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Navegando por Autor "KATO, Valdenira de Jesus Oliveira"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Imunoexpressão da proteína PTEN em amostras de carcinoma epidermoide bucal e sua correlação com características clínico-patológicas e sobrevida
    (Universidade Federal do Pará, 2016-06-03) KATO, Valdenira de Jesus Oliveira; PONTES, Hélder Antônio Rebelo; http://lattes.cnpq.br/8076555757131891; BURBANO, Rommel Mario Rodriguéz; http://lattes.cnpq.br/4362051219348099
    O Carcinoma de Células Escamosa Oral (CCEO) é a neoplasia maligna mais comum que afeta a cavidade oral, sendo responsável por mais de 90% dos casos diagnosticados neste sítio anatômico. Apesar dos recentes avanços no tratamento, a taxa de sobrevivência de 5 anos ainda gira em torno de 30-50%. Mecanismos moleculares que esclarecem a agressividade de lesões ajudam na identificação de quimioterápicos que possam ser utilizados para melhorar a taxa de sobrevida. O objetivo deste estudo foi investigar a imunoexpressão da proteína PTEN através da técnica de imuno-histoquímica (IHC) em amostras de pacientes com carcinoma epidermoide de boca (CEB) e relacioná-la com características clínico-patológicas, grau histológico e sobrevida e, ao lado disso, avaliar a presença de deleção alélica através da técnica de FISH. Nossos resultados mostraram que em um total de 119 casos de carcinoma epidermoide, 31 casos foram negativos para expressão de PTEN e 88 casos foram positivos, sendo 15 (17,05%) bem diferenciados, 43 (48,86%) moderadamente diferenciados e 30 (34,09%) pouco diferenciados. Considerando as características clinico-patológicas não foram encontradas correlações estatísticas significantes com a expressão de PTEN por IHC. Em relação à sobrevida foi observado que pacientes com infiltração linfononal (N) = 2 ou 3 cm tem risco 4 vezes maior de ir a óbito do que um paciente com N = 0 ou 1 cm. Por fim, houve associação significativa entre expressão por IHC negativa e o resultado da técnica de FISH no que diz respeito a deleção e entre expressão por IHC positiva e o resultado da técnica de FISH não deletado.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Significado da expressão de p16INK4A e da perda de heterozigosidade do gene PTEN no carcinoma epidermóide bucal relacionado ao papilomavírus humano
    (Universidade Federal do Pará, 2023-06) KATO, Valdenira de Jesus Oliveira; ALCÂNTARA, Diego Di Felipe Ávila; http://lattes.cnpq.br/1794240697748468; https://orcid.org/0000-0001-5045-2265; BURBANO, Rommel Mario Rodríguez; http://lattes.cnpq.br/4362051219348099; https://orcid.org/0000-0002-4872-234X
    Os genes p16 e PTEN fazem parte da família dos genes supressores de tumor comumente associados à inativação de uma variedade de cânceres humanos. A perda de sua expressão tem sido estudada mundialmente no Carcinoma Epidermóide Bucal (CEB). Neste estudo, avaliou-se a hipótese de que p16 coopera com PTEN inativo durante a patogênese do CEB, especialmente na agressividade e proliferação do tumor. Para tanto, utilizou-se 119 amostras de CEB nas quais foram avaliadas a relação entre a infecção por HPV, a expressão de p16 e mutações em PTEN através das técnicas de imunohistoquímica (IHC), western blot e imunofluorescência e sequenciamento. Os resultados deste estudo demonstraram que PTEN possui alta positividade em pacientes com tumor de tamanho mais avançado (p <0,01) e metástase linfonodal (p = 0,02). A análise estatística evidenciou que a expressão de p16 foi fortemente associada à presença de HPV (p <0,0001), mas que sua expressão aberrante não está relacionada com PTEN alterado (p=0.52). Observou-se também que 60% das amostras em estágio IV (estágio avançado do tumor) estavam estatisticamente associadas a presença de mutação. Conclui-se que PTEN e p16 são genes supressores que controlam a progressão tumoral. No estudo atual, PTEN demonstrou maior reatividade em estágios avançados da doença (superior a sete vezes). O p16 foi fortemente associado ao HPV, mas não demonstrou associação significativa com nenhum fator clínico-patológico analisado. Ambas as proteínas apresentam grande importância no prognóstico dos pacientes. Foi demonstrado que a presença viral diminui a agressividade do tumor. Lesões em estágios avançados apresentam menor sobrevida, além disso, a presença de mutação foi mais comumente observada em estágios avançados da doença. Observou-se que pacientes fumantes com ausência de p16 estão significativamente associados a uma taxa de sobrevida duas vezes menor.
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