Navegando por Autor "FRAIHA NETO, Habib"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Fauna anofélica da cidade de Belém, Pará, Brasil: dados atuais e retrospectivos(2006-08) SILVA, Ana de Nazaré Martins da; FRAIHA NETO, Habib; SANTOS, Carla Christiani Bastos dos; SEGURA, Maria de Nazaré de Oliveira; AMARAL, Jane Cristina de Oliveira Faria; GORAYEB, Inocêncio de Souza; LACERDA, Raimundo Nonato da Luz; SUCUPIRA, Izis Mônica Carvalho; PIMENTEL, Leôncio Nazaré; CONN, Jan E.; PÓVOA, Marinete MarinsRelato de coletas de anofelinos realizadas em Belém, Pará, Brasil, de 1995 a 2004, comparando os dados obtidos com os de levantamentos anteriores, feitos a partir da década de 1930. Nesses, vinte espécies haviam sido identificadas: Anopheles albitarsis s.l., An. aquasalis, An. argyritarsis, An. braziliensis, An. darlingi, An. eiseni, An. evansae, An. galvaoi, An. intermedius, An. kompi, An. mediopunctatus, An. nimbus, An. nuneztovari, An. oswaldoi, An. peryassui, An. punctimacula, An. shannoni, An. strodei, An. thomasi e An. triannulatus. Sete (An. argyritarsis, An. eiseni, An. galvaoi, An. kompi, An. nimbus, An. punctimacula e An. thomasi) não são agora registradas. A permanência de tantas outras espécies provavelmente decorre da preservação de áreas de mata no âmbito urbano. Duas delas são consideradas de importância vetorial (An. darlingi e An. aquasalis). Esta última continua sendo a de maior densidade nas coletas (46,26% dos adultos e 99,21% das larvas) e é a única registrada em todos os distritos administrativos. Existe, portanto, risco potencial de transmissão de malária em todo o município.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Filariose linfática em Belém, Estado do Pará, Norte do Brasil e a perspectiva de eliminação(Universidade Federal do Pará, 2005-04) FONTES, Gilberto; FRAIHA NETO, Habib; ROCHA, Eliana Maria Mauricio da; BRAUN, Reinaldo F.; VIEIRA, João Batista F.; PADILHA, Saturnino S.; ROCHA, Raimundo CândidoCom o objetivo de caracterizar a situação epidemiológica da filariose linfática em Belém-PA foram analisados dados dos inquéritos hemoscópicos de 1951 a 2003. As informações do período de 1951 a 1994 foram coletadas de relatórios disponibilizados pela Fundação Nacional de Saúde. Os dados de 1995 a 2003 foram obtidos através de inquéritos realizados em 62 bairros, dos oito distritos administrativos da cidade. Observou-se uma queda apreciável ao longo dos anos nos índices de microfilarêmicos. As percentagens de parasitados nas décadas de 1950, 1960, 1970, 1980 e 1990, foram respectivamente: 8,2%, 2,6%, 0,7%, 0,16% e 0,02%. Em 2001, foi diagnosticado um único microfilarêmico, interrompendo uma série de dois anos sem registro de exames positivos na cidade. Em 2002 e 2003, inquéritos hemoscópicos e entomológicos foram realizados, simultaneamente, não sendo detectados indivíduos microfilarêmicos ou mosquitos infectados. Para manter essa tendência, medidas de vigilância devem ser observadas, a fim de detectar e tratar precocemente pacientes, para evitar o risco de ressurgimento dos focos, aparentemente já controlados.
