Navegando por Autor "LIMA, Danillo Henrique da Silva"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Aspectos clínico-patológicos e laboratoriais do envenenamento crotálico experimental em equinos(2012-09) LOPES, Cinthia Távora de Albuquerque; TOKARNIA, Carlos Maria Antônio Hubinger; BRITO, Marilene de Farias; SOUSA, Melina Garcia Saraiva de; OLIVEIRA, Carlos Magno Chaves; SILVA, Natália da Silva e; LIMA, Danillo Henrique da Silva; BARBOSA NETO, José DiomedesDescrevem-se os quadros clínico-patológicos e laboratoriais de equinos inoculados experimentalmente com a peçonha de Caudisona durissa terrificus (Crotalus durissus terrificus na antiga nomenclatura), com a finalidade de fornecer subsídios que favoreçam a compreensão desse tipo de acidente ofídico em equinos. O veneno liofilizado foi diluído em 1ml de solução salina a 0,9% e inoculado por via subcutânea em cinco equinos, nas doses de 0,12mg/kg (um animal), 0,066mg/kg (dois animais) e 0,03mg/kg (dois animais). O veneno causou a morte do equino que recebeu a dose de 0,12mg/kg e de um dos dois que receberam a dose de 0,066mg/kg, com evolução de 27h27min e 52h29min, respectivamente. O segundo animal que recebeu a dose de 0,066mg/kg também adoeceu, mas recuperou-se após 12 dias da inoculação. A dose de 0,03mg/kg determinou quadros não fatais do envenenamento, com período de evolução que variou entre 6 e 10 dias. O quadro clínico caracterizou-se por considerável aumento de volume no local de inoculação (escápula) que se estendeu por todo o membro, apatia e cabeça baixa, alterações locomotoras evidenciadas pelo arrastar das pinças no solo, decúbito e dificuldade para levantar, redução dos reflexos auricular, palatal, do lábio superior e de ameaça, e aumento das frequências cardíaca e respiratória. Os exames laboratoriais revelaram leucocitose por neutrofilia e linfocitose em apenas dois animais. Houve aumento das enzimas creatina quinase (CK), dehidrogenase láctica (DHL) e da ureia, e também redução nos níveis séricos de cálcio, fósforo e magnésio. O tempo de tromboplastina parcial ativada (TTPA) aumentou nos equinos que morreram. Os achados de necropsia foram edema do tecido subcutâneo em todo o membro em que foi aplicado o veneno, sufusões no epicárdio dos ventrículos cardíacos esquerdo e direito, e bexiga com áreas hemorrágicas em grande parte da mucosa. Ao exame histopatológico observaram-se fígado com moderada vacuolização difusa, afetando mais a zona intermediária do lóbulo hepático, leve dilatação dos sinusoides hepáticos em algumas áreas e rim com leve dilatação dos túbulos uriníferos, principalmente no córtex.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Degenerative joint disease in cattle and buffaloes in the Amazon region: a retrospective study(2014-09) BARBOSA NETO, José Diomedes; LIMA, Danillo Henrique da Silva; REIS, Alessandra dos Santos Belo; PINHEIRO, Cleyton Prado; SOUSA, Melina Garcia Saraiva de; SILVA, Jenevaldo Barbosa da; SALVARANI, Felipe Masiero; OLIVEIRA, Carlos Magno ChavesFoi realizado um estudo retrospectivo sobre os aspectos epidemiológicos e clínico-patológicos em bovinos e búfalos com doença articular degenerativa (DAD) no estado do Pará, Brasil. Durante os anos de 1999 a 2014 foram avaliados 11 bovinos e 24 bubalinos. Todos os animais atendidos com suspeita clínica de DAD foram submetidos a exame clínico do sistema locomotor. Foram necropsiados sete bovinos e oito bubalinos com sinais clínicos da enfermidade. Os sinais clínicos comuns observados em ambas as espécies foram claudicação crônica, andar rígido, alterações posturais, crepitações audíveis no membro acometido, decúbito prolongado, dificuldade para levantar, e emagrecimento progressivo. As lesões articulares evidenciadas na necropsia consistiram em irregularidade da superfície articular, presença de erosão na cartilagem articular e no tecido ósseo subjacente, proliferação de tecido ósseo periarticular com formação de osteófitos. Tanto nos bovinos como nos bubalinos as articulações mais acometidas foram as dos membros posteriores. Nos bubalinos, possivelmente o principal fator predisponente ao surgimento de DAD foi à deficiência de fósforo, ao contrário dos bovinos, nos quais os defeitos de conformação anatômica dos membros posteriores, traumas crônicos em virtude da atividade exercida, como a coleta de sêmen e a idade avançada, foram o que, possivelmente, contribuíram para surgimento da enfermidade.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Detecção e tratamento de otite por Rhabditis blumi em bovinos da região Norte do Brasil(Universidade Federal do Pará, 2016-07) BARBOSA NETO, José Diomedes; SILVA, Jenevaldo Barbosa da; LIMA, Danillo Henrique da Silva; ARAÚJO, Luiz Henrique Vilela; SANTOS, Lívia Loiola dos; REIS, Alessandra dos Santos Belo; SALVARANI, Felipe Masiero; BRITO, Marilene de FariasO presente estudo teve como objetivo descrever a ocorrência de otite parasitária causada por Rhabditis blumi em bovinos leiteiros de raça Gir de uma fazenda da região Norte do Brasil. Foram coletadas amostras de 42 bovinos por swab e lavado dos condutos auditivos externos (CAE). Ao exame clínico, 9,5% (4/42) dos bovinos apresentavam sintomatologia nervosa, como leve a moderada rotação da cabeça, apatia, flacidez dos lábios e ptose palpebral unilateral, alopecia das regiões da cabeça e cupim, causados pelo desconforto e prurido da região auricular, alteração na mastigação e acúmulo de alimento na cavidade oral. Adicionalmente, 71,4% (30/42) dos abovinos mostraram a presença do parasita no cerúmen dos condutos auditivos. À análise microscópica do material do saco conjuntival foi observado presença do parasita em 90% (9/10) dos bovinos avaliados. Os 30 bovinos positivos para Rhabditis spp. foram distribuídos aleatoriamente em três grupos de 10 animais: (G1) Bovinos controle, (G2) Bovinos tratados com ivermectina 1% pour on e (G3) Bovinos submetidos a lavado dos condutos auditivos externos (CAE). Cada tratamento foi repetido três vezes com intervalo de sete dias. No G1 os 10 bovinos mantiveram-se infectados durante todo o estudo. No G2 20% dos bovinos foram negativos após os dois primeiros tratamentos, porém, mostraram-se positivos na terceira avaliação. No G3 todos os bovinos mantiveram-se positivos, sendo observada apenas diminuição da carga parasitária. A identificação por análise molecular por meio de fragmentos amplificados da expansão D2/D3 do 28S rDNA confirmou a presença apenas da espécie Rhabditis blumi nos animais. Baseado nas observações clínicas, morfológicas e moleculares pode-se relatar o primeiro caso de R. blumi em bovinos da raça Gir no Estado do Pará, através da compra de animais oriundos de áreas onde a otite parasitária tem sido diagnosticada, principalmente de Minas Gerais, para formar animais mestiços (Gir x Holandês). Desta forma ressalta-se a importância do exame clínico prévio dos animais a serem transferidos para outras propriedades ou regiões. Este relato também parece ser o primeiro sobre a presença de R. blumi no saco conjuntival de bovinos. O tratamento com ivermectina no G2 não surtiu melhora clínica dos bovinos.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Epidemiological, clinical and pathological aspects of an outbreak of periodontitis in sheep(Universidade Federal do Pará, 2016-11) SILVA, Natália da Silva e; SILVEIRA, José Alcides Sarmento da; LIMA, Danillo Henrique da Silva; BOMJARDIM, Henrique dos Anjos; BRITO, Marilene de Farias; BORSANELLI, Ana Carolina; DUTRA, Iveraldo dos Santos; BARBOSA NETO, José DiomedesO trabalho teve por objetivo descrever os aspectos epidemiológicos e clínico-patológicos de um surto de periodontite em ovinos, ocorrido em uma propriedade rural em Benevides, no estado do Pará, Brasil. Os primeiros sinais clínicos da presença da enfermidade no rebanho, visualizados como abaulamento nodular da mandíbula, foram observados aproximadamente um mês após a introdução dos animais em área de pastagem de Panicum maximum cv. Massai, que havia sido reformada recentemente, e suplementados com capim Elefante (Pennisetum purpureum). De 545 ovinos adultos, das raças Santa Inês, Dorper, Texel e seus mestiços, 20 (3,7%) apresentaram abaulamento facial, predominantemente mandibular. Os 20 animais, na sua maioria com idades acima dos 36 meses, apresentavam baixo escore corporal, pelos arrepiados e sem brilho, alguns com afrouxamento e perda dos dentes pré-molares e molares inferiores e superiores, formação de abscesso e fístula, demonstrando dor à palpação e dificuldade na mastigação. No mesmo rebanho, a prevalência de lesões periodontais nos dentes pré-molares e molares foi avaliada por meio do exame post-mortem em 39 ovinos jovens e 17 adultos. Assim, 51,3% (20/39) dos jovens e todos os adultos apresentavam lesões periodontais em pelo menos um dos dentes da arcada, com ocorrência uni ou bilateral nos maxilares e mandibulares. A análise histopatológica de 13 animais revelou processo inflamatório piogranulomatoso. Os dentes mais afetados nas arcadas dos animais jovens foram os segundo e terceiro pré-molares maxilares. Já nos adultos foram o terceiro pré-molar e os molares, tanto maxilares quanto mandibulares. As lesões causaram severa destruição óssea, alteração na arcada dentária, na oclusão, perda dental e ocorrência de abscessos periodontais. As características epidemiológicas e clínico-patológicas do surto de periodontite em ovinos, aqui descritos originalmente nesta espécie animal no País, assemelham-se às da periodontite bovina (“cara inchada”).Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Intoxicação natural por Ipomoea asarifolia (Convolvulaceae) em búfalos na Ilha de Marajó, Pará(2012-09) BARBOSA NETO, José Diomedes; TOKARNIA, Carlos Maria Antônio Hubinger; ALBERNAZ, Tatiane Teles; OLIVEIRA, Carlos Magno Chaves; SILVA, Natália da Silva e; SILVEIRA, José Alcides Sarmento da; REIS, Alessandra dos Santos Belo; LIMA, Danillo Henrique da SilvaDescrevem-se os aspectos epidemiológicos e os sinais clínicos dos primeiros casos de intoxicação natural por Ipomoea asarifolia em búfalos. A doença foi diagnosticada em quatro bubalinos de três diferentes propriedades, no município de Cachoeira do Arari, Ilha de Marajó, PA, e ocorreu nos meses de novembro e dezembro, o período mais seco do ano nesta região e de escassez de alimento. Os sinais clínicos observados foram relacionados ao sistema nervoso central, como andar trôpego, hipermetria, acentuados tremores musculares, queda ao solo em posições incomuns, nistagmo e marcada excitação, sinais que se agravavam após movimentação. Baseado nos aspectos epidemiológicos, sinais clínicos e na ausência de leões histopatológicas, concluiu se tratar de intoxicação por Ipomoea asarifolia.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Occurrence of eggs and oocysts of gastrointestinal parasites in passerine birds kept in captivity in Para State, Brazil(Universidade Federal do Pará, 2016-12) MATOS, Paulo Cesar Magalhães; SILVA, Michele Bahia do Vale; SOUZA, Paulo Geovani Silva; LIMA, Danillo Henrique da Silva; MORAIS, Rodrigo de; FARIAS, Diana Maria de; ALVARENGA, Laís Cristina Oliveira; GABRIEL, Áurea Martins; OLIVEIRA, Wanessa Batista Lima; CAVALCANTE, Gustavo Góes; AMARAL, Alessandra ScofieldO objetivo do presente estudo foi detectar ovos de helmintos e oocistos de protozoários em amostras de fezes de aves da ordem Passeriformes no estado do Pará, Brasil. Amostras de fezes foram coletadas individualmente de 403 aves Passeriformes oriundas de apreensão e mantidas em cativeiro no estado do Pará. As amostras foram processadas usando a técnica de dupla centrifugação em solução saturada de sacarose e as amostras positivas para oocistos de coccídios foram submetidas à esporulação em dicromato de potássio 2,0%. Ovos de helmintos e/ou oocistos de protozoários foram observados em 43,18% (174/403) das amostras fecais examinadas. Oocistos de coccídios foram detectados em 93,68% (163/174) das amostras positivas, enquanto que ovos de helmintos foram observados em 10,34% (18/174). A esporulação de oocistos ocorreu em 43,56% (71/163) das amostras, e somente oocistos de Isospora spp. foram detectados. Ovos de nematódeos das Superfamílias Trichostrongyloidea (4,60%; 8/174), Ascaridoidea (0,57%; 1/174) e Trichuroidea (0,57%; 1/174) foram diagnosticados nas amostras positivas. Ovos de Cestoda foram diagnosticados em 2,87% (5/174), enquanto que ovos de Trematoda foram detectados em 2,30% (4/174) das amostras positivas. Aves Passeriformes oriundas de apreensão e mantidas em cativeiro nas áreas visitadas estavam parasitadas por helmintos e protozoários, predominando a infecção por coccídios do gênero Isospora.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Prevalência sorológica e molecular de Babesia bovis e Babesia bigemina em búfalos (Bubalus bubalis) na Ilha de Marajó, Pará(Universidade Federal do Pará, 2014-06-26) LIMA, Danillo Henrique da Silva; BARBOSA NETO, José Diomedes; http://lattes.cnpq.br/1516707357889557O objetivo do presente estudo foi verificar a prevalência sorológica e molecular de Babesia bovis e Babesia bigemina em búfalos da Ilha de Marajó, estado do Pará, Brasil. Foi utilizado o Ensaio de Imunoadsorção Enzimático indireto (ELISAi) com antígeno total contendo proteínas de superfície externa e a Reação em Cadeia da Polimerase quantitativa (PCRq), envolvendo o uso de SYBR Green com base na amplificação de um pequeno fragmento de gene do citocromo b. A prevalência de animais positivos no ELISAi para B. bovis, B. bigemina e para infecção mista foi de 24.87% (199/800), 20.75% (166/800) e 18.75% (150/800), respectivamente. Na PCRq foi detectado a presença de B. bovis em 15% (18/199) e de B. bigemina em 16% (19/199) dos animais, sendo que destes, 58% (11/19) apresentavam-se co-infectados pelos dois agentes. Os resultados mostram uma baixa prevalência de anticorpos anti-B. bovis e anti-B. bigemina em búfalos da Ilha do Marajó. Porém, observou-se que os agentes da babesiose bovina circulam em búfalos, podendo atuar como reservatório.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Prevalência sorológica e molecular de Babesia bovis e Babesia bigemina em búfalos (Bubalus bubalis) na Ilha de Marajó, Pará(2013-07) SILVA, Jenevaldo Barbosa da; LOPES, Cinthia Távora de Albuquerque; PINHEIRO, Cleyton Prado; LIMA, Danillo Henrique da Silva; SILVA, Roberto S. L.; FONSECA, Adivaldo Henrique da; ARAÚJO, Flábio Ribeiro de; BARBOSA NETO, José DiomedesO objetivo do estudo foi testar a prevalência sorológica e molecular de Babesia bovis e Babesia bigemina em búfalos da Ilha de Marajó, Pará. Foi utilizado ensaio de imunoadsorção enzimático indireto (iELISA) com antígeno total contendo proteínas de superfície externa e reação em cadeia da polimerase (qPCR), envolvendo o uso de SYBR Green com base na amplificação de um pequeno fragmento de gene do citocromo b. A prevalência de animais positivos no ELISA para B. bovis, B. bigemina e para infecção mista foi de 24.87% (199/800), 20.75% (166/800) e 18.75% (150/800), respectivamente. Na PCR foi detectado a presença de B. bovis em 15% (18/199) e de B. bigemina em 16% (19/199) dos animais, sendo que destes, 58% (11/19) apresentavam-se co-infectados pelos dois agentes. Os resultados mostram uma baixa prevalência de anticorpos anti-B. bovis e anti-B. bigemina em búfalos da Ilha do Marajó. Porém, observou-se que os agentes da babesiose bovina circulam em búfalos, podendo estes atuar como reservatórios.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Surto de intoxicação por sal em ovinos no estado do Pará(2014-11) DUARTE, Marcos Dutra; BEZERRA JÚNIOR, Pedro Soares; LIMA, Danillo Henrique da Silva; BOMJARDIM, Henrique dos Anjos; OLIVEIRA, Carlos Magno Chaves; SILVA, Natália da Silva e; FAIAL, Kelson do Carmo Freitas; BARBOSA NETO, José DiomedesO presente trabalho relata um surto de intoxicação por sal em ovinos no Brasil, em uma propriedade no estado do Pará. De um total de 545 ovinos, oito animais adoeceram (1,46%) e quatro destes morreram (50%). A avaliação das instalações e do manejo indicaram como fatores predisponentes a ingestão excessiva de mistura mineral e a restrição hídrica. Os principais sinais clínicos foram decúbito, diminuição ou ausência da sensibilidade cutânea, ausência dos reflexos de ameaça, palpebral e auricular, midríase, nistagmo, opistótono, espasticidade de membros, sonolência e estupor. Havia ainda, timpanismo, diarreia, taquipneia, taquicardia, desidratação e poliúria. A evolução do quadro clínico nos animais que morreram variou de duas horas e meia a 48 horas. As médias das concentrações séricas de sódio e de potássio de 31 ovinos do mesmo lote afetado pela intoxicação, em amostras colhidas durante o surto, revelaram hipernatremia (190mEq/l) e hipercalemia (8,2mEq/l). À necropsia, observou-se em um animal, achatamento das circunvoluções cerebrais. Microscopicamente, neste animal, evidenciou-se vacuolização moderada do neurópilo, particularmente nas lâminas intermediárias do córtex cerebral, com aumento dos espaços perineural e perivascular. Nessas áreas foram observados ainda, acentuada tumefação e edema dos astrócitos e necrose neuronal aguda. A dosagem de sódio no encéfalo de um ovino, revelou-se elevada com valor de 3.513ppm. O diagnóstico foi realizado com base na epidemiologia, nos sinais clínicos, nas lesões macro e microscópicas e nas dosagens de sódio no soro e no encéfalo dos ovinos.
