Navegando por Autor "CASTELAR, Marilda"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Brinquedos e brincar na vida de mulheres educadoras negras(Universidade Federal do Pará, 2015-12) CASTELAR, Marilda; LEMOS, Flávia Cristina Silveira; KHOURI, Jamille Georges Reis; ANDRADE, ThaísEste artigo aborda o brincar e o brinquedo na constituição da mulher negra pelas práticas educativas escolares, no ensino básico, público e privado. As práticas escolares devem interrogar a produção e reprodução dos padrões comportamentais e estéticos, os quais operam relações de discriminação negativa de gênero e raciais. Na pesquisa foram utilizados como recursos metodológicos: a história oral, por meio de histórias de vida e entrevistas gravadas e transcritas com oito mulheres, professoras negras, em Salvador (BA). Foi realizado levantamento bibliográfico e revisão da literatura. As análises foram feitas pela análise de conteúdo, a partir das seguintes categorias: memórias, relações com a atualidade e as práticas profissionais ligadas à gênero e racismo na escola. O brinquedo e a brincadeira apareceram como analisadores do racismo e estereótipo de gênero na educação escolar, implicando no sofrimento das crianças. Sugere-se a adaptação curricular no trabalho escolar, considerando a promoção da equidade escolar.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) UNESCO, mulheres e biopoder no Brasil: alguns apontamentos(Universidade Federal do Pará, 2017-12) LEMOS, Flávia Cristina Silveira; GALINDO, Dolores Cristina Gomes; CASTELAR, Marilda; REIS JÚNIOR, Leandro Passarinho; PIANI, Pedro Paulo Freire; NOGUEIRA, ThaisO texto interroga as práticas da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) frente às mulheres brasileiras e opera uma analítica dos discursos racistas e utilitaristas que promovem disciplina e regulações securitárias com base na educação e cultura. A preocupação com os direitos violados nos países chamados em desenvolvimento pela UNESCO, e seus designados parceiros se, de um lado, constitui um importante anteparo às violências, de outro, cria condições para práticas disciplinares e securitárias de base neoliberal e mundializada que devem ser problematizadas. As mulheres entram na agenda da UNESCO sob o ângulo da segurança ameaçada e da segurança a realizar traduzido em políticas públicas dirigidas a elas e a seus filhos.
