Logo do repositório
Tudo no RIUFPA
Documentos
Contato
Sobre
Ajuda
  • Português do Brasil
  • English
  • Español
  • Français
Entrar
Novo usuário? Clique aqui para cadastrar. Esqueceu sua senha?
  1. Início
  2. Pesquisar por Autor

Navegando por Autor "LEANDRO, Leonardo Milanez de Lima"

Filtrar resultados informando as primeiras letras
Agora exibindo 1 - 2 de 2
  • Resultados por página
  • Opções de Ordenação
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Campesinato e abastecimento na Zona Bragantina (1880–1960)
    (Universidade Federal do Pará, 2010-04-29) LEANDRO, Leonardo Milanez de Lima; SILVA, Fábio Carlos da; http://lattes.cnpq.br/3704903975084467
    Historicamente constituído por trabalhadores livres que ocuparam o território nas imediações de Bragança, o campesinato bragantino contribuiu significativamente para o abastecimento dos circuitos comerciais e das atividades industriais desenvolvidas no Pará. A articulação teórica e conceitual, que fundamentou a interpretação das transformações na Zona Bragantina, coloca-se numa perspectiva crítica, cujas concepções tratam das categorias como elementos dinâmicos, portanto inseridos num contexto histórico-materialista. Critica as interpretações que atribuíram ao campesinato a responsabilidade pela degradação ambiental, pelas crises de abastecimento do Pará e pela produção agrícola frequentemente designada como decadente, estas sempre colocando o campo em relação à cidade. Observaram-se a ocupação da Bragantina e sua expansão, as transformações por que passou a estrada de Bragança e a contribuição dos núcleos produtores engendrados pelas colônias. Em que pese o caráter excludente das ações do governo imperial, na fase republicana o campesinato passou por processos de transformação social, cuja perspectiva crítica o recoloca na história como responsável por parte do abastecimento da Amazônia. Em função do encurtamento do período de pousio, os camponeses engendraram uma mudança técnica que evidencia sua sensibilidade aos mercados. Assim, a produção de gêneros alimentícios diversos, e também de produtos para a agroindústria, fundamentou seus processos reprodutivos, orientados não só para o atendimento das necessidades da unidade familiar, mas também para o atendimento das demandas do mercado. Constatou-se que a Zona Bragantina, em que pese ter recebido investimentos capitalistas, ainda configura-se como uma fronteira camponesa, e, em última análise, o argumento da decadência pode ser substituído pela diversidade.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Crédito hipotecário no Brasil: uma análise comparativa entre as praças de Belém e São Paulo (1870 – 1930)
    (Universidade Federal do Pará, 2015-07-06) LEANDRO, Leonardo Milanez de Lima; MARCONDES, Renato Leite; http://lattes.cnpq.br/0017510939441350; SILVA, Fábio Carlos da; http://lattes.cnpq.br/3704903975084467
    A extração de borracha nativa e a cafeicultura, nos anos finais do século XIX e iniciais do século XX, constituíram na base econômica das regiões Norte e Sudeste do Brasil. Em tais regiões, o avanço do capitalismo mundial pôs em contato aquelas economias regionais aos centros industrializados, requerendo delas, borracha e café. Os trajetos percorridos pelas respectivas economias as colocaram como as principais fontes de acumulação privada e arrecadação pública. Belém e São Paulo se tornaram, naquele período, polos fundamentais do capitalismo brasileiro. Eram as principais praças daquelas economias. Contudo, quando o fornecimento de borracha às economias industrializadas passou a ser disputado pelas plantações de borracha da Ásia tropical, uma grave crise fez com que a região amazônica não conseguisse se manter como um dos polos do capitalismo brasileiro, como havia ocorrido entre os anos de 1888 e 1917. A região Sudeste, ao contrário, manteve-se expressivamente dinâmica, confirmando seu posto de principal centro da economia brasileira. Sabe-se que capitais de origem estrangeira foram as principais fontes de financiamento dessas economias. Por outro lado, as dinâmicas de produção de borracha e café, a partir dos seus padrões internos de acumulação, deram origem a poupanças internas, que puderam ser negociadas em um mercado de crédito privado, dinamizando as economias regionais. Considerando que diversos estudos apontaram e analisaram a participação do capital estrangeiro nessas economias, esta tese aborda um tema ainda não tratado pela historiografia econômica: a análise comparativa da participação das poupanças internas no financiamento das atividades e da vida econômica e social de Belém e São Paulo. Ao abordar a história das economias da borracha e do café a partir da análise documental das características dos mercados de crédito hipotecário de suas principais praças, e das mudanças institucionais aí observadas, buscou-se trazer à discussão novos elementos que auxiliem no entendimento dos trajetos diferenciados tomados por aquelas economias, que fez com que São Paulo emergisse como centro e Belém como polo de região periférica do capitalismo brasileiro.
Logo do RepositórioLogo do Repositório
Nossas Redes:

DSpace software copyright © 2002-2026 LYRASIS

  • Configurações de Cookies
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Entre em Contato
Brasão UFPA