Navegando por Autor "GEISE, Elane Guerreiro"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Choledocystus elegans (Digenea: Plagiorchiidae) of Leptodactylus paraensis (Amphibia: Leptodactylidae) from the Brazilian Amazon(Universidade Federal do Pará, 2017-12) GOMES, Tássia Fernanda Furo; MELO, Francisco Tiago de Vasconcelos; GEISE, Elane Guerreiro; FURTADO, Adriano Penha; SANTOS, Jeannie Nascimento dosOs trematodas são parasitas de vários grupos de vertebrados incluindo os anfíbios, contudo o que se conhece sobre a taxonomia destes parasitas ainda é confusa. O trematoda Choledocystus elegans foi encontrado no intestino delgado de Leptodactylus paraensis na Amazônia oriental e apresenta as seguintes características: vários espinhos pontiagudos no tegumento, papilas nas bordas externa e interna das ventosas orais e ventrais, bolsa do cirro bem desenvolvida contendo um cirro desenvolvido, testículos oblíquos, ovário destro, alças uterinas que se estendem entre os testículos, folículos vitelínicos distribuída por toda a lateral do corpo, começando ao nível do poro genital e cecos intestinais chegando até a região posterior do corpo do helminto. Pela primeira vez, este estudo identificou C. elegans parasitando L. paraensis e descreve aspectos morfológicos nunca caracterizados usando microscopia de luz comum e eletrônica de varredura.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Gnathostomatidae nematode parasite of Colomesus psittacus (Osteichthyes, Tetraodontiformes) in the Ilha de Marajó, Brazilian Amazon(Universidade Federal do Pará, 2017-09) PINHEIRO, Raul Henrique da Silva; SANTANA, Ricardo Luis Sousa; MELO, Francisco Tiago de Vasconcelos; SANTOS, Jeannie Nascimento dos; GEISE, Elane GuerreiroO gênero Gnasthostoma é composto por 17 espécies, sendo reportado o caráter zoonótico para algumas. Este trabalho descreve a presença de nematoide da família Gnathostomatidae, parasito do trato digestório de Colomesus psittacus, na Ilha de Marajó, Amazônia oriental brasileira, transportados para o laboratório, necropsiados os helmintos colhidos e fixados. Dos 30 animais analisadas 16,67% estavam parasitados por nematoides. As larvas de nematoides foram encontradas encistadas na serosa intestinal, apresentam na região anterior dois lábios com duas papilas cada, bulbo cefálico armado de 6 fileiras de espinhos descontínuos, quatro sacos cervicais, esôfago claviforme, estrias cuticulares ao longo do corpo, abertura anal simples, cauda curta, terminando em um mucron. A junção de todos esses caracteres morfológicos, são características diagnósticas para gênero Gnathostoma. Os indivíduos adultos são parasitos de estômago de mamíferos carnívoros e raramente de peixes, porém peixes, anfíbios, répteis e aves atuam como hospedeiros intermediários das larvas (L3) e o homem pode atuar como hospedeiro acidental.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Histopathologic aspects in Plagioscion squamosissimus (HECKEL, 1940) induced by Neoechinorhynchus veropesoi, metacestodes and anisakidae juveniles(Universidade Federal do Pará, 2014-06) MELO, Francisco Tiago de Vasconcelos; RODRIGUES, Rogério Antonio Ribeiro; GEISE, Elane Guerreiro; GARDNER, Scott Lyell; SANTOS, Jeannie Nascimento dosPlagioscion squamosissimus (Heckel, 1840) é uma espécie de peixe endêmico da Bacia Amazônica e comumente conhecido como “pescada branca” e é de extrema importância ambiental e comercial no Estado do Pará. O estudo das relações parasito-hospedeiro são importantes para a compreensão do papel dos parasitas no ambiente. O presente trabalho descreve aspectos histopatológicos causados por helmintos intestinais e cavitários encontrados parasitando P. squamosissimus de Belém, PA. As larvas da família Anisakidade e metacestóides (Proteocephalidae) (ambos prevalência de 100%) encontravam-se recobertas por uma cápsula de tecido conjuntivo do hospedeiro, sendo observada fraca reação inflamatória para larvas de Anisakidae, no entanto observou-se que metacestoides embebidos na muscular interna apresentaram um infiltrado inflamatório. Neoechinorhynchus veropesoi (prevalência de 38%) encontrava-se embebido na camada muscular interna do intestino, induzindo reação inflamatória mais intensa. Estudos evidenciando as reações histopatológicas em peixes são raros, no entanto são de extrema importância para a compreensão das relações parasito-hospedeiro.
