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Navegando por Autor "DIAS, Marcelo Pires"

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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    O alteamento das vogais pré-tônicas no português falado na área rural do município de Breves (PA): uma abordagem variacionista
    (Revista Virtual de Estudos da Linguagem, 2007-08) DIAS, Marcelo Pires; SOBRINHO ALVES, Orlando Cassique; CRUZ, Regina Célia Fernandes
    O presente artigo trata do alteamento [o] > [u] e [e] > [i] em pauta pré-tônica no dialeto da área rural do município de Breves (PA). Considerados como ocorrências variáveis, foram analisados dados tais como b[u]neca no lugar de b/o/neca; assim como os do tipo m[i]ninu no lugar de m/e/nino. Objetivou-se verificar os condicionamentos dessa variação, inclusive na perspectiva da possibilidade de interferência da vogal tônica, quando esta for alta, o que tem sido chamado por estudiosos do Português do Brasil de harmonização vocálica. O corpus utilizado contou com relatos de 36 informantes nascidos na localidade, totalizando 2624 dados do fenômeno estudado. O suporte para o processamento de dados é representado pelo pacote de programas estatísticos Varbrul. Os resultados mostraram que a presença da vogal /i/ ou /u/ contígua a silaba pré-tônica favorece a aplicação da regra, assim como a distância, pois quando menor a distância maior a possibilidade de ocorrência do fenômeno. No que diz respeito à classe gramatical, os sufixos nominais e os diminutivos apresentaram-se favorecedores da aplicação da regra. No que diz respeito aos fatores sociais, a escolaridade também se mostrou favorecedora da aplicação da regra, pelo fato de que os que mais estudaram altearem menos do que aqueles que possuem menos anos de estudo ou não freqüentaram a escola, assim como os informantes mais velhos que alçam mais se comparado aos mais jovens. A pesquisa também mostrou a presença superior das vogais médias-altas em detrimento da médias-baixas.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Atlas geossociolinguístico quilombola do Nordeste do Pará (AGQUINPA)
    (Universidade Federal do Pará, 2017-03-07) DIAS, Marcelo Pires; OLIVEIRA, Marilucia Barros de; http://lattes.cnpq.br/9728768970430501
    Esta pesquisa tem como objetivo apresentar o Atlas Geossociolinguístico Quilombola do Nordeste do Pará (AGQUINPA). O AGQUINPA é um atlas semântico-lexical que descreve e mapeia a variedade linguística do português afro-brasileiro falado nas comunidades remanescentes de quilombos da Mesorregião Nordeste do Pará por meio do inventário lexical. O atlas apresenta um levantamento histórico e geossociolinguístico das comunidades pesquisadas, cartas linguísticas semântico-lexicais pluridimensionais, além de um banco de dados geossociolinguístico. A Mesorregião Nordeste do Pará foi selecionada como locus da pesquisa, em virtude da alta densidade de comunidades quilombolas reconhecidas e tituladas pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), Instituto de Terras do Pará (ITERPA) e Fundação Palmares (FCP), e representam 270 das 523 presentes no Estado do Pará. Essas comunidades foram ocupadas por negros escravizados fugidos, em regiões de difícil acesso, com o intuito de evitar a recaptura e, em outros casos, foram antigas propriedades doadas ou cedidas após a desorganização do sistema escravagista na Amazônia, no final do século XIX. As comunidades quilombolas que fazem parte do AGQUINPA estão localizadas nas áreas rurais dos municípios do Nordeste do Estado do Pará (Brasil) e são as seguintes: a) Comunidade do Cacau (Colares/PA); b) Comunidade América (Bragança/PA); c) Comunidade do Rio Acaraqui/Campompema (Abaetetuba/PA); d) Comunidade Taperinha (São Domingos do Capim/PA); e) Comunidade Laranjituba (Moju/PA) e f) Comunidade África (Moju/PA). Essas comunidades têm como principais atividades econômicas o extrativismo e a agricultura de subsistência, além de apresentarem baixa mobilidade social e a maioria dos moradores se autodeclara descendente de negros escravizados. Para a elaboração do atlas, utilizamos o instrumental metodológico da Geografia Linguística e da Geolinguística Pluridimensional, considerando as dimensões diatópica, diassexual (homens e mulheres) e diageracional (Geração I: 18 a 30 anos; Geração II: 50 a 65 anos). A coleta de dados foi realizada entre os anos de 2014 e 2016, por meio da aplicação do Questionário Semânticolexical do Atlas Linguístico do Brasil (ALiB), incluindo-se nele 31 questões de origem etimológica Bantu, para mensurar a difusão (ou não) do léxico de origem africana. Os dados coletados foram transcritos grafematicamente no software de anotação linguística ELAN e, posteriormente, trasladados para o Banco de Dados do AGQUINPA. As cartas foram confeccionadas através da utilização da ferramenta de georreferenciamento e edição de dados georreferenciados Quantum GIS (QGIS), além da ferramenta ColorBrewer para a colorimetria das cartas. O AGQUINPA possui 153 cartas semântico-lexicais, elaboradas a partir da aplicação do Questionário Semântico-lexical (QSL), das quais descreveremos 136, que apresentaram variação não categórica.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Inflorescência terminal da bananeira em dois atlas linguísticos brasileiros: um estudo comparativo
    (Centro Latinoamericano de Estudos em Cultura, 2019-08) DIAS, Marcelo Pires; OLIVEIRA, Marilúcia Barros de
    Trata o presente artigo da diversidade lexical a partir de dados do Atlas Geossociolinguístico Quilombola do Nordeste do Pará (AGQUINPA) e do Atlas Linguístico do Brasil (ALiB). Trata-se de um estudo comparativo que tomou como base as respostas mapeadas nos dois atlas referidos para a questão 44 do Questionário Semântico-lexical do ALiB. O ALiB registrou respostas obtidas nas capitais brasileirase considerou doisníveis de ensino: fundamental e superior. Já o AGQUINPA registrou a diversidade lexical emseis comunidades quilombolas localizadas no Nordeste Paraensee considerou apenas o ensino fundamental. Os resultados apresentados nos dois atlasmostram número alto de variantes para a referida questãoa depender da regiãoe apresentam diferenças e semelhanças entre a variedade usada nas capitais brasileirase nas comunidades quilombolas paraenses.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    O léxico agropastoril no corpus do tesouro do léxico patrimonial Galego e Português
    (Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2019-12) DIAS, Marcelo Pires
    Este artigo tem como objetivo apresentar um estudo comparativo de acepções de variantes léxicas presentes no Brasil e as variantes registradas no Português Europeu e no Galego. Para realizar o levantamento de variantes, partimos do uso da ferramenta eletrônica pertencente ao projeto Tesouro do Léxico Patrimonial Galego e Português (ÁLVAREZ, 2017), ferramenta esta que nos permite consultar variantes e lemas de obras de cunho dialetal e lexicográfico. Tomaremos como base para este estudo sete itens lexicais pertencentes ao campo semântico da agricultura/atividades agropastoris, a saber: angu, canga, espiga, moringa, paneiro, penca e sabugo. O mapeamento dessas variantes visa observar o status das acepções, se são comuns ou distantes nos três territórios (Brasil, Portugal e Galícia).
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    O papel das pistas de contextualização em interações na web: o blog de opinião
    (Universidade Federal do Espírito Santo, 2014) DIAS, Marcelo Pires; GUEDES, Regis José da Cunha
    O presente artigo trata das pistas de contextualização em interações na web a partir das observações dos comentáriospublicados pelos leitores e moderador/editordo blog de opinião intitulado O possível e o extraordinário. Serão levados em consideração os pressupostos teóricos da sociolinguística interacional e o conceito de pistas de contextualização. A finalidade dessa investigação é analisar as pistas utilizadas pelos participantes na interação escrita na web,quais sejam: a) atenuantes; b) marcadores de valoração; c) prosódia; d) elementos não verbais; e) perguntas retóricas; e f) citações.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Religião e crenças no atlas geossociolinguístico quilombola do nordeste do Pará
    (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, 2020-04) DIAS, Marcelo Pires; OLIVEIRA, Marilúcia Barros de
    Este trabalho busca descrever e discutir a variação lexicala partir de dados docampo semântico religião e crençasque integra oAtlas Geossociolinguístico Quilombola do Nordeste do Pará(AGQUINPA). Esse atlas descreve e mapeia a variedade linguística do português afro-brasileiro falado nas comunidades remanescentes de quilombos da Mesorregião Nordeste do Pará. O campo semântico escolhido paraanálise é composto por questões que expressam a dimensão religiosa e as crenças dos informantes entrevistados na pesquisa. Neste estudo apresentaremos e discutiremos os resultados das seguintes cartas: L104 –diaboeL106 –feitiço. O AGQUINPAadotou como ponto de partida,para a obtenção dos dados, os pressupostos da Geografia Linguística, método da Dialetologia que instrumentaliza o tratamento e a descrição de dados linguísticos no âmbito sócio-espacial, considerando as dimensões diatópica, diassexual e diageracional.Os resultados apontam diferentes graus de concorrência entre as variantes identificadas, bem como evidenciama presença de uso de apelidos para referência a formas consideradas tabu.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    As vogais médias pretônicas nas capitais da região norte do Brasil
    (Universidade Federal do Pará, 2012) DIAS, Marcelo Pires; OLIVEIRA, Marilucia Barros de; http://lattes.cnpq.br/9728768970430501
    A presente dissertação tem por objetivo descrever o comportamento das vogais médias pretônicas e com base no falar de informantes de seis capitais da região Norte do Brasil, a saber: Belém-PA, Manaus-AM, Rio Branco-AC, Macapá-AP, Porto Velho-RR e Boa Vista-RO. A pesquisa se justifica pela importância de se descrever a variedade do português brasileiro falado na Amazônia brasileira e por contribuir para descrição linguística do português brasileiro (PB). Foram usados dados dos questionários fonético-fonológico (QFF) e semântico-lexical (QSL), instrumentos de coleta dos dados do Atlas Linguístico do Brasil (ALiB). Os dados foram transcritos a partir do uso do Transcriber e, em seguida, submetidos ao uso do programa de regra variável Varbrul que forneceu os pesos relativos úteis para a análise e reflexão linguística variacionista. Os grupos de fatores instituídos para a descrição e análise linguística do comportamento das médias pretônicas foram os seguintes: natureza da vogal tônica, distância entre a vogal tônica e pretônica, segmento do onset da pretônica, segmento do onset da sílaba seguinte, sexo, escolaridade, faixa etária e procedência do informante. Foram encontradas as variantes [i], [e] e [ɛ] para variável . Para encontrou-se [u], [o] e [ɔ]. Os resultados apontam [e] e [o] como as variantes mais frequentes no falar do Norte do país.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    A vogal média pretônica nas capitais da região norte do Brasil
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2016-03) DIAS, Marcelo Pires; OLIVEIRA, Marilúcia Barros de
    O presente artigo tem por objetivo descrever o comportamento da vogal média pretônica posterior com base no falar de informantes de seis capitais da região Norte do Brasil (Belém-PA, Manaus-AM, Rio Branco-AC, Macapá-AP, Porto Velho-RR e Boa Vista-RO). Foramusados dados dosquestionários fonético-fonológico (QFF) e semântico-lexical (QSL),instrumentosde coleta dosdados doAtlas Linguístico do Brasil (ALIB). Os dados foram transcritos a partir do uso do Transcribere,em seguida,processados por meiodo uso do programa de regra variávelVarbrulque forneceu os pesos relativos úteis para a análise e reflexão linguística variacionista. Os grupos de fatores instituidos paraadescrição e análise linguística do comportamento das médias pretônicasposteriores foram os seguintes: natureza da vogal tônica,distância entre a vogal tônica e pretônica,segmento do onset da pretônica, segmento do onset da sílaba seguinte, sexo, escolaridade, faixa etáriae procedência. A pesquisa se justifica pela importância de se descrever a variedade do português brasileiro falado na Amazônia brasileira e por contribuir para descrição linguística do português brasileiro(PB).
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