Navegando por Autor "CARVALHO, Renata Baleixo da Silva Cutrim"
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Artigo de Evento Acesso aberto (Open Access) Planejamento estratégico para o desenvolvimento sustentável na economia do Pará(Universidade da Amazônia, 2013-11) CARVALHO, André Cutrim; CARVALHO, David Ferreira; CARVALHO, Renata Baleixo da Silva CutrimO presente artigo procura justificar o estabelecimento das taxas hipotéticas de crescimento do PIB da economia do Estado do Pará para os próximos anos, e o montante do investimento necessário para levar adiante a implementação de um projeto estadual de desenvolvimento sustentável. Para inserção desse projeto de desenvolvimento sustentável, ao mesmo tempo sócio-econômico e sócio-ambiental, é preciso romper com o arcaico círculo vicioso da pobreza e da destruição da natureza, substituindo pelo círculo virtuoso do crescimento com distribuição de renda e preservação ambiental. Os resultados obtidos através do método de simulação determinística usando o modelo de Harrod-Domar conseguiu identificar que deduzindo o produto da economia, o investimento e a variação estoque de capital, é possível determinar a soma dos gastos em consumo e investimento privado e público, entre 2007-2010, dentro das restrições orçamentárias do Estado do Pará. A principal conclusão é a de que a economia paraense para crescer e mudar a sua estrutura produtiva deve investir nos setores econômicos que possuem potencial para formar Arranjos Produtivos Locais de base sustentável.Artigo de Evento Acesso aberto (Open Access) Política industrial de inovações tecnológicas e competitividade sistêmica(Universidade da Amazônia, 2013-11) CARVALHO, André Cutrim; CARVALHO, David Ferreira; CARVALHO, Renata Baleixo da Silva CutrimPara Schumpeter as inovações tecnológicas são indutoras do desenvolvimento econômico capitalista, logo somente as novas combinações que são descontínuas e que causam mutações industriais, a ponto de mudarem as estruturas de mercado no capitalismo, caracterizam o verdadeiro desenvolvimento econômico. O objetivo fundamental deste artigo é discutir numa perspectiva teórica a relevância estratégica normativa de uma política nacional de desenvolvimento industrial, centrada em inovações tecnológicas em um ambiente de competitividade sistêmica. No que tange a formulação de uma política industrial e tecnológica, a estruturação de uma rede nacional de inovações tecnológicas é um passo importante para estimular a geração, adoção e difusão de tecnologias, portanto, uma política nacional de desenvolvimento industrial deve buscar uma articulação sistêmica com a política de inovações tecnológicas e de comércio exterior.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Política industrial de inovações tecnológicas em um ambiente de competitividade sistêmica(Universidade da Amazônia, 2014-06) CARVALHO, André Cutrim; CARVALHO, David Ferreira; CARVALHO, Renata Baleixo da Silva CutrimO principal objetivo deste trabalho é discutir numa perspectiva teórica shumpeteriana a relevância estratégica normativa de uma política nacional de desenvolvimento industrial, centrada em inovações tecnológicas em um ambiente de competitividade sistêmica. O método empregado aqui envolve o método dedutivo, porque parte do geral, ou seja, da discussão sobre a política industrial brasileira, tendo como suporte a política nacional de ciência, tecnologia e inovações e, também, o método indutivo, porque considera o particular (a empresa inovadora), mas situada dentro de um sistema nacional de inovações tecnológicas envolvendo, sistemicamente, o setor privado e o setor público. Para Schumpeter, as inovações tecnológicas são indutoras do desenvolvimento econômico capitalista; portanto, somente as novas combinações que são descontínuas e que causam mutações industriais, a ponto de mudarem as estruturas de mercado no capitalismo, caracterizam o verdadeiro desenvolvimento econômico. A principal conclusão desta pesquisa revela que, no que tange à formulação de uma política industrial e tecnológica, a estruturação de uma rede nacional de inovações tecnológicas é um passo importante para estimular a geração, adoção e difusão de tecnologias. Consequentemente, uma política nacional de desenvolvimento industrial deve buscar uma articulação sistêmica com a política de inovações tecnológicas e de comércio exterior.
