Navegando por Autor "COUTINHO, Eliane de Castro"
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Tese Acesso aberto (Open Access) Contribuições das sub-bacias para vazão do rio Amazonas e riscos socioambientais associados a eventos hidrológicos extremos(Universidade Federal do Pará, 2016-07-01) COUTINHO, Eliane de Castro; LIMA, Aline Maria Meiguins de; http://lattes.cnpq.br/6572852379381594; ROCHA, Edson José Paulino da; http://lattes.cnpq.br/2313369423727020A Bacia Amazônica é constantemente afetada por episódios de secas e cheias durante fenômenos tais como El Niño e La Niña, além da Oscilação Multidecadal do Atlântico, Oscilação Decadal do Pacífico, a Zona de Convergência Intertropical e Zona de Convergência do Atlântico Sul. Esses extremos de precipitação causam mudanças severas no escoamento e precipitação dos rios de várias sub-bacias em escala temporal e especial. No Oceano Pacifico os fenômenos do El Niño e La Niña são os principais mecanismos de oscilações interanuais e decadais, causando extremos hidrometeorológicos na Amazônia, tanto em escala temporal quanto espacial. As variações espaciais dos regimes hidrológicos dos afluentes do Amazonas mostram que durante a ocorrência de vazões máximas sazonais nos afluentes da margem esquerda são compensadas pela queda de vazão dos afluentes da margem direita. Assim, o período de chuvas da margem esquerda está defasado em dois meses do período chuvoso da margem direita. Além dessa variação os extremos hidrometeorológicos causam impactos ambientais, sociais e econômicos à população, principalmente àquelas com alta vulnerabilidade. Assim, o objetivo desse trabalho é estudar o regime hidrometeorológicos e o balanço hídrico da Bacia Amazônica, determinando o seu papel para a vazão de retorno do rio Amazonas ao Oceano Atlântico, Assim, como os riscos socioeconômicos e ambientais provocados pelos eventos hidrometeorológicos. Para isso foram utilizados dados mensais e anuais de vazão e precipitação no período de 1982 a 2012 (31 anos) ao longo da calha principal do rio Amazonas e em 8 sub-bacias, bem como, foi feita uma análise de riscos sociais e econômicos nos municípios da bacia Amazônica. As tendências de precipitação ao longo do período estudado foram negativas, na parte sudoeste (Purus) e central (Madeira) da Bacia Amazônica, e positivas na parte leste (Tapajós e Xingu). As sub-bacias do sudoeste da Amazônia apresentaram eventos extremos e muito extremos negativos (El Niño) em todo o período estudado. Conclui-se que a vazão na calha do rio principal da bacia Amazônica depende das variações nos afluentes da margem direita e esquerda. A sazonalidade é influenciada na época seca pelos afluentes da margem direita, pois coincidem na tendência negativa ao longo do período estudado, e na época chuvosa é influenciada pelos afluentes da margem esquerda. Todas essas variabilidades fluviométricas, causam riscos a população. Assim, pode-se afirmar que o risco socioeconômico ambiental é mais perigoso durante os eventos de cheia, principalmente nos Estados com escala espacial menor (Rondônia e Roraima), e a maior vulnerabilidade ocorre nos Estados com maior escala espacial (Pará e Amazonas), isto pode ser explicado pela falta de políticas públicas.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Riscos socioeconômicos e ambientais em municípios banhados pelos afluentes do Rio Amazonas(Universidade Federal do Pará, 2017-10) COUTINHO, Eliane de Castro; ROCHA, Edson José Paulino da; LIMA, Aline Maria Meiguins de; RIBEIRO, Hebe Morganne Campos; GUTIERREZ, Lucy Anne Cardoso Lobão; BARBOSA, Ana Julia Soares; PAES, Gleicy Karen Abdon Alves; BISPO, Carlos José Capela; TAVARES, Paulo AmadorOs municípios da Amazônia brasileira são constantemente influenciados por secas e cheias, onde riscos socioeconômicos e ambientais afetam principalmente a população ribeirinha. Esses extremos de precipitação causam mudanças severas na hidrologia dos rios tanto em escala temporal quanto espacial. Sendo assim, o objetivo deste estudo foi determinar o índice do risco socioeconômico e ambiental dos municípios que recebem influência dos afluentes e da calha principal do Rio Amazonas, comparando com eventos extremos de precipitação. Utilizaram-se dados mensais e anuais de precipitação de 1982-2012 e dados sociais (população urbana, idosa, feminina e de crianças, nível de rendimento e de escolaridade) de 2010 para 47 municípios na Bacia Amazônica. Contudo, conclui-se que o risco foi maior durante eventos de cheia, principalmente, nos menores estados (Acre e Roraima) e maior vulnerabilidade nos maiores estados (Amazonas e Pará). Assim, as populações nos municípios ao longo do Rio Amazonas possuem risco socioeconômico e ambiental de moderado a muito forte devido à vulnerabilidade alta associada com a urbanização e com a pobreza, além de ameaça de enchentes e estiagens variando de moderada a alta.
