade das interações, fatores de risco e sociodemográficos interferem no desenvolvimento das habilidades sóciocomunicativas de crianças nascidas prematuras.
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