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Navegando por Autor "CARVALHO, Ana Claudia Moraes de"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Odô Iyá: da espetacularidade do Yle Ase Oba Okuta Ayra Yntyle ao corpo-cena
    (Universidade Federal do Pará, 2014-06-03) CARVALHO, Ana Claudia Moraes de; SANTA BRÍGIDA JÚNIOR, Miguel de; http://lattes.cnpq.br/6889411521648199; CAMARGO, Giselle Guilhon Antunes; http://lattes.cnpq.br/2551648142775344
    Este estudo objetivou construir, a partir da investigação da espetacularidade do ritual de iniciação ao Candomblé, um corpo-cena pensado na vivência no terreiro de Candomblé-Ketu, Yle Ase Oba Okuta Ayra Yntyle em Benevides/Pa, e se estruturou teórico-metodologicamente na Etnocenologia. Para os adeptos do Candomblé, o ritual é afirmação de sua própria existência na Terra, em seus corpos modificados pela presença dos Orixás, personalizando suas crenças e suas mitologias. As experimentações cênicas que apresentei no espetáculo O Auto do Círio, em 2012 e 2013, já como parte desse processo criativo, demonstraram momentos da festa pública do ritual de feitura, a partir do corpo-templo da Yaô de Yemanjá Ogunté, corpo que dá morada ao sagrado. A Yaô de Yemanjá Ogunté e seu corpo festivo são o mote dessa pesquisa sobre o corpo como símbolo religioso, cultural e como inspiração para o processo de criação do corpo-cena.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Puta, Pistoleira, Dona de Cabaré: a espetacularidade do corpo-cavalo-travestido de Dona Rosinha Malandra no Templo de Rainha Bárbara Soeira e Toy Azaka. Icoaraci/Pa.
    (Universidade Federal do Pará, 2021-01-19) CARVALHO, Ana Claudia Moraes de; SANTA BRIGIDA JÚNIOR, Miguel de; http://lattes.cnpq.br/6889411521648199; CAMARGO, Giselle Guilhon Antunes; http://lattes.cnpq.br/2551648142775344
    Por linhas sinuosas de pensamentos aéreos tecidos por uma escritora-borboleta, escrevo sobre o corpo-cavalo de Dona Rosinha Malandra, Entidade da Esquerda umbandista. Dona Rosinha é recebida por Rosa Luyara, Mãe de Santo trans-travesti da periferia de Belém, fator preponderante para o desenvolvimento de epistemologias encruzilhadas, libertárias de cunho imoral, cujos atravessamentos poéticos foram vivenciados pela atriz-pesquisadora-bacante, na encruzilhada afetiva da Umbanda Amazônica. Sob a imagem poética da vulgaborboleta, a metodologia desenvolvida nessa tese configurou-se num processo envolvendo doces mortes para novas vidas transformadas. Por meio de um etno-método-afetivo. Pupas, vulvas quentes, casulos, estranhamentos de si na compreensão da casa-cosmos perfumada com essências de cobra, força motriz de um corpo-cavalo-travestido. Puta, Pistoleira, Dona de Cabaré revela mistérios, segredos de uma cosmovisão malandra pertencente a tempo presente, para o empoderamento social de uma comunidade. Como contribuição epistemológica para a academia, desenvolvo a noção de corpo-encostado, que se configura em uma proposta epistemo-metodológica de um corpo em processo de criação. Uma tese-borboleta. Trata-se de uma tese feminista, transformadora, transgressora, deliciosamente imoral. A pesquisa deseja alçar ardentes voos borboletários, fundamentados em noções etnocenológicas de Armindo Bião e Miguel Santa Brigida, imagens bachelardianas, no imaginário de Durand e no pensamento sensível de Maffesoli para preparar os caminhos a serem percorridos na construção identitária de gênero, de comunidade e de liberdade epistêmica-artística
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