Navegando por Autor "FERNANDES, Rafael Monteiro"
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Tese Acesso aberto (Open Access) Avaliação dos efeitos decorrentes da exposição ao cloreto de alumínio sobre parâmetros motores, cognitivos e de estresse oxidativo em ratos(Universidade Federal do Pará, 2018-12-18) FERNANDES, Rafael Monteiro; LIMA, Rafael Rodrigues; http://lattes.cnpq.br/6791765554367432O alumínio (Al) é o terceiro metal mais abundante na crosta terrestre, estando presente em grandes quantidades no solo e na água, sua alta biodisponibilidade o torna um importante agente para o desequilíbrio ambiental. Al é considerado um agente neurotóxico e se acumula no sistema nervoso, sendo associado a várias doenças neurodegenerativas. Assim, este estudo investigou os efeitos da exposição crônica ao cloreto de alumínio (AlCl3) na cognição, comportamento motor e estresse oxidativo. Para isso, ratos Wistar adultos foram divididos em três grupos: Al1 (8,3 mg / kg / dia), Al2 (5,2 mg / kg / dia) e Controle (Água destilada) expostos por via oral por 60 dias. Após o período de exposição, parâmetros comportamentais, histológicos, de estresse oxidativo e quantificação dos níveis de alumínio no sangue foram realizados. Não houve alterações no comportamento motor, houve mudança em apenas um parâmetro exploratório e na cognição. Não foram encontradas diferenças na população de neurônios Purkinje entre os grupos experimentais. A exposição ao Al aumentou os níveis desse metal no sangue, alterando também os parâmetros da bioquímica oxidativa. Assim, podemos afirmar que a exposição ao Al em ratos em doses equivalentes à exposição urbana é capaz de promover a quebra da homeostase sanguínea, alterando o equilíbrio bioquímico do hipocampo, gerando um estado de estresse oxidativo e dano cognitivo, mas não sendo capaz de promover mudanças significativas. o cerebelo e os parâmetros motores.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Avaliação neurocomportamental da exposição crônica ao Mercúrio inorgânico na memória social e memória emocional de ratos wistar machos adultos(Universidade Federal do Pará, 2015-02-20) FERNANDES, Rafael Monteiro; SILVA, Márcia Cristina Freitas da; LIMA, Rafael Rodrigues; http://lattes.cnpq.br/3512648574555468O mercúrio inorgânico é facilmente absorvido por ingestão ou via cutânea. Entretanto, uma quantidade relativamente pequena de Hg2+ atravessa a barreira hematoencefálica ou as membranas biológicas, sendo em ratos adultos, o transporte axonal retrógrado a única via para a absorção de Hg2+ por neurônios, apresentando um forte potencial neurotóxico. Desta forma, o presente estudo objetivou investigar os efeitos da exposição crônica ao cloreto de mercúrio em memória social e emocional de ratos adultos. Para isso utilizou-se ratos Wistar, machos (n=40), com 5 meses de idade, distribuídos em dois grupos, um dos quais foi exposto ao Cloreto de Mercúrio (HgCl2) via oral, por gavagem intra-gástrica (0,375mg/Kg), durante 45 dias. O outro grupo, denominado grupo controle (n=20) recebeu água destilada por gavagem. Foram utilizados os seguintes testes comportamentais: teste do campo aberto, teste de reconhecimento social para avaliação de memória social; o Teste do Labirinto em T Elevado (LTE) foi usado para avaliar o aprendizado do estado de esquiva e as memórias de curta e longa-duração. Após a finalização dos testes, os animais foram sacrificados para a dosagem do mercúrio total no hipocampo e através de um Espectrofotômetro de Absorção Atômica. Os resultados revelaram que os animais submetidos à exposição ao cloreto de mercúrio não manifestaram déficits em atividade exploratória. Nos dados do Teste de Reconhecimento Social, observamos que não houve alteração em memória social. No teste do LTE, o grupo exposto ao HgCl2 necessitou de um número maior de exposições para aquisição do critério de esquiva (p<0,05) e apresentaram latência maior no braço aberto do aparato (p<0,05). Após 24 horas, verificou-se que os animais expostos passaram menos tempo no braço fechado em relação ao grupo controle, sugerindo déficits de memória de longa duração. Ao observar apenas o grupo HgCl2, percebeu-se uma melhora no reteste, indicando preservação na memória de curta duração. Os dados de espectrometria de absorção atômica mostraram uma maior deposição de mercúrio no hipocampo de animais intoxicados, em relação aos animais do grupo controle.
