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Navegando por Autor "GOMES, Geise do Socorro Lima"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Análise de documentos que compõem as noções acerca das práticas de "exploração de trabalhadores rurais": um estudo genealógico
    (Universidade Federal do Pará, 2011) GOMES, Geise do Socorro Lima; LEMOS, Flávia Cristina Silveira; http://lattes.cnpq.br/8132595498104759
    Este trabalho apresenta uma análise genealógica foucaultiana das práticas discursivas e de poder dirigidas a trabalhadores, sobretudo, rurais, que constituirão o objeto ―trabalho escravo‖. Partimos das diferentes nomenclaturas que são utilizadas para descrever as práticas de exploração dos trabalhadores, no Brasil, para darmos visibilidade aos diferentes campos de luta que se materializam na objetivação e subsequente subjetivação desses trabalhadores. Trabalhamos com a hipótese de que existe nesse jogo de poder-saber disputas que implicam em práticas de governamentalização e de mecanismos biopolíticos disparados por diversos segmentos que são convidados a arbitrar sobre a vida das pessoas, por meio do âmbito do trabalho. Cada nomenclatura assim, ocuparia uma posição estratégica, afim de ―defender‖, ―representar‖, o lugar de saber do qual fala. Essas disputas culminam na produção de documentos, dentre os quais alguns foram escolhidos para serem analisados nesse trabalho dissertativo. São documentos de âmbito internacional e nacional, a fim de que fosse problematizada essas práticas em dois níveis, já que percebe-se que ambos se interpolam e por vezes se completam na criação de estratégias e táticas agenciadas para o cuidado e gestão dos trabalhadores. Assim, verificou-se por meio de séries recortadas ao longo dos documentos que cresce uma demanda cada vez maior de pedido de punição aos considerados culpados em realizar as práticas de exploração, e dentre outras séries levantadas, há uma ampliação de um complexo tutelar, que começa a ser incentivado para o controle e vigilância dos trabalhadores, estimulados por organismos internacionais como a Organização Internacional do Trabalho, e outros movimentos e grupos da sociedade civil, que ajudam na produção de políticas públicas que muitas vezes acabam funcionando como uma forma de controlar os riscos a que possivelmente esses trabalhadores estejam submetidos, utilizam-se da estatística para justificar suas intervenções. Tem-se verificado, portanto, que um paradoxo de biopoder atravessa essas práticas, inserindo-as em um campo de gestão e controle da vida, onde se questiona se de fato os direitos e a dignidade humana dessas pessoas são levadas em consideração ou apenas ocupam um lugar dentro do campo dos acontecimentos possíveis que devem ser controlados por práticas de governamentalidade? Finalizamos tentando articular essas questões à produção de nomes utilizados para descrever as práticas de exploração dos trabalhadores, inserindo-os em estratégias de governo da população.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Dispositivo-formação em psicologia: processos medicalizantes, silenciamentos, diferenças
    (Universidade Federal do Pará, 2017-04-07) GOMES, Geise do Socorro Lima; GALINDO, Dolores Cristina Gomes; http://lattes.cnpq.br/6781116835399339; LEMOS, Flávia Cristina Silveira; http://lattes.cnpq.br/8132595498104759
    A finalidade dessa pesquisa consistiu em analisar de que modo se constitui o dispositivo-formação em psicologia a partir de documentos que engendram as relações de saber, poder e subjetivação incitando práticas medicalizantes. Desdobramos esse objetivo nas seguintes questões norteadoras: Que condições de possibilidades permitiram a construção do Projeto Político Pedagógico do Curso de Psicologia da Universidade Federal do Pará do ano de 2010 de modo a operar práticas medicalizantes? Por meio de quais dispositivos de poder-saber estas práticas se materializam enquanto biopoder na formação do/a psicólogo/a? Que forças circulantes operam pelo projeto e no projeto compondo saberes apresentados como importantes para o exercício da profissão de psicólogo/a, de pesquisador e professor em psicologia? Como a produção da diferença se evidencia nessa proposta curricular de 2010 como resistência aos processos de medicalização? Esta tese partiu da consideração de que na medida em que o currículo é uma multiplicidade assevera-se que dentre os diversos elementos que o compõem e o fazem operar há elementos medicalizantes em desníveis discursivos, sendo produzidos por esse currículo de psicologia da UFPA, e que essas práticas medicalizantes funcionam como um filtro de controle redutor nos processos das práticas de produção da diferença. Esse currículo é apreendido, portanto, como uma estratégia de saber-poder-subjetivação que põe em funcionamento um dispositivo de formação evidenciando uma lógica medicalizante dentro do mecanismo de biopoder, uma vez que são acionados tanto recursos, táticas, estratégias, saberes que são produtores de modos de subjetivação desse sujeito que se pretende formar, quanto em níveis políticos mais amplos, de governo da população, inserindo a análise da formação do psicólogo dentro das estratégias de governamentalidade sublinhadas pelas políticas de educação desenvolvidas no Brasil. O referencial teórico-metodológico utilizado para perscrutar esses objetivos concentrou-se na produção teórica arquegenealógica do pensador francês Michel Foucault, utilizando como principais operadores analíticos os conceitos de: dispositivo, saber, poder, governamentalidade, norma, medicalização. Na temática do currículo, alinhamos esse referencial aos estudos curriculares que tomam essa mesma perspectiva como disparador analítico, tais como encontramos nos autores: Veiga-Neto, Silvio Gallo, Sandra Corazza, Tomaz Tadeu e Thomas Popkewitz. O estudo se pautou em análise documental proveniente de documentos de domínio público e documentos produzidos a partir de rodas de conversas e entrevistas individuais. Conclui-se que a formação em psicologia atuando na configuração de um dispositivo tem seus pontos de sedimentação, mas também lugares de fraturas. Desse modo, reverbera na formação em psicologia da UFPA, elementos heterogêneos que durante a história da formação das psicologias no Brasil pontuaram e atualizaram práticas medicalizantes. Na multiplicidade das relações de poder essas práticas também são questionadas, ampliando o foco das práticas médicas para as práticas da psicologia dentro do campo das governamentalidades. Contudo, um dos efeitos redutores dos processos de diferença nessa formação na UFPA tem sido visualizado na pouca incidência dada aos aspectos regionais, que poderiam trazer a especificidade da produção de conhecimento a ser desenvolvida na Região Amazônica.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Tramas, redes e escafandristas: notas sobre a educação e o comum na pesquisa em Psicologia
    (Universidade Federal do Pará, 2016-08) SANTOS, Daniele Vasco; LEMOS, Flávia Cristina Silveira; GOMES, Geise do Socorro Lima; GALINDO, Dolores Cristina Gomes
    O presente artigo visa refletir teoricamente sobre as dimensões do plano da experiência do comum na pesquisa por meio da composição de tramas que favorecem agenciamentos coletivos de saberes, poderes e subjetividades. A busca por intercessores e formação de redes possibilita inventar e politizar as relações, os corpos, pensar a produção da verdade, encarnada e atravessada por afetos. Os saberes são legados partilhados e resultam dos encontros potentes entre conversas e perguntas, na trama das forças heterogêneas e múltiplas que os constituem. Transversalizar e multiplicar os intercessores pela prática transdisciplinar implica ampliar perspectivas, fazer deslizar os lugares institucionais e subjetivos para desnaturalizar práticas cristalizadas e produzir novas histórias colaborativas entre pesquisadores e docentes, na Psicologia e na educação.
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