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Navegando por Autor "CRUZ, Patricia Cezar da"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A contribuição do romance-folhetim O Guarani na formação do público leitor brasileiro do século XIX
    (Universidade Federal do Pará, 2011-09-01) CRUZ, Patricia Cezar da; SALES, Germana Maria Araújo; http://lattes.cnpq.br/8723885160615840
    O Guarani, de José de Alencar, publicado em 1857 nas folhas do Diário do Rio de Janeiro, foi um grande sucesso sob a forma do folhetim. Nesse período, de grandes modificações e contrastes no Brasil do Segundo Reinado, o público leitor do brasileiro estava em formação, embora já apreciasse o gênero do romance e também do romance-folhetim. Nesse contexto, O Guarani foi amplamente aclamado pelo público, o qual pareceu encontrar na obra uma correspondência para suas expectativas de conhecer uma literatura nacional. Nessa pesquisa, se pretende mostrar O Guarani como um grande sucesso no século XIX e ainda demonstrar que a obra permanece atemporal, atraindo o interesse do público.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Frey Apollonio: um romance no Brasil que o leitor brasileiro desconhece
    (Universidade Federal do Pará, 2017-09) CRUZ, Patricia Cezar da
    O romance Frey Apollonio, um romance do Brasil foi escrito pelo botânico alemão Carl Friedrich Phillipp von Martius em 1831. Após uma estadia no país, em que o autor conheceu a Amazônia brasileira, escreveu o livro não somente como um relato de viagem comum à época, mas como um romance de formação. O personagem principal, Hartoman, alter ego de Martius, chega ao Brasil com uma visão extremamente eurocêntrica e preconceituosa contra o país e aqueles que o habitam, os índios. Porém, após um período de convivência com esses autóctones em solo nacional, Hartoman tem sua visão parcialmente modificada. Se antes mostrava-se eurocêntrico, essa percepção é modificada pela convivência em que seu desenvolvimento pessoal, intelectual e moral é desenvolvido conforme propõe o “romance de formação”. O romance “do Brasil” permaneceu inédito no Brasil e na Alemanha até 1967, quando o manuscrito original foi encontrado por Erwin Theodor na Biblioteca da Baviera. Depois dessa descoberta, a tradução brasileira de Erwin Theodor ocorreu em 1992, para um lançamento simultâneo com a Alemanha. No século XIX, no Brasil, vigorou a vertente do Romantismo cujos objetivos eram muito diferenciados daqueles que propunham o romance de Martius, este inclinado ao Romantismo alemão, sobretudo na sua vertente de Iena, cuja ideia era ir de encontro com o outro, pois o romance propõe não uma nacionalização, mas uma desnacionalização. Assim, o romance de Martius não seria destinado ao público brasileiro, sedento por conhecer uma “Literatura brasileira genuína” em que fauna, flora e floresta eram exaltadas pelos autores nacionais sob alegação de serem símbolos do Brasil, elevando o país a um patamar de grandiosidade. Frey Apollonio, um romance do Brasil diz respeito às Letras nacionais por ser um romance que aborda o Brasil e tenta explorar o país, embora pelo olhar estrangeiro.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    A infância nos contos "Chuvas e trovoadas", "Souds" e "Maciel", de Mariia Lúcia Medeiros
    (Universidade Federal do Pará, 2018) CRUZ, Patricia Cezar da
    A prosa ficcional de Maria Lúcia Medeiros traz 16 contos em que a escritora, nascida no Pará, não se deteve somente na questão regionalista, mas enxergava além do contexto em que vivia. Escreveu contos que trazem contextos e locais de diferentes, uma riqueza de situações e cenários que procuram ser evidenciados pela palavra. Maria Lucia Medeiros trabalha a palavra como um jogo, na poesia que a torna tão significativa. Mas nem sempre essa palavra é dita. Benedito Nunes observa a eficácia estética dos textos da autora, em que a palavra pode adquirir outros sentidos, pode sugerir ou velar a significação literal, de modo que o leitor pode, pelas entrelinhas ou pelo seu horizonte de expectativas, atribuir-lhe novos significados. Este artigo analisa os contos Chuvas e trovoadas, Sounds e Marcel, que trazem um pouco dessa grande habilidade de Maria Lúcia em lidar com a palavra, seus múltiplos significados, a entrelinha e a poesia.
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