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Navegando por Autor "FERREIRA, Vivianne Cristinne Marinho Freitas"

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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Atividade alelopática de substâncias químicas isoladas do Capim-Marandu e suas variações em função do pH
    (2008) SANTOS, Lourivaldo da Silva; SANTOS, Josiane Cristina Lucas dos; SOUZA FILHO, Antonio Pedro da Silva; CORRÊA, Marivaldo José Costa; VEIGA, Thiago Andre Moura; FERREIRA, Vivianne Cristinne Marinho Freitas; FERREIRA, Isabel Cristina Serrão; GONÇALVES, Nelson Santos; SILVA, Carlos E. da; GUILHON, Giselle Maria Skelding Pinheiro
    Este trabalho teve por objetivos isolar, identificar e caracterizar a atividade alelopática de substâncias químicas produzidas pela Brachiaria brizantha cv. Marandu e determinar as variações na atividade dessas substâncias em função da variação do pH da solução. A atividade alelopática foi realizada em bioensaios de germinação e desenvolvimento da radícula e do hipocótilo, utilizando as plantas daninhas malícia (Mimosa pudica) e mata-pasto (Senna obtusifolia) como receptoras. Os efeitos do pH foram analisados na faixa de 3,0 a 9,0. Os triterpenos pentacíclicos friedelina e epifriedelinol isolados da parte aérea de B. brizantha apresentaram baixa atividade inibitória na germinação de sementes e no desenvolvimento da radícula e do hipocótilo das duas plantas daninhas. As duas substâncias apresentaram comportamento diferenciado em relação à variação do pH da solução, com inibições mais marcantes em relação à planta daninha mata-pasto.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação escolar de alunos autistas: um estudo sobre a relação escola-família em uma instituição pública de ensino do município de Belém - Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2015-06-30) FERREIRA, Vivianne Cristinne Marinho Freitas; PAIXÃO, Carlos Jorge; http://lattes.cnpq.br/5926523492011056
    O presente trabalho teve como objetivo analisar o processo de construção da avaliação de aprendizagem escolar do aluno autista, sob a perspectiva da relação escola-família. Para alcançar este objetivo, foram levantadas informações, através de entrevistas com os sujeitos, que foram quatro professores e três responsáveis dos alunos com autismo de uma escola pública municipal de Belém do Pará. Os dados obtidos por meio das entrevistas, em conjunto com o balanço da produção científica sobre avaliação no Brasil, constituíram o material a ser analisado e interpretado. Os resultados apontam que os professores procuram realizar uma avaliação formativa, e que buscam estratégias avaliativas que favoreçam a percepção da evolução da aprendizagem dos seus alunos, com o uso de instrumentos diversificados. No entanto, a avaliação da aprendizagem realizada na escola Azul sofre prejuízo primeiramente pelo fato dos professores de sala regular não receberem uma formação adequada, que deveria ser ofertada pela SEMEC – PA, para trabalhar com este público, o que contraria as prescrições dos documentos oficiais. As mães entrevistadas pouco ou nada conhecem do processo avaliativo ao qual o seu filho é submetido. As mães e professores dos alunos autistas relataram perceber os avanços no desenvolvimento de seus filhos no aspecto social, da linguagem, do comportamento e em alguns fatores pedagógicos. Quanto à relação família e escola, duas das três mães entrevistadas compreendem a participação na escola como um aspecto pedagógico e político, onde a sua presença auxilia no processo de aprendizagem do filho, seja através do compartilhamento de informações sobre a criança, seja através da luta para que os direitos de seu filho sejam garantidos. No entanto, as professoras relataram que a participação da família na escola se dá principalmente através da sala de recursos multifuncionais, que é de onde as mesmas obtêm informações a respeito de seus alunos. Os sujeitos entrevistados apontaram a necessidade de formações continuadas que abordem a temática do autismo para que os professores possam se apropriar deste conhecimento e, assim, auxiliar nas suas práticas escolares. Os professores também sugerem que seja feita uma maior parceria da escola com a família para que a aprendizagem do aluno seja favorecida, pois este conhecimento a respeito da realidade do aluno autista irá auxiliar este profissional, fazendo com que atue com mais respeito e responsabilidade.
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