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Navegando por Autor "FIGUEIRA, Renata Almeida"

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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Compreendendo as diferenças de gênero a partir de interações livres no contexto escolar
    (2010-04) MENEZES, Aline Beckmann de Castro; BRITO, Regina Célia Souza; FIGUEIRA, Renata Almeida; BENTES, Tatiana Frazão; MONTEIRO, Eline Freire; SANTOS, Marina Cunha
    Para a Psicologia Evolucionista as diferenças de gênero existentes nas brincadeiras resultam de influências culturais que interagem com uma pré-disposição selecionada na espécie. Objetivou-se investigar se tais diferenças seriam compatíveis com dimorfismo sexual descrito na literatura da área. Setenta e três alunos entre seis e sete anos de uma escola particular foram filmados em quatro sessões de 30 minutos de recreio. Contabilizou-se a freqüência dos comportamentos e os pares com que ocorriam. Posteriormente, 21 crianças foram entrevistadas sobre suas brincadeiras prediletas e suas classificações de brincadeiras segundo o gênero. Pôde-se observar que ambos os sexos participam de atividades similares, mas em interações intra-sexuais. Além disso, observaram-se diferenças topográficas na forma de brincar, de acordo com o sexo. Nas entrevistas, como previa a literatura, foram registradas diferenças entre o relatado e o observado, indicando maior influência cultural sobre o conteúdo relatado.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Punição: uma replicação sistemática de skinner (1938)
    (Universidade Federal do Pará, 2015-03-06) FIGUEIRA, Renata Almeida; MAYER, Paulo César Morales; http://lattes.cnpq.br/5360949596306254; CARVALHO NETO, Marcus Bentes de; http://lattes.cnpq.br/7613198431695463
    Skinner (1938) produziu um conjunto de dados que o levaram a concluir que os efeitos da punição sobre a probabilidade de resposta seriam apenas indiretos. No principal experimento realizado na ocasião, os efeitos supressivos iniciais da punição (tapas na pata dos ratos) desapareciam após a segunda sessão de extinção. Esse dado é utilizado até hoje como uma prova a favor da interpretação assimétrica da punição. O presente estudo é uma replicação sistemática de Skinner (1938) com quatro manipulações: (a) uso do choque elétrico como estímulo aversivo; (b) adoção de 10 sessões em linha de base; (c) a adoção de 5 sessões de extinção; (d) introdução de um grupo acoplado com choque não contingente. Foram realizados dois experimentos, A e B. No Experimento A, 20 ratos foram divididos igualmente em dois grupos, grupo punido (1PUN) e grupo controle (1CON). Foram submetidos a uma sessão de treino ao comedouro e modelagem, três sessões de fortalecimento em FI-4min, todas com duração de 60 min. Posteriormente, duas sessões de extinção de 120 minutos. Para 1PUN, sobreposta à extinção e nos primeiros 10 minutos da primeira sessão de extinção, cada resposta de pressão à barra produziu a liberação de um choque elétrico. No Experimento B, 30 ratos foram divididos igualmente em três grupos: grupo punido (2PUN), grupo controle (2CON) e grupo acoplado (2ACO). Foram submetidos a uma sessão de treino ao comedouro e modelagem, três sessões de fortalecimento em FI-4min, todas com duração de 60 min. Posteriormente os sujeitos passaram por cinco sessões de extinção de 60 minutos. Para 2PUN, sobreposta à extinção e nos primeiros 10 minutos da primeira sessão de extinção, cada resposta de pressão à barra produziu a liberação de um choque elétrico. Para 2ACO os choques eram administrados de acordo com o momento em que seus pares do grupo punição os recebiam. Durante todas as sessões foi registrado o número de pressões a barra por minuto e, na análise, comparou-se o tratamento de dados de Skinner (1938) com os de Boe e Church (1967) intergrupo e intragupo. Os resultados mostraram que não houve recuperação do responder após suspensão da contingência de punição com os controles adicionados, o que sugere que é possível produzir efeitos duradouros em contextos de punição desde que alguns cuidados metodológicos sejam adotados.
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