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Navegando por Autor "FONSECA, Adivaldo Henrique da"

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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Detecção sorológica e molecular de Anaplasma marginale em búfalos na Ilha de Marajó, Pará
    (2014-01) SILVA, Jenevaldo Barbosa da; LOPES, Cinthia Távora de Albuquerque; SOUSA, Melina Garcia Saraiva de; GIBSON, André Felipe Bagarrão; VINHOTE, Wagner Marcelo de Souza; FONSECA, Adivaldo Henrique da; ARAÚJO, Flábio Ribeiro de; BARBOSA NETO, José Diomedes
    O objetivo do estudo foi testar a prevalência sorológica e molecular de Anaplasma marginale em búfalos do municipio de Soure, Ilha de Marajó, estado do Pará, Brasil. Para a pesquisa sorologica foram selecionados randomicamente 800 animais e para a pesquisa molecular 50 destes animais foram aleatoriamente escolhidos. Para quantificar a prevalência sorológica utilizou-se o ensaio de imunoadsorção enzimático indireto (iELISA) com antígeno total contendo proteínas de superfície externa e para quantificar a prevalência molecular utilizou-se a reação em cadeia da polimerase (PCR), envolvendo a amplificação de fragmento gênico da proteína de superfície maior 5 (MSP5). A prevalência de animais positivos no ELISA para A. marginale foi de 25% (200/800). Na PCR foi detectada a presença de A. marginale em 2% (1/50) dos animais. Embora apenas um animal tenha sido positivo na PCR, observou-se que o mesmo foi negativo no ELISA. A presença do agente, mesmo em baixa prevalência, mostra que os bubalinos podem funcionar como um importante reservatório desse patógeno para os rebanhos bovinos da região norte do Brasil.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Detection of anti-Borrelia burgdorferi antibodies in buffaloes (Bubalus bubalis) in the state of Pará, Brazil
    (Universidade Federal do Pará, 2012-09) CORRÊA, Fabíola do Nascimento; TEIXEIRA, Rafaella Câmara; OLIVEIRA, Carlos Magno Chaves; BARBOSA NETO, José Diomedes; FONSECA, Adivaldo Henrique da
    Este estudo teve como objetivo investigar a frequência de anticorpos homólogos da classe IgG contra Borrelia burgdorferi em búfalos do estado do Pará. Amostras de soro de 491 búfalos foram analisadas por meio do teste ELISA indireto, utilizando antígeno bruto produzido a partir do cultivo da cepa norte americana G39/40 de B. burgdorferi. Foram encontrados 412 soros positivos (83,91%), não havendo diferença estatística significativa entre os 81,69% (232/284) animais positivos provenientes da Ilha de Marajó e os 86,96% (180/207) da base continental do estado do Pará. Em todos os municípios estudados os animais apresentaram frequência de anticorpos contra B. burgdorferi, com positividade variando de 63,6% a 92,9%. O alto número de soropositivos pode ser explicado pela frequente presença do carrapato Rhipicephalus (Boophilus) microplus e pela possível existência de espiroquetas do gênero Borrelia infectando búfalo na região estudada, embora novos estudos sejam necessários para a confirmação desta relação. Estes fatos sugerem reação cruzada entre a cepa americana G39/40 de B. burgdorferi utilizada como substrato antigênico e a espécie de Borrelia spp. que possivelmente infecta bubalinos no estado do Pará.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Freqüência de anticorpos homólogos anti-Borrelia burgdorferi em eqüinos na mesorregião metropolitana de Belém, Estado do Pará
    (2009-03) GALO, Katiany Rocha; FONSECA, Adivaldo Henrique da; MADUREIRA, Renata Cunha; BARBOSA NETO, José Diomedes
    Espiroquetas transmitidas por carrapatos são microrganismos de ampla distribuição geográfica e acometem animais silvestres, domésticos e seres humanos. Procedeu-se a análise sorológica de 300 soros de eqüinos onde 58 animais eram do município Ananideua, 61 eram de Belém, 131 de Castanhal e 50 eram do município de Santa Izabel do Pará para Borrelia burgdorferi através do teste ELISA indireto. Não foram observadas diferenças significativas (P < 0,05) entre os municípios, nem quanto à raça, sexo e função dos animais. Um total de 80 (26,7%) animais foram positivos para B. burgdorferi com os títulos de 1:800, 72 (90%) eqüinos; 1:1.600, 6 (7,5%) eqüinos; e 1:3.200, 2 (2,5%) eqüinos. Os resultados observados foram similares aos descritos nos EUA, onde foram relatadas freqüências de soropositivos variando entre 7 e 75% em eqüinos assintomáticos. A presença de anticorpos homólogos contra B. burgdorferi em eqüinos na mesorregião metropolitana de Belém é indicativo da ampla distribuição do agente e da possibilidade de ocorrerem casos humanos deste agente na região.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Frequency of antibodies to Babesia bigemina, B. bovis, Anaplasma marginale, Trypanosoma vivax and Borrelia burdgorferi in cattle from the northeastern region of the state of Pará, Brazil
    (2008-06) GUEDES JUNIOR, Daniel da Silva; ARAÚJO, Flábio Ribeiro de; SILVA, Fábio Jorge Moreira da; RANGEL, Charles Passos; BARBOSA NETO, José Diomedes; FONSECA, Adivaldo Henrique da
    A babesiose, a anaplasmose e a tripanossomose são enfermidades relevantes, potencialmente causadoras de morbidade em bovinos, levando a perdas econômicas. A borreliose assume importância como zoonose potencial. O objetivo desse estudo foi determinar, por meio do ensaio de imunoadsorção enzimática (ELISA), a freqüência de anticorpos para Babesia bigemina, B. bovis, Anaplasma marginale, Trypanosoma vivax e Borrelia burgdorferi em bovinos da região nordeste do Estado do Pará, Brasil. Amostras de soro de 246 vacas dos municípios de Castanhal e São Miguel do Guamá foram usadas. ELISAs com antígeno bruto foram utilizados para detector anticorpos contra todos os agentes, exceto para A. marginale, para o qual um ELISA indireto com proteína principal de superfície 1a (MSP1a) foi usado. As freqüências de bovinos soropositivos foram: B. bigemina - 99,2%; B. bovis - 98,8%; A. marginale - 68,3%; T. vivax - 93,1% and B. burgdorferi -54,9% As freqüências de bovinos soropositivos para B. bovis e B. bigemina sugerem uma alta taxa de transmissão desses organismos por carrapatos, na região estudada, a qual pode ser classificada com sendo de estabilidade enzoótica para os hemoparasitos. A baixa freqüência de bovinos soropositivos para A. marginale pode ser atribuída a uma menor sensibilidade do ELISA com antígeno recombinante, ou uma menor taxa de inoculação da riquétsia pelos carrapatos, quando comparada àquelas observadas para Babesia sp. A alta freqüência de bovinos soropositivos para T. vivax indica que esse hemoprotozoário é prevalente em rebanhos do nordeste do Estado do Pará. O percentual de animais com anticorpos homólogos para B. burgdorferi indica a presenças deste espiroquetídeo transmitido por carrapatos na população de bovinos da região estudada.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Prevalência de anticorpos anti-Toxoplasma gondii em búfalos (Bubalus bubalis) no estado do Pará
    (2013-05) SILVA, Jenevaldo Barbosa da; FONSECA, Adivaldo Henrique da; ANDRADE, Stefano Juliano Tavares de; SILVA, André Guimarães Maciel e; OLIVEIRA, Carlos Magno Chaves; BARBOSA NETO, José Diomedes
    O objetivo do estudo foi conhecer a prevalência sorológica de Toxoplasma gondii em búfalos (Bubalus bubalis) do Estado do Pará, Brasil. Foram selecionados randomicamente 319 bubalinos distribuídos em sete municípios da Ilha do Marajó. Para efeito comparativo também foram avaliados 128 bubalinos pertencentes a cinco municípios do Estado do Pará. A prevalência sorológica de Toxoplasma gondii foi avaliada pelo Ensaio de Imunoadsorção Enzimático Indireto (iELISA). As amostras diagnósticadas como positivas no iELISA foram submetidas a Reação de Imunofluorescência Indireta (RIFI). Foram avaliados os fatores de risco: localidade, raça, gestação, co-infecção por Brucella abortus e co-infecção por Mycobacterium bovis. As frequências de animais positivos no iELISA para T. gondii foram comparadas pelo teste de Qui-quadrado (χ2) com 95% de confiabilidade. As variáveis com p<0,2 foram submetidos à análise de regressão logística, sendo o modelo construído baseado no teste da "odds ratios". A prevalência de T. gondii observada no iELISA foi de 41,6% (186/447). Na RIFI, 86,5% (161/186) das amostram positivas no iELISA tiveram sua positividade para T. gondii confirmada. A prevalência média nos municípios da Ilha do Marajo e do Continente foi de 32% (103/319) e 55% (70/128), respectivamente. Os municípios que apresentaram as maiores prevalências foram Soure (53%) e Salvaterra (49%) na Ilha do Marajó e Castanhal (55%) e Tailândia (50%) no Continente. Os fatores de risco raça e co-infecção por Brucella abortus ou Mycobacterium bovis não influenciaram na prevalência de T. gondii. Além disso, animais gestantes foram 57% mais positivos para T. gondii do que animais não gestantes. A circulação de anticorpos é um indicativo da presença do agente da toxoplasmose em búfalos no Estado do Pará. Esses achados representam um risco não apenas para os animais de produção, mas à saúde pública, como uma fonte de infecção.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Prevalência sorológica e molecular de Babesia bovis e Babesia bigemina em búfalos (Bubalus bubalis) na Ilha de Marajó, Pará
    (2013-07) SILVA, Jenevaldo Barbosa da; LOPES, Cinthia Távora de Albuquerque; PINHEIRO, Cleyton Prado; LIMA, Danillo Henrique da Silva; SILVA, Roberto S. L.; FONSECA, Adivaldo Henrique da; ARAÚJO, Flábio Ribeiro de; BARBOSA NETO, José Diomedes
    O objetivo do estudo foi testar a prevalência sorológica e molecular de Babesia bovis e Babesia bigemina em búfalos da Ilha de Marajó, Pará. Foi utilizado ensaio de imunoadsorção enzimático indireto (iELISA) com antígeno total contendo proteínas de superfície externa e reação em cadeia da polimerase (qPCR), envolvendo o uso de SYBR Green com base na amplificação de um pequeno fragmento de gene do citocromo b. A prevalência de animais positivos no ELISA para B. bovis, B. bigemina e para infecção mista foi de 24.87% (199/800), 20.75% (166/800) e 18.75% (150/800), respectivamente. Na PCR foi detectado a presença de B. bovis em 15% (18/199) e de B. bigemina em 16% (19/199) dos animais, sendo que destes, 58% (11/19) apresentavam-se co-infectados pelos dois agentes. Os resultados mostram uma baixa prevalência de anticorpos anti-B. bovis e anti-B. bigemina em búfalos da Ilha do Marajó. Porém, observou-se que os agentes da babesiose bovina circulam em búfalos, podendo estes atuar como reservatórios.
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