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Navegando por Autor "LIMA, Fernanda Monteiro"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Efeitos de histórias do comportamento alternativo ao especificado por regra sobre o seguimento de regra
    (Universidade Federal do Pará, 2011-11-24) LIMA, Fernanda Monteiro; ALBUQUERQUE, Luiz Carlos de; http://lattes.cnpq.br/5261537967195189
    Investigando os efeitos de uma longa história de reforçamento contínuo do comportamento alternativo ao especificado por regra sobre o seguimento subsequente de regra discrepante, 08 estudantes universitários foram expostos a um procedimento de escolha de acordo com o modelo. A tarefa consistia em apontar, em sequência, para três estímulos de comparação que tinham apenas uma característica em comum com o estímulo modelo e diferiam nas demais. O experimento era constituído por quatro fases. A Fase 1 era de linha de base, na Fase 2 era apresentada a regra correspondente, na Fase 3 havia uma mudança não sinalizada na contingência de reforço programada e a Fase 4 iniciava com a regra discrepante. Os resultados mostraram que na Fase 1, a maioria dos participantes apresentou um desempenho variável. Na Fase 2, todos os participantes seguiram a regra correspondente. Na Fase 3, seis participantes continuaram seguindo a regra da fase anterior e apenas dois participantes passaram a emitir a sequência correta. Na Fase 4, quatro participantes seguiram a regra discrepante, três abandonaram o seguimento de regra e passaram a emitir a sequência correta, e um participante abandonou a regra discrepante, mas passou a emitir uma sequência que não era reforçada. Estes dados sugerem que os participantes que apresentaram um comportamento sob controle de regra na Fase 3, tenderam a seguir a regra discrepante na Fase 4; e, os participantes que apresentaram um comportamento sob controle das consequências imediatas na Fase 3, tenderam a deixar de seguir a regra discrepante na Fase 4. Discute-se o papel da história do comportamento alternativo ao especificado por regra na explicação do comportamento de seguir regras.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Efeitos de histórias do ouvinte sobre o seguimento de regras discrepantes das contingências
    (Sociedade Brasileira de Psicologia, 2017-12) LIMA, Fernanda Monteiro; ALBUQUERQUE, Luiz Carlos de; PARACAMPO, Carla Cristina Paiva
    Objetivando testar proposição sobre as características críticas da história do ouvinte que podem interferir no seguir regra discrepante, oito universitários foram expostos a um procedimento de escolha segundo o modelo. A tarefa era apontar para os três estímulos de comparação em sequência. Na Fase 1, nenhuma sequência era instruída ou reforçada. A Fase 2 era iniciada com a regra correspondente. As contingências da Fase 2 eram alteradas, sem sinalização, na Fase 3, e as contingências da Fase 3 eram mantidas inalteradas na Fase 4, iniciada com a regra discrepante. Dos oito participantes, seis apresentaram um comportamento independente e dois apresentaram um comportamento dependente de suas consequências imediatas na Fase 3. Dos seis participantes que apresentaram um comportamento independente das consequências imediatas na Fase 3, quatro seguiram a regra discrepante na Fase 4. E dos dois participantes que apresentaram um comportamento dependente das consequências imediatas na Fase 3, todos abandonaram o seguimento da regra discrepante na Fase 4. Sugere-se que a dependência e a independência do comportamento às suas consequências imediatas, antes da apresentação da regra discrepante, são variáveis críticas da história do ouvinte que podem ser utilizadas para se prever a manutenção, ou não, do seguimento subsequente de regra discrepante.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Vivências que Transformam: proposição e evidências de um programa de intervenção com professores para o enfrentamento do abuso sexual contra crianças e adolescentes
    (Universidade Federal do Pará, 2025-04-14) LIMA, Fernanda Monteiro; CAVALCANTE, Lília Iêda Chaves; https://lattes.cnpq.br/4743726124254735; https://orcid.org/0000-0003-3154-0651; PESSOA, Alex Sandro Gomes; MENEZES, Aline Beckmann de Castro; NUNES, Ana Letícia de Moraes; VELOSO, Milene Maria Xavier; https://lattes.cnpq.br/4333565964821090; https://lattes.cnpq.br/8107199720875369; https://lattes.cnpq.br/7585123276083296; https://lattes.cnpq.br/6105598873866312; https://orcid.org/0000-0002-9271-8575; https://orcid.org/0000-0002-3136-3707; https://orcid.org/0000-0003-3833-843X; https://orcid.org/0000-0002-1035-8968
    Compreende-se o abuso sexual como um fenômeno complexo e multideterminado, sustentado e reproduzido por crenças que o toleram ou o legitimam, bem como por imagens sociais acerca de seus autores e vítimas. Dessa forma, destaca-se que o enfrentamento do abuso sexual passa pela desestabilização dessas crenças e imagens sociais, considerando o papel fundamental do professor e da escola na rede de apoio e proteção a crianças e adolescentes. Nesse sentido, o objetivo desta tese foi desenvolver, aplicar e avaliar os efeitos, a viabilidade e a aceitabilidade de um programa de intervenção voltado para professores sobre crenças relacionadas ao abuso sexual contra crianças e adolescentes, bem como as imagens atribuídas aos autores e às vítimas. Para isso, foram realizados quatro estudos independentes, porém interrelacionados. O primeiro estudo teve o objetivo de analisar as crenças que os professores participantes da pesquisa têm acerca do abuso sexual contra crianças e adolescentes e sua relação com as variáveis pesquisadas. Para isso, realizou-se uma pesquisa descritivo-exploratória com a participação de 105 docentes, com os quais foram utilizados dois instrumentos, formulário de caracterização e a Escala de Crenças sobre o Abuso Sexual contra crianças e adolescentes (ECAS). A análise estatística, por meio do Teste Qui-Quadrado, revelou uma associação significativa entre as variáveis sexo e ter sofrido abuso sexual (𝜒²=0,05), indicando que mulheres têm maior probabilidade de relatar esse tipo de experiência em comparação aos homens. Os resultados indicaram também uma frequência (14%) na posição “nem discordo, nem concordo” demonstrando uma posição de neutralidade no que diz respeito a quem é o autor de agressão. O segundo estudo teve o objetivo de analisar as imagens sociais atribuídas pelos professores da educação básica às crianças e aos adolescentes vítimas de abuso sexual, bem como sobre os autores dessa forma de violência, a partir de instrumento específico sobre as imagens sociais. As frequências das palavras foram: triste (45) à imagem da criança vítima de abuso sexual, agressivo (31) ao adolescente vítima de abuso sexual corroborando com a imagem negativa encontrada nos estudos sobre o adolescente em situação de acolhimento institucional. Quanto ao autor de abuso sexual, a imagem teve o sentido da dissimulação (33), violência (21) e manipulação (19). A partir desses achados, construiu-se o terceiro estudo, cujo objetivo foi de desenvolver um programa de intervenção com professores no sentido de contribuir para o enfrentamento do abuso sexual contra crianças e adolescentes. Elaborou-se assim o programa “Vivências que Transformam”, cuja estrutura detalhada busca fornecer subsídios para que ele possa ser replicado em diferentes contextos escolares e diversas regiões. Por fim, o quarto estudo buscou as evidências sobre os efeitos, a viabilidade e a aceitabilidade do programa, analisando os construtos crenças e imagens sociais por meio de instrumentos aplicados antes e depois da intervenção, além do follow-up, utilizando grupo experimental e grupo controle. Os resultados demonstraram um impacto positivo na percepção dos participantes, sugerindo que as diferenças encontradas no grupo experimental podem ser atribuídas à participação no programa proposto. O Teste Qui-Quadrado demonstrou significância estatística das mudanças nas respostas ao longo do tempo. Destacando-se no grupo experimental uma mudança significativa nas respostas relacionada à primeira assertiva, com o (p=0,007) sobre os abusadores serem pessoas diferentes das pessoas normais, com (30%) dos participantes discordavam totalmente antes da intervenção aumentando para (70%) após, e permanecendo em (65%) no follow-up. Outro resultado que merece ser destacado diz respeito a responsabilização dos adolescentes vítimas, antes da intervenção (63%) discordavam totalmente, após (81%) e no follow-up (92%). Outrossim, os professores demonstraram alta aceitabilidade e adesão, sem registro de desistências a partir do questionário de avaliação de eficácia e satisfação com o programa. Diante desses achados, considera-se que o programa de intervenção proposto por esta tese pode contribuir para a formação de políticas públicas voltadas para a prevenção e o enfrentamento do abuso sexual contra crianças e adolescentes. Ressalta-se que se trata de um programa de baixo custo, passível de aplicação em diferentes contextos, que pode favorecer a construção de um ambiente mais seguro e propício ao desenvolvimento saudável de crianças e adolescentes.
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